
sexta-feira, 9 de julho de 2010
MARPLE GIRL

quinta-feira, 8 de julho de 2010
DEUSES EGÍPCIOS

O deus criador Amon se fundiu com Rá, deus sol, formando Amon-Rá. Conhecido como "o oculto", ele era o poder do vento invisível e a alma de todas as coisas. Nem os outros deuses conseguiam penetrar sua natureza misteriosa.
OSÍRIS
Originariamente um poderoso deus da fertilidade, Osíris foi afogado no rio Nilo. Seu corpo foi desmembrado e espalhado pelo vale do rio, propiciando boas colheitas de plantas que nasceram de sua carne. Mais tarde, voltou à vida e se tornou símbolo da ressurreição e deus dos mortos. Costumava ser representado em forma de múmia.
THOT
ISIS E HÓRUS
Irmã e esposa de Osíris, Ísis era a deusa mãe. Nesta imagem, ela amamenta o filho Hórus. Sua coroa tem forma de trono - por isso, supõe-se que Ísis era no princípio a personificação do assento real dos faraós.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O LÁPIS E O DESENHO

- Os lápis com final "B" são os mais escuros.
- Os lápis com final "H" são os mais claros.
- Utilize lápis "H" para esboço e lápis "B" para definir.
ESPAÇO TROCA LIVRO EM SÃO BERNARDO DO CAMPO
terça-feira, 6 de julho de 2010
DICAS: FOTOGRAFANDO PESSOAS
- Bater foto de criança muito pequena dá trabalho por que ou elas não colaboram ou o fazem de forma forçada. Saem com aquela cara de "engole o choro" quando você manda ela sorrir. Uma boa dica para quem está fotografando bebês é pedir para um dos pais ficar logo atrás de você na diagonal, ou seja, logo atrás à sua direita, ou logo atrás à sua esquerda. Tenha o cuidado de que o rosto desse pai fique na mesma altura que a câmera. A tendência de toda criança é procurar pelo rosto do pai ou da mãe de tempos em tempos de modo que quando isso ocorrer vai parecer que a criança está olhando direto para a câmera. Tenha sempre brinquedos e jogos quando lidar com as crianças e procure usar o recurso de disparos contínuos para dar mais margem de acerto para suas fotos.
- Os olhos são de longe a parte mais importante em um retrato, por isso é importante focar bem os olhos de uma pessoa.
- Se estiver escuro, as pupilas dilatam-se. Se você usar o Flash é mais provável que esta luz invada a retina e reflita o tom das veias de sangue que correm por ali dando aquele efeito chamado de olhos vermelhos. As cameras digitais novas costumam ter o recurso chamado de redução de olhos vermelhos que normalmente fica no menu standard. Com esse efeito a câmera emite um pequeno flash antes de bater a foto com o flash definitivo forçando as pupilas a se contrairem antes da imagem ser batida reduzindo ou eliminando o efeito.
- Quer que a pessoa se destaque na foto leve sempre em conta o plano de fundo. O cenário influencia toda a fotografia. Quando deseja um retrato que exprima tranquilidade e deixe o fotografado em destaque, opte pelo fundo calmo e indefinido desfocando o fundo.
- A sombra que se projeta nos rostos em ambientes escuros ou as provocadas pelo sol a pino são inimigas da maioria dos retratos pois destacam imperfeições do rosto nem sempre desejáveis. Se for esse o caso, procure rebater uma luz utilizando um isopor, um rebatedor ou tela com superfície branca para reduzir ou eliminar as sombras. Existe também a possibilidade de se usar o flash que aqui é chamado de flash de preenchimento. Você pode utilizá-lo, por exemplo, quando o seu modelo está na contraluz e você deseja que suas feições fiquem nítidas.
- Ajustar manualmente a focagem exige alguns cuidados. A menor abertura de foco irá dar uma maior profundidade de campo. Utilize uma abertura maior para bater uma foto individual (F8 por exemplo) e se quiser bater a foto de um grupo em que cada um esteja bem focado deixe com F16. Como a capacidade de cada câmara varia o melhor é que você experimente as capacidades de focagem de sua câmera tendo o cuidado de analisar especialmente a profundidade e a desfocagem.
