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terça-feira, 13 de setembro de 2011

STOP MOTION DENTRO DE UM STOP MOTION


Eran Amir, 25, criou um vídeo com a técnica stop motion dentro dessa mesma técnica. São 500 pessoas segurando mais de 1,500 fotos tiradas em diversos lugares de Israel, criando um vídeo super criativo e bacana com elas.
A música é “Malinkovec Valzer”, de Maxmaber Orkestar.
O resultado é esse:

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

EXPOSIÇÃO CELESTE

Tem alguns meses que estou trabalhando em fotografias do céu. Tudo bem, não é uma idéia muito original, mas já tenho coletado algumas imagens interessantes que vou apresentar nessa mini exposição virtual.










sexta-feira, 22 de julho de 2011

SEIS MESES PARA FAZER UMA FOTO

Existem coisas bacanas para fazermos em nosso tempo livre. Projetos que podem mostrar um pouco de nosso olhar artístico ou simplesmente nos ajudar a lidar com o estresse do mundo capitalista. Mas, se você une isso à loucuras em um estúdio fotográfico, então você certamente terá algo parecido com o mostrado no vídeo abaixo. O pessoal do 2D Photography Inc. decidiu fazer uma foto. Mas para executar essa foto, eles acharam que a melhor forma seria construindo uma Máquina de Rube Goldberg. Para quem não sabe, Rube Goldberg foi um cartunista e inventor norte-americano que criou uma grande quantidade de máquinas que executavam uma tarefa simples, de forma extremamente complicada, geralmente com reações em cadeia. Como forma de homenagem, esse tipo de construção é batizada com seu nome.

A coisa aqui parece simples, mas são quatro minutos de reações e objetos voando, quicando e escorregando, através de um estúdio com o simples objetivo de fazer, ao final, um retrato de David Dvir - o idealizador do projeto. Segundo o texto publicado no blog da empresa, a coisa toda levou seis meses para ser construída e utilizou todo o tempo livre da equipe que aceitou fazer a máquina funcionar. Muito divertido, vale a pena conferir:

sábado, 4 de junho de 2011

ELLIOTT ERWITT

Para quem estuda Fotografia, o nome da agência Magnum e seus ilustres fundadores são velhos conhecidos por sua importância na história. Hoje vamos falar a respeito de Elliott Erwitt, conhecido por suas fotos irônicas e absurdas que retratavam o cotidiano humano sempre com muito bom humor. Elliott nasceu em Paris em 1928 e passou a infância na Italia. Em 1938 foi levado pelos pais russos para os EUA. Naturalizou-se norte americano em 1947. Entrou na agência Magnum convidado por um de seus fundadores, Robert Capa (iremos ver mais a respeito dele numa próxima aula) em 1953. Em 1960 perdeu todas os negativos em um incêndio.


Califórnia, 1955

Por influência de Henri Cartier-Bresson, seu contemporâneo, Elliot tinha


uma preocupação com a harmonia das formas.




A presença de cães e outros animais é uma constante nas fotos de

Elliott.

Os animais se apresentam mais como observadores indiscretos
do comportamento banal dos seres humanos.




Foi fotógrafo da Casa Branca tendo registrado um período

memorável da história dos EUA, como essa foto que

mostra Jackeline Kennedy no funeral do presidente assassinado.


O humor de Elliott é aquele que busca por momentos indiscretos como

esse batido em um campo de nudismo.




Ele busca as dúvidas no meio das verdades estabelecidas, como nesta

foto que mostra bem o racisto existente na época nos EUA, onde

até o uso dos bebedouros era segregado.



Acredite ou não as patas da esquerda pertencem a um outro cão.



Viajou por todo mundo e chegou a visitar o Brasil em 1961.



O profano dentro daquilo que é solene é algo sempre trabalhado.





O nome real de Elliot era Elio Romano Ervitz, um judeu de origem russa.









Ele procurava a graça dentro do proibido.





Suas fotografias em série, herança de sua formação também como cineasta,

geraram várias imagens memoráveis. Marylin Monroe foi uma

das pessoas famosas capturada por suas lentes.






Colorado, EUA, 1955




Elliott entra para a história da fotografia como um dos poucos interessados em buscar o sorriso na fotografia.






“Quando uma foto é boa eu sou de acordo mas quando ela é muito boa, ela escapa à razão, é quase uma magia nada semelhante aquilo que o fotógrafo vê ou deseja conscientemente.
Quando a foto chega, ela vem facilmente como um presente, sem que se precise de análise. Como Napoleão dizia: - IREMOS, DEPOIS VEREMOS... ”.
Elliott Erwitt

sexta-feira, 20 de maio de 2011

ANSEL ADAMS


Ansel Adams hoje em dia é um dos ícones da fotografia moderna e obrigatoriamente, os amantes de fotografia acabam tendo de estudá-lo. Este norte americano (1902-1984) começou a fotografar como a grande maioria dos mortais: em viagens turísticas com a família aos 12 anos. A fotografia então era apenas um hobbie, uma ferramenta para ele registrar a paisagem do parque nacional de Yosemite, local costumeiro das viagens familiares. Seu talento inicial de destaque era a música, já que era um ótimo pianista. Quando entrou para um clube em 1919. Neste clube eram organizadas excurções períodicas para Serra Nevada. As fotos que Ansel bateu nessas viagens acabaram sendo publicadas em um periódico e depois resultando em uma exposição. Acabou tendo mais reconhecimento por suas obras fotográficas do que por seu talento musical, se tornando uma espécie de divulgador ecológico de Serra Nevada e Yosemite. A foto que marca este reconhecimento é "Monolith, a Face of Half Dome".


Mas foi ao conhecer e ser patrocinado por um rico mecenas chamado Albert M. Bender que Ansel Adams pode aos poucos se aprofundando na fotografia que acabou se tornando sua atividade principal. Inicialmente começou a se aprofundar nas técnicas de tratamento da imagem na câmera escura. Ao ajudar a fundar o grupo f/64 inicia-se de vez o processo de pesquisa e aprofundamento das técnicas de processo fotográfico. É claro, nessa época todo o processo era analógico, não tendo ainda ocorrido o advento da fotografia digital. Ansel Adams era um fotógrafo obcecado pela técnica acima de tudo. Quando falava, parecia mais um cientista do que um artista fotográfico. Toda essa preocupação com cada detalhe antes da captura acabou resultando em três livros, já disponíveis no Brasil, chamados A câmera, O negativo e A cópia. São livros caros. Uma dica é que no Sesc de Santo André existem os livros para empréstimo.


Hoje em dia ninguém discute a contribuição de Adams para a fotografia. Mas existem aqueles que acreditem que dentro de toda a sua técnica, aquela sensibilidade artística acabou sendo perdida. Existe sempre algo de artificial, pré-montado ou estilizado em suas imagens em P&B. Mas talvez a forma criativa de Adams fosse realmente esse preciosismo com a técnica, com a simetria, como equilíbrio.
































APLICATIVO ORIENTA SOBRE OS SINTOMAS DO CORONAVÍRUS

https://coronabr.com.br/