terça-feira, 29 de junho de 2010

IMAGENS EM DESTAQUE

FABIANA MENDONÇA


FABIANA MENDONÇA


FABIANA MENDONÇA

FABIANA MENDONÇA




segunda-feira, 28 de junho de 2010

A ARTE NA IDADE DOS METAIS: UM NOVO MATERIAL DÁ FORMA À BELEZA


Na Idade dos Metais, o ser humano já havia dominado a produção do fogo. Graças a isso, o artista pôde começar a trabalhar o metal servindo-se, possivelmente, da técnica com forma de barro ou da técnica da cera perdida, e produzir peças muito bem feitas.


Esculturas de metal como a reproduzida aqui foram encontradas sobretudo na Escandinávia e na Sardenha. Com representações de guerreiros e mulheres, são ricas em detalhes e servem de documento dos costumes do período.


As técnicas usadas nas primeiras esculturas de metal


O primeiro passo para a técnica da forma de barro era fazer uma forma com esse material, dentro da qual era despejado o metal já derretido em um forno. Depois do esfriamento do metal, a forma era quebrada, obtendo-se, então, uma escultura com o formato anteriormente dado ao barro.


Já a técnica da cera perdida começava com a construção de um modelo em cera que era, depois, revestido de barro e aquecido, tendo-se o cuidado de deixar nele um orifício. Com o calor do barro, a cera derretia e escorria pelo orifício, obtendo-se, assim, um objeto oco. Depois, por esse mesmo orifício, preenchia-se o objeto com metal fundido. Quando este esfriava e endurecia, quebrava-se o molde de barro: dentro dele encontrava-se a escultura em metal, igual à que o artista havia moldado em cera.


MASSA DE TORTA

Esta é fácil e ficou realmente muito boa. O recheio fica por sua conta. É só bater no liquidificador 3 ovos, um pouco mais que a metade de uma xícara de óleo, 1 1/2 xicara de chá de leite, 1 e 1/2 xícara de chá de farinha de trigo, 1 colher sopa de fermento em pó e 1 colher de sopa de queijo ralado. Põe metade na bandeja, coloca o recheio e cobre com a outra metade. Ai põe no forno até espetando um garfo ele sair limpo. Babinha.

IMAGENS EM DESTAQUE - CONTRALUZ







TAYNARA SANTOS

TAYNARA SANTOS

TAYNARA SANTOS

TAYNARA SANTOS


TAYNARA SANTOS



PALLOMA GOMES




PALLOMA GOMES










domingo, 27 de junho de 2010

A ARTE NO NEOLÍTICO: COMEÇA UM NOVO ESTILO

O período Neolítico foi também chamado "Idade da Pedra Polida" porque nele se desenvolveu a técnica de produzir armas e instrumentos com pedras polidas por atrito, que as tornava mais afiadas.

Ainda nesse período deu-se a chamada Revolução Neolítica: o início da agricultura e da domesticação de animais,que permitiu ao homem a substituição da vida nômade, errante, por uma vida mais estável. Esse fato transformou profundamente a história humana, pois, com a fixação dos grupos humanos, houve um rápido aumento populacional e o desenvolvimento dos primeiros núcleos familiares, além da divisão do trabalho nas comunidades.

A partir daí, o ser humano criou técnicas como a da tecelagem e a da cerâmica e construiu as primeiras moradias. Como ele também há havia conseguido produzir fogo pelo uso do atrito, pôde, com o tempo, derreter e trabalhar metais.

Certamente, a arte do Neolítico refletiu todas essas conquistas técnicas. O poder de observação e os aguçados sentidos do caçador-coletor do Paleolítico deram lugar à atividade mental e reflexiva do camponês do Neolítico. Como conseqüência, o estilo naturalista foi substituido por um estilo mais simples e geométrico, com sinais e figuras que mais sugerem do que reproduzem os seres. Eis, aí, a primeira grande transformação na história da arte.

Observe, nessas pinturas do Neolítico que, em vez de uma representação que busca imitar a natureza, temos figuras com poucos traços e poucas cores. As formas são apenas sugeridas.

Não foram, porém, apenas as características das formas representadas que sofreram mudanças. Os temas também mudaram: o ser humano passou a ser representado em suas atividades cotidianas e coletivas. Daí surgiu um novo desafio para o artista: sugerir movimento por meio da imagem fixa. Pinturas com cenas de danças coletivas, talvez ligadas ao trabalho de plantio e colheita, evidenciam que o artista do Neolítico venceu esse desafio de modo eficiente.

Note como há, na cena retratada, uma evidente intenção de transmitir a idéia de movimento pela posição dos braços e das pernas.

Essa preocupação com o movimento levou à criação de figuras cada vez mais leves, ágeis, pequenas, com poucas cores. Com o tempo, tais figuras reduziram-se a traços e linhas muito simples, mas capazes de transmitir sentido a quem as via. Delas surgiria depois a primeira forma de escrita: a escrita pictográfica, na qual os seres e as idéias são representados por desenhos.


sábado, 26 de junho de 2010

A ARTE NO PALEOLÍTICO: O NATURALISMO




Este período foi também chamado de "Idade da Pedra Lascada" porque as armas e os instrumentos de pedra produzidos pelos grupos humanos eram "lascados" para adquirir bordas cortantes.


São do Paleolítico as primeiras manifestações artísticas de que se tem registro, como as pinturas encontradas nas cavernas de Chauvet e Lascaux, na França, e de Altamira, na Espanha.


As primeiras expressões da arte eram muito simples. Consistiam em traços feitos nas paredes das cavernas, ou nas mãos em negativo. Somente muito tempo depois de dominar a técnica das mãos em negativo é que o ser humano da Pré-História começou a desenhar e a pintar animais.


Para fazer pinturas como essa, primeiramente o artista do Paleolítico obtinha um pó colorido a partir da trituração de rochas. Depois, por um canudo, soprava esse pó sobre a mão encostada na parede da caverna: a área em volta da mão ficava colorida; a parte coberta, não. Assim, ele obtinha uma silhueta da mão, como no negativo de uma fotografia.



A principal característica dos desenhos e pinturas do período é o naturalismo: o artista do Paleolítico representava os seres do modo como os via de determinada perspectiva, isto é, reproduzia a natureza tal qual sua visão captava.


Ao olharmos para essas pinturas, chamadas rupestres (do latim rupes, rocha), é inevitável nos perguntarmos sobre as razões que levaram o ser humano pré-histórico a fazê-las, muitas vezes em lugares de difícil acesso.


Uma das explicações mais freqüentes é que seriam obra de caçadores, como parte de rituais de magia. Talvez o pintor-caçador acreditasse aque, "aprisionando" a imagem do animal, teria poder sobre ele. Assim, se o representasse mortalmente ferido no desenho, conseguiria abatê-lo na vida real. É claro que essa é apenas uma hipótese, pois não há como comprová-la.


Outro aspecto que chama a atenção nas pinturas rupestres é a capacidade do artista de interprestar a natureza. Assim, ele utilizava imagens carregadas de traços fortes que expressam a idéia de vigor para representar os animais que temia, ou os grandes animais que caçava, como o bisão.


Em pinturas como essa, o ser humano das cavernas utilizava óxidos minerais, ossos carbonizados, carvão, vegetais e sangue de animais. Os elementos sólidos eram esmagados e dissolvidos na gordura dos animais caçados. Como pincel, ele utilizava inicialmente o dedo, mas há indícios também do emprego de pincéis feitos com penas e pêlos.


O artista do Paleolítico fez também esculturas. Nela, nota-se o predomínio de figuras femininas e a ausência de figuras masculinas. Entre esses trabalhos, destaca-se a Vênus de Willendorf. Essa pequena escultura de pedra foi encontrada pelo arqueólogo Josef Szombathy, em 1908, perto de Willendorf, na Áustria, e data de aproximadamente 24 mil anos atrás. Observe alguns de seus aspectos: a cabeça sem diferenciação evidente em relação ao pescoço, os seios volumosos, o ventre saliente, as grandes nádegas.



MUSASHI

Escrito por Eiji Yoshikawa (1892-1962), um dos escritores populares mais prolíferos e apreciados do Japão, é um longo romance histórico publicado inicialmente em forma de folhetim entre 1935 e 1939 no maior e mais prestigioso jornal japonês, o Ashi Shimbun. Em forma de livro teve catorze edições e, mais recentemente, foi publicado em quatro volumes pela editora Kodansha, integrando a coleção de 53 volumes das obras completas de Yoshikawa. Tema de produção cinematográfica cerca de sete vezes, foi levado ao placo continuamente e transformado em minisséries televisionadas por pelo menos três grandes redes de alcance nacional.
Miyamoto Musashi é um personagem histórico verdadeiro, mas através do romance de Yoshikawa ele e diversos personagens principais passaram a integrar o folclore vivo do Japão. Tornaram-se tão familiares ao público que pessoas começaram a ser comparadas a eles com freqüência, como gente que todo mundo conhece. Para o leitor estrangeiro esse fato contribui para tornar o romance ainda mais interessante, pois não só fornece uam porção romantizada da história japonesa, como também uma perspectiva de como os japoneses vêem a si mesmos e ao seu passado. Basicamente, no entanto, o romance será apreciado como uma audaciosa aventura do tipo capa-e-espada, que tem como pano de fundo uma história de amor reprimido, em estilo japonês.
Para dar uma "palhinha" aos que ficaram curiosos segue abaixo a transcrição da primeira página do livro que é gigante. No Brasil a editora Estação Liberdade o publicou em 2 livros com uma média de 900 páginas em cada tomo. Para quem gosta de ler e gosta de animes é diversão garantida.
Livro da Terra
O guizo
I
"E depois de tudo, céu e terra aí estão, como se nada tivesse acontecido. A esta altura, a vida e as ações de um homem têm o peso de uma folha seca no meio da ventania... Ora, que vá tudo para o inferno!", pensou Takezo.
Estirado imóvel entre os mortos, ele próprio mais parecendo um cadáver, resignava-se com o destino.
"É inútil tentar mover-me agora..."
Na realidade, estava exausto. Takezo ainda não se dera conta, mas devia ter algumas balas alojadas no corpo.
Desde a noite anterior, ou mais precisamente desde a noite de 14 de setembro do ano V do período Keicho (1600) até essa madrugada, uma chuva torrencial castigara a região de Sekigahara, e agora, já passado o meio-dia, as densas e baixas camadas de nuvens ainda não se haviam dissipado. Da massa escura que vagava pela encosta do monte Ibuki e pela serra de Mine, a chuva caía intermitente e branca, cobrindo uma área de quase quinze quilômetros, lavando as marcas da violenta batalha.
E essa chuva desabava ruidosa sobre o rosto de Takezo e os corpos ao redor. Como uma carpa esfaimada, Takezo abria a boca aparando com a língua a água que lhe escorria pelas abas da narina.
"Água para um moribundo..." O pensamento veio-lhe à mente entorpecida.
A coalizão ocidental, da qual fizera parte o seu exército, fora derrotada. A fragorosa queda tivera início no momento em que Kobayakawa Hideaki traíra os seus até então aliados e, em ousada manobra, juntara seu exército aos orientais, retornando em seguida sobre os próprios passos e avançando contra os postos de seus antigos alidados, Ishida Mitsunari, Ukita, Shimazu e Konishi.
Em apenas meio dia definiu-se o detentor do poder no país. Aquela batalha havia decidido o destino não só de milhares de combatentes, cujos paradeiros era ignorados, como também o das futuras gerações de filhos e netos daqueles homens.
" E também o meu..." pensou Takezo. De súbito, vieram-lhe à mente as imagens da sua única irmã e dos anciãos que havia deixado em sua terra. Por que não sentia nada, nem mesmo tristeza? Morrer seria isso?, perguntou-se. Naquele instante, a dez passos de distância, uma forma em tudo semelhante a um cadáver ergueu repentinamente a cabeça entre os corpos de soldados aliados e gritou:
- Take-yaaan!

terça-feira, 22 de junho de 2010

100 OLHOS DO MANGÁ

ANIMAÇÃO 2D - DESENHO ANIMADO

Horário: 8:00 – 10:00
Início: 16/07/2010 – Sexta-feira
Término previsto: 12/08/2010
6 vagas
Programa:
• O que é Persistência Visual
• Desenvolvendo a matriz a ser animada
• Animatic e mesa de luz
• Digitalização e arte-final
• Edição e fechamento de vídeo

A EXPRESSÃO DA FOTOGRAFIA: COR

Horário: 10:00 – 12:00
Início: 01/07/2010 – Quinta-feira
Término previsto: 11/08/2010
6 vagas
Programa:
• As teorias da cor no século XIX;
• Os primeiros fotógrafos e a influência da Pintura;
• Composição cromática
• A fotografia colorida X a fotografia preto e branco
• A cor conceitual na Fotografia
• A cor contemporânea na fotografia

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A EXPRESSÃO DA FOTOGRAFIA: COR

Horário: 13:30 – 15:30
Início: 22/06/2010
Término previsto: 03/08/2010
Programa:
• As teorias da cor no século XIX;
• Os primeiros fotógrafos e a influência da Pintura;
• Composição cromática
• A fotografia colorida X a fotografia preto e branco
• A cor conceitual na Fotografia
• A cor contemporânea na fotografia

APLICATIVO ORIENTA SOBRE OS SINTOMAS DO CORONAVÍRUS

https://coronabr.com.br/