terça-feira, 24 de maio de 2011
DESABAFO
segunda-feira, 23 de maio de 2011
CENAS INESQUECÍVEIS DO CINEMA
domingo, 22 de maio de 2011
A ARTE NA MECÂNICA DO MOVIMENTO
Está ocorrendo no Sesi da Av. Paulita, número 1313, a exposição A ARTE NA MECÂNICA DO MOVIMENTO. É uma exposição made in Suiça que mostra a evolução das caixas de música e dos autômatos (bonecos com movimento), com diversas obras trazidas da Suiça, França e Alemanha. Infelizmente eu quebrei a cara, porque não se pode gravar ou fotografar nada no interior da exposição que é totalmente gratuita. E eu achando que ia rechear esta postagem de fotos inéditas. De uma forma ou de outra, encontrei um vídeo que mostra um pouco da exposição. Se tiver tempo, dê uma passada lá e tenha momentos interessantes. Uma dica, procure acompanhar um monitor para poder ver os equipamentos em funcionamento.
sábado, 21 de maio de 2011
PAI E FILHA
sexta-feira, 20 de maio de 2011
ANSEL ADAMS
Mas foi ao conhecer e ser patrocinado por um rico mecenas chamado Albert M. Bender que Ansel Adams pode aos poucos se aprofundando na fotografia que acabou se tornando sua atividade principal. Inicialmente começou a se aprofundar nas técnicas de tratamento da imagem na câmera escura. Ao ajudar a fundar o grupo f/64 inicia-se de vez o processo de pesquisa e aprofundamento das técnicas de processo fotográfico. É claro, nessa época todo o processo era analógico, não tendo ainda ocorrido o advento da fotografia digital. Ansel Adams era um fotógrafo obcecado pela técnica acima de tudo. Quando falava, parecia mais um cientista do que um artista fotográfico. Toda essa preocupação com cada detalhe antes da captura acabou resultando em três livros, já disponíveis no Brasil, chamados A câmera, O negativo e A cópia. São livros caros. Uma dica é que no Sesc de Santo André existem os livros para empréstimo.
Hoje em dia ninguém discute a contribuição de Adams para a fotografia. Mas existem aqueles que acreditem que dentro de toda a sua técnica, aquela sensibilidade artística acabou sendo perdida. Existe sempre algo de artificial, pré-montado ou estilizado em suas imagens em P&B. Mas talvez a forma criativa de Adams fosse realmente esse preciