Hoje eu fui até a Balsa para atender a uma turminha. Estava encostada no ancoradouro esperando pela dita cuja quando essa criatura branca aí pousou do meu lado. Ainda tive tempo de pegar a câmera da mochila, me posicionar e bater a foto. Parecia até que ela estava esperando. Por isso que eu digo pra sempre andar com uma câmera, por menor que seja. Nunca se sabe. Depois que bati, ela voou. Mesmo os moradores dali ficaram admirados do bicho ter chegado tão perto e ter ficado tanto tempo ali. Coisa de gente urbana ou não, compartilho neste dia esse momento surreal.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
MOMENTO SURREAL
Hoje eu fui até a Balsa para atender a uma turminha. Estava encostada no ancoradouro esperando pela dita cuja quando essa criatura branca aí pousou do meu lado. Ainda tive tempo de pegar a câmera da mochila, me posicionar e bater a foto. Parecia até que ela estava esperando. Por isso que eu digo pra sempre andar com uma câmera, por menor que seja. Nunca se sabe. Depois que bati, ela voou. Mesmo os moradores dali ficaram admirados do bicho ter chegado tão perto e ter ficado tanto tempo ali. Coisa de gente urbana ou não, compartilho neste dia esse momento surreal.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
THE SMITHS
terça-feira, 17 de maio de 2011
PARA QUEM GOSTA DE MÚSICA CLÁSSICA...
segunda-feira, 16 de maio de 2011
USE FILTRO SOLAR
domingo, 15 de maio de 2011
MOTORMANIA
sábado, 14 de maio de 2011
ESTRUTURAS NARRATIVAS: O HERÓI
Como se pode ver, na ficção, o brasileiro carece de figuras heróicas. Isso se deve ao predomínio ideário da comunicação em massa estrangeira que acaba manipulando as estruturas narrativas para estabelecer o predomínio de uma ideologia estrangeira. Para o brasileiro, se existe alguma figura fictícia com status de herói ela geralmente é tida como uma figura de segunda linha e relegada à uma categoria de humor ou cine trash.
Além dos heróis fictícios, temos também os heróis reais, pessoas cuja existência é maior do que sua própria vida pois seus feitos inspiram e alimentam as gerações posteriores. Novamente, são poucos os heróis fictícios brasileiros e geralmente eles tem uma função de manutenção do estado, estado ligados geralmente à feitos políticos. Alguns nem se sabe se realmente existiram, como no caso de Tiradentes, o bode expiatório histórico. Tiradentes ilustra bem o dito popular que "Herói é aquele que não teve tempo de correr", pois sendo um alferes em um grupo elitizado, foi o único que não foi expatriado ou teve a pena amenizada por influência de parentes ricos e por isso acabou sendo o único em todo o grupo a pagar o pato. A mídia ainda trabalhou bem a imagem do alferes que geralmente o retrata como um tipo de Jesus Cristo recrucificado (no caso, enforcado). Outros heróis simplesmente caem no esquecimento por questões raciais (o caso de Zumbi, por exemplo). E outras figuras acabam sendo elevadas à categoria de heróis sem nenhum feito extraordinário, geralmente por estar ligado à nossa despódica política, como foi o caso de Tancredo Neves, ou, a história irá dizer, de Lula.
No entanto, a figura de herói vai bem além das mazelas que a comunicação em massa foi construindo ao longo do tempo. Herói é todo aquele que trás dentro de si a potencialidade de ultrapassar barreiras, de partir em uma jornada em busca de si mesmo e ao longo desse, se enriquecer enquanto ser humano a ponto de inspirar aos que estão à sua volta. Herói é aquele cujas memórias ou feitos se perpetuam, mesmo após a sua morte. É aquele que se imortaliza nesse elo incessante de informações que nos une enquanto seres humanos e que estabelece essa sensação de continuidade e passagem do tempo que todos carregamos.
Dentro desta análise, todas as pessoas são heróis. Então, quando você estrutura um personagem principal para a sua saga, o que você precisa pensar é qual o tipo de pessoa que será inspirada pelas ações de seu herói. Na televisão, essas pessoas são o público alvo. E será o fato de acertar neste público alvo que irá gerar o ibope. A estrutura do herói é algo móvel que vai mudando com o tempo, apesar de algumas características se manterem. Pense em seu herói como em alguém na base de uma escada totalmente nú. Ele irá subir essa escada ao longo da história de modo que no topo ele estará totalmente vestido de forma a você conseguir compreender a sua personalidade. Por essa característica de inocência ou falta de experiência, geralmente a figura do herói está ligada ao jovem ou ao adulto jovem. Mas o envelhecimento da população tem criado espaço para as mais diversas idades, desde que se consiga indicar uma pureza ou inexperiência em alguma área que será suprida ao longo da narrativa e se sobressairá no final. Em resumo, o herói é aquele que ultrapassa os limites, quer seja por inexperiência, falta do saber ou impetuosidade e cujos atos se tornam maiores do que sua própria individualidade pois inspiram os que estão em derredor.
Na próxima aula eu vou falar sobre uma outra figura que está muito em voga nas construções narrativas, o anti-herói.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
ÁGUA
terça-feira, 10 de maio de 2011
AL DENTE
sexta-feira, 6 de maio de 2011
LOMOGRAFIA















quinta-feira, 5 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
HISTÓRIA DA FILMADORA
A Ampex vendeu uma de sua primeiras câmeras de vídeo (VTR) por 50 000 dólares para a Central Broadcasting System - mais conhecida como rede de televisão ABC dos EUA - que exibiu programa Douglas Edwards and the News no dia 30 de novembro de 1956.
Esse foi o primeiro programa de TV a exibir imagens em videotape. Apesar de os aparelhos serem grandes, complexos e frágeis, esse foi um avanço incrível. Em vez de fazer TV ao vivo, os produtores poderiam gravar os programas para serem exibidos mais tarde. Os enormes rolos de fita magnética eram produzidos pela 3M Company e custavam pouco mais de 300 anos cada um.
Levou 20 anos para a tecnologia dos tapes. Isso aconteceu em 1975 com a chegada de um tipo de videocassete chamado Betamax.
Hoje em dia ainda se esbarra em alguns seriados com esta idéia de que só os perdedores tinham um Beta. Isso aconteceu porque quando o Beta saiu todo mundo ficou muito entusiasmado com a idéia de gravar e assistir seus vídeos quando bem entendesse. Mas um ano depois surjiu um concorrente para o Beta com o VHS produzido pela JVC, muito mais compacto.
Por um tempo as duas marcas brigaram pelo mercado de consumo e por fim o VHS venceu, deixando os proprietários dos Beta com um trambolhão em casa. A Beta ainda lançou uma filmadora portátil em 1983 que andou deslocando o ombro de muito cineasta por aí pois era um trambolhão do tamanho de uma mala, mas 2 anos depois a Sony lançou uma filmadora com fita de vídeo de 8mm bem menor e mais intuitiva.
Estas câmeras eram populares, fáceis de manusear mas tirando a função divertida de registrar os momentos de lazer da família tinha uma qualidade de imagem muito ruim.
Outra coisa que ocorria com as fitas magnéticas é que conforme se regravava uma fita (gravava por cima) a qualidade da imagem ia ficando cada vez pior. Sem falar que a fita desgastava com o tempo. Por isso, quando a tecnologia do vídeo digital chegou em 1996, ela inovou de várias formas. Primeiro, porque o arquivo digital não se deteriorava com o uso. Segundo porque você podia gravar várias e várias vezes sem ficar se preocupando com os custos do filme e também da revelação do mesmo. Restava ainda trabalhar com relação à qualidade de imagem, o que está sendo feito nos últimos anos a ponto de finalmente a imagem digital estar conseguindo chegar ao cinema. Então, quando você sacar o seu smart fone e sair gravando aquela cena inesquecível ou engraçada, saiba que essa é uma facilidade impossível de ser pensada há cerca de vinte anos atrás.
APLICATIVO ORIENTA SOBRE OS SINTOMAS DO CORONAVÍRUS
https://coronabr.com.br/