- No final das contas, é a luz que determina a atmosfera de uma fotografia. Por isso, também é interessante aprender a controlar o obturador. Pra quem não sabe, obturador é a peça que controla o intervalo de tempo que a luz tem para afetar o sensor ou a película (para quem ainda usa uma máquina analógica). Para você ter uma referência, com intervalos 1/30s ou mais longos utilizando tanto luz do flash e a luz ambiente, luzes numa discoteca ou uma vela acesa tem a oportunidade de atingir a película ou o sensor. Nos intervalos de disparo do obturador mais curtos (1/60s ou mais curtos), o flash determina a luz e a iluminação ambiente do local é omitida. Por isso, se quiser fotografar um retrato durante um agradável jantar, vai ter de usar intervalos de tempo de disparo do obturador mais lentos
- Uma das primeiras coisas que o fotografo amador tem que aprender a dominar é o obturador. Se você aprende a dominar a velocidade do obturador de sua câmera (TV)(o tempo que ele leva para abrir e fechar a lente) e a abertura (qual será o tamanho dessa abertura) (AV) você já estará dominando o princípio fundamental da fotografia.
- Na fotografia, a luz é a alma do negócio. rs. Normalmente, sobreexpor uma pele muito branca e subexpor uma pele escura melhora a qualidade das imagens. Para compreender a lógica de sobreexpor ou subexpor você vai ter de fazer as oficinas de revelação, mas, em resumo, significa que ao sobreexpor uma imagem utilizando as ferramentas de sua câmera digital você irá conseguir escurecer as áreas de impressão ocorrendo o contrário na subexposição.
- Normalmente, para bater fotos de retratos você irá precisar dos seguintes equipamentos: cartões de memória, bateria recarregável extra, carregador, uma lente objetiva para retratos se possuir uma câmera reflex, um flash auxiliar e um tripé.
ANDY WARHOL - MR. AMERICA
Hoje vamos visitar a exposição Andy Warhol, Mr. America, uma retrospectiva abrangente da produção do artista norte-americano Andy Warhol (Pensilvânia/1928 - Nova York/1987). Ao lado Self-Portrait (Fright Wig), 1986 (Auto retrato - Peruca Arrepiada) feito com uma Polaroid Polacolor ER - 10,8 x 8,6 cm. Como um convite para investigar as ideias e práticas de Andy Warhol, o curador Philip Larrat-Smith selecionou trabalhos realizados desde o início da produção do artista, destacando o período entre 1961 e 1968, no qual foram produzidas obras bastante conhecidas, como os retratos da atriz Marilyn Monroe, da primeira-dama dos Estados Unidos Jacqueline Kennedy e do revolucionário e controverso líder chinês Mao Tsé Tung.
Organizada em colaboração com o Museu Andy Warhol, de Pittsburgh (EUA), a mostra já foi apresentada no Museu do Banco da República (em Bogotá, Colômbia) e no Malba - Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (Argentina) antes de ser exibida na Estação Pinacoteca de São Paulo.

A série com reproduções de enlatados como esta ao lado chamada Campbell's Soup I: Tomato, 1968 (Sopa Campbell's I: tomate) serigrafia sobre papel - 88,9 x 58,9 cm trata da imagem de diferentes tipos de lata de sopa Campbell, comercializadas nos Estados Unidos durante todo o século XX a custos acessíveis - o que as tornou um produto bastante conhecido entre os estadunidenses, em especial entre as décadas de 1930 e 1950. Entre os inúmeros estímulos visuais, é forte a sensação de repetição e acúmulo. De certo modo nos fazem lembrar de produtos dispostos numa prateleira de supermercado, ao mesmo tempo que nos levam a pensar em seriação de um mesmo padrão.


XV, momento em que as práticas comerciais são retomadas após o período medieval e o sistema de produção feudal. Ser retratado - antes da invenção da fotografia - era motivo de honra e sinal de relevância social. Demonstrava o interesse pela permanência histórica da imagem do retratado, perpetuando sua memória, ao perenizar sua imagem.
Vamos observar agora outra fotografia que compõe o acervo de auto retratos entitulada Self-Portrait in Drag, 1980 ( Auto retrato como drag queen) Polaroid Polacolor 2 - 10,8 x 8,6 cm.Apesar dos adornos femininos, é possível reconhecer a face masculina. Uma das estratégias artísticas de Andy Warhol era construir personagens e, neste caso, ele mesmo se traveste como mulher e encena poses para a máquina fotográfica.
Considerando os cabelos, a maquiagem e a sugestão do elegante decote que deixa os ombros à mostra, num intenso contraste com a pele clara, podemos pensar que Warhol inspirou-se aqui na imagem de uma mulher sofisticada, como as divas americanas de Hollywood que tanto admirava e para quem costumava enviar cartas durante sua adolescência.
O ato de travestir-se foi explorado por Warhol, tanto em sua produção artística como em sua vida, como estratégia para pesquisar os temas da identidade e da sexualidade.Para ele, a atitude de vida dos "garotos que se transformavam em garotas" era arte: para o artista, eles dedicavam horas de trabalho árduo para criar uma nova imagem, motivados pela profunda identificação com a imagem feminina, principalmente das "estrelas".
A estratégia de personificação é recorrente no trabalho do artista, e podemos relacioná-la com a ideia de que qualquer pessoa poderia reinventar-se e colocar-se no mundo de forma totalmente intencional, exibindo suas fragilidades e forças, ideias e posturas.
Para ir além, confrontando a fotografia com os tempos atuais, podemos nos perguntar: por meio de quais elementos é construída a ideia de feminilidade, elegância ou beleza da mulher de hoje?
Warhol também se dedicou a representar aspectos da morte através das ima

Com uma sequência de retratos de Jackie Kennedy, temos imagens de um dos momentos mais dramáticos da história política norte-americana: o assassinato do presidente John F. Kennedy, seu marido, ocorrido em 1963. Esse e outros temas políticos como os embates ocorridos durante o movimento de luta pela igualdade de direitos civis para a população negranos Estados Unidos foram muito retratados por Warhol.

Com a obra Nuvens prateadas, trabalho criado em 1966, o artista anunciou sua despedida da pintura para uma dedicação praticamente integral que pretendia dar ao cinema.
Andar em meio aos balões retangulares prateados, cujo formato nos remete a travesseiros, nos evoca sensações de diversão. Vendo nossa própria imagem refletida nos balões, que assim podem funcionar como espelhos, temos a ideia de superação da lei da gravidade, vendo fragmentos de nossa imagem flutuar.
Outro fato que salta à vista são as diversas perspectivas distorcidas que se apresentam aos nossos olhos conforme os balões mudam de posição.
O prateado atraiu sensivelmente a atenção de Andy Warhol ao ponto de, em seu famoso estúdio de produção, a Factory, ou simplesmente, "Fábrica", as paredes serem completamente revestidas de papel prateado.
Nas palavras do artista, "Prata era o futuro... era o espacial... prata era também o passado - a tela prateada... e talvez mais do que qualquer coisa, prata era o narcisismo".
Warhol começou a realizar obras com a imagem de Marilyn em 1962, logo após a misteriosa morte da atriz.Muitas questões mobilizaram a atenção de Andy Warhol durante a realização destas gravuras. Dentre elas podemos destacar a evocação da beleza da diva pop como algo que poderia sobreviver e desafiar o tempo como um ideal de glamour.
Outra possibilidade é a inevitável comparação de sua imagem com aquelas mesmas dos produtos eternizados em suas obras, a exemplo das latas de sopa Campbell, colocando ambas num mesmo patamar, como objetos de consumo da sociedade.
Em termos plásticos, a seriação permitiu que o artista pesquisasse as relações entre as cores e formas, uma vez que cada gravura tornava-se única devido ao trabalho artesanal de seleção e aplicação das camadas de tinta que dariam forma e volume aos detalhes do rosto da atriz.
O fato de esta série ter sido realizada logo após a morte da atriz também não deve ser considerada coincidência. A constatação da morte como inevitável foi tema de outras obras do artista, como nas séries Desastres de carros e Cadeiras elétricas, ambas realizadas à mesma época.Neste sentido é inevitável compararmos estas cenas relacionadas à morte, as escolhas de Warhol em exibi-las em contraste com intenso colorido das telas. Este constraste pode ser pensado porque as cenas são, para o artista, o fruto de um certo modo de vida americano, voltado ao consumo, até mesmo das imagens da morte.
Tendo realizado fotografias polaróides de várias celebridades como Liza Minnelli e Sylvester Stallone, vamos dar uma olhada na imagem ao lado chamada Arnold Schwarzenegger, 1977, Polaroid Polacolor 108 - 10,8 x 8,6 cm.Para finalizar vamos falar da imagem que retrata Pelé, Pele, serigrafia sobre papel Curtis Rag - 114,3 x 88,9 cm. Ela foi realizada na época
em que o jogador de futebol morava nos Estados Unidos com sua família e jogava no New York Cosmos, onde encerrou sua carreira exportiva.segunda-feira, 5 de julho de 2010
A ARTE NA CIVILIZAÇÃO EGÉIA
A descoberta dos povos que habitavam as ilhas do mar Egeu antes do desenvolvimento da civilização grega é relativamente recente: ocorreu em 1870, quando o pesquisador alemão Heinrich Schliemann (1822-1890) encontrou vestígios de antigas cidades. Mais tarde, em 1900, o arqueólogo inglês Sir Arthur Evans (1851-1941) localizaria o que ainda restava do Palácio de Cnossos, na ilha de Creta. O conhecimento que temos dessa civilização, entretanto, é ainda pequeno.

adas, foram encontradas na cidade de Vafió, daí o seu nome. Nelas estão representados, em baixo-relevo, touros e elementos da natureza.
uisadores acreditam terem sido os micênicos, ou aqueus, que fizeram a Guerra de Tróia, da qual temos conhecimento por meio dos poemas épicos Ilíada e Odisséia, atribuidos a Homero (c. século VIII a.C.). Para esses pesquisadores, os locais descritos nos poemas podem ser identificados com aqueles em que foi encontrado o maior número de vestígios da civilização micênica.sábado, 3 de julho de 2010
COFFEE PRINCE

quinta-feira, 1 de julho de 2010
A ARTE NO EGITO
Desenvolvida às margens do rio Nilo, na África, a civilização egípcia foi uma das mais importantes da Antiguidade. De organização social bastante complexa e riquíssima em realizações culturais, produziu também uma escrita bem estruturada, graças à qual podemos, hoje, conhecer muitos detalhes dessa civilização.
Visão geral da mastaba, túmulo egípcio que deu origem às pirâmides.
A palavra mastaba provém do termo árabe maabba, que significa "banco", pois à distância esse tipo de túmulo lembra um banco de pedra ou lama. As mastabas podima ser construídas com pedra calcária ou tijolo de barro (adobe). A câmara mortuária, em geral, localizava-se bem abaixo da base, ligando-se a ela por uma passagem em forma de poço.
A IMPONÊNCIA DO PODER RELIGIOSO E POLÍTICO
O faraó Djoser, que deu início ao Antigo Império, exerceu o poder autoritariamente e transformou o Baixo Egito, com a capital em Mênfis, no centro mais importante do reino.
Desse período restaram importantes monumentos artísticos, erguidos para ostentara a grandiosidade e a imponência do poder político e religioso do faraó. A pirâmide de Djoser, por exemplo, foi construída pelo arquiteto Imotep na região de Sacará. Essa talvez seja a primeira construção egípcia de grandes proporções.

As obras arquitetônicas mais famosas, porém, são as pirâmides do deserto de Gizé, construídas por ordem de três importantes faraós do Antigo Império: Quéops, Quéfren e Miquerinos.
A maior dessas três pirâmides é a de Quéops: tem 146 metros de altura e ocupa uma área de 54300 metros quadrados. Esse monumento revela o domínio técnico da arquitetura egípcia: não foi utilizada nenhuma espécie de argamassa (mistura de areia e água com um aglutinante, como cal ou cimento, utilizada no assentamento de tijolos ou outros blocos de construção) entre os blocos de pedra que formam suas imensas paredes.
No Egito antigo eram também construídas esfinges, figuras fantásticas, por exemplo, com corpo de leão e cabeça humana, cuja finalidade era guardar os túmulos. Junto às pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos encontra-se a mais conhecida delas, a esfinge do faraó Quéfren. É outra obra gigantesca: tem 20 metros de altura e 74 metros de comprimento. Sua cabeça representa o faraó Quéfren, mas a ação erosiva do vento e das areias do deserto deu-lhe, ao longo dos séculos, um aspecto enigmático e misterioso.
UMA ARTE DE CONVENÇÕES
Como já foi dito, a arte egípcia estava intimamente ligada à religião, servindo de veículo para a difusão dos preceitos e das crenças religiosas. Por isso, obedecia a uma série de padrões e regras, o que limitava a criatividade ou a imaginação pessoal do artista. Assim, o artista egípcio criou uma arte anônima, pois a obra deveria revelar perfeito domínio das técnicas de execução, e não o estilo de quem a executava.
Entre as regaras seguidas p
ela pintura e nos baixos-relevos, destaca-se a lei da frontalidade, uma verdadeira marca egípcia. De acordo com ela,a arte não deveria apresentar uma reprodução naturalista, que sugerisse ilusão de realidade: pelo contrário, diante de uma figura humana retratada frontalmente, o observador deveria reconhecer claramente tratar-se de uma representação.
Na imagem ao lado, vêem-se as características determinadas pela lei da frontalidade: o tronco das figuras representadas de frente, enquanto a cabeça, as pernas e os pés vistos de perfil.
No antigo império, a escultura foi a manifestação artística que ga
nhou as mais belas representações. Embora também cheia de convenções, a escultura desenvolveu uma expressividade que surpreende o observador. Um bom exemplo é a conhecida imagem que mostra um escriba no exercício de sua função. Essa obra, encontrada em um sepulcro da necrópole de Sacará, representa bem a importância dada à escultura no Antigo Império: por meio dela, revelam-se dados particulares do retratado, como sua fisionomia, seus traços raciais e sua condição social. Trata-se de uma obra de autoria desconhecida, realizada entre 2620 e 2350 a.C., e que retrata, provavelmente, um escriba ou um príncipe. Essa dúvida é motivada pela qualidade da obra. Os cuidados com os detalhes não eram comumente dedicados pelos artistas na representação dos funcionários da burocracia do Império. A hipótese de que se trata de um escriba é reforçada pelos olhos fixos em um provável interlocutor e lábios cerrados do homem retratado, que, no momento, não está falando ou sorrindo, mas concentrado em ouvir para reproduzir por meio da escrita as palavras de quem lhe fala alguma coisa. As mãos completam a atitude de prontidão para a escrita.
Apesar da expressividade obtida na escultura do Antigo Império, no período seguinte, o Médio Império (2000 a 1750 a.C.) o convencionalismo e o conservadorismo das técnicas voltaram a produzir esculturas e retratos estereotipados (representações de acordo com o padrão fixo aceito como ideal e sem originalidade), que representavam a aparência ideal dos seres - principalmente dos reis - e não seu aspecto real.
O APOGEU DO PODER E DA ARTE
Foi no Novo Império (1580-1085 a. C.) que o Egito viveu o ponto alto de seu poderio e de sua cultura. Nesse período, os faraós reiniciaram as grandes construções, processo que havia sido interrompido por sucessivas crises políticas. Dessas construções, as mais conservadas são os templos de Luxor e Carnac, ambos dedicados ao deus Amon.
Construído por determinação de Amenófis III, por volta de 1380 a.C., o templo de luxor possui colunata composta de sete pares de colunas com cerca de 16 metros de altura. Esteticamente, seu aspecto mais importante é o novo tipo de coluna, com capitel (arremate superior) trabalhado com motivos tirados da natureza, como o papiro e a flor de lótus.
Entre os grandes monumentos funerários desse período, um dos mais importantes é o templo da rainha Hatshepsut, que reinou de 1511 a 1480 a. C. Essa construção imponente e harmoniosa deve sua beleza, em grande parte, à maneira como foi concebida: a montanha rochosa que lhe serve de fundo parece fazer parte do conjunto, o que cria uma profunda integração entre a arquitetura e o ambiente natural.
Na pintura do Novo Império surgiram criações artísticas mais leves e de cores mais variadas que as dos períodos anteriores. Abandonada a rigidez de postura das figuras, elas parecem ganhar movimento.
Tais alterações na expressão artística decorreram de mudanças políticas promovidas por Amenófis IV. Esse soberano neutralizou radicalmente o grande poder exercido pelos sacerdotes, que chegavam a dominar os próprios faraós. Com sua morte, porém, os sacerdotes retomaram o antigo poder e passaram novamente a dirigir o Egito ao lado de Tutancâmon, o novo faraó.
Tutancâmon, entretanto, viria a morrer com apenas 18 anos de idade. Em sua tumba, no Vale dos Reis, o pesquisador inglês Howard Carter encontrou, em 1922, um imenso tesouro.
O VALE DOS REIS
Localizado na margem ocidental do rio Nilo, próximo a Luxor, o Vale dos Reis iniciou sua tradição como grande necrópole quando o faraó Tutmés I, no Novo Império, decidiu
que seu túmulo seria secretamente construído lá. O objetivo de Tutmés era que seus despojos ficassem a salvo dos saqueadores, que violavam os túmulos de reis e personalidades de destaque em busca dos tesouros lá guardados.
No vale, as tumbas eram construídas no interior da montanha, às vezes até 200 metros abaixo da superfície, com acesso por meio de escadas e corredores. Isso, porém, não as salvou da profanação. Ao longo de milênios, bandos organizados procuravam e encontravam os tesouros dos faraós. Por isso, quando os arqueólogos europeus do século XIX deram início a escavações no local, apenas encontraram tumbas saqueadas. Daí a descoberta da tumba de Tutancâmon em 1922, com seus tesouros ainda intactos, haver supreendido o mundo todo.
Hoje o Vale dos Mortos, descoberto recentemente, é um dos principais pontos turísticos do Egito. Encontram-se lá mais de sessenta tumbas, onde é possível apreciar belíssimas pinturas murais com cenas extraídas do Livro dos Mortos, que narra as alegrias e as tristezas da vida além da morte.
A pouco mais de um quilômetro dali fica o Vale das Rainhas, com cerca de oitenta tumbas, muitas delas destruídas.
Trono e sarcófago de ouro de Tutancâmon
O túmulo de Tutancâmon é uma grande construção formada por um salão de entrada, onde duas portas secretas dão acesso à chamada "câmara do tesouro" e à sala sepulcral. O tesouro era constituído por vasos, arcas, um rico trono, carruagens, esquifes e inúmeras peças de escultura, entre as quais duas estátuas de quase 2 metros, representando o jovem soberano.
Os reis da dinastia que se seguiu ao reinado de Tutancâmon preocuparam-se em expandir o poderio político do Egito, o que foi conseguido por Ramsés II. Como conseq
uência, toda a arte de seu reinado foi uma demonstração de poder. Isso pode ser observado, por exemplo, nas estátuas gigantescas e nas imensas colunas comemorativas dos feitos políticos desse soberano.O scanner e Rudyard Kipling
AKIRA, O FILME

http://www.skyanimes.com/index.php?page=Mangas/Akira
APLICATIVO ORIENTA SOBRE OS SINTOMAS DO CORONAVÍRUS
https://coronabr.com.br/








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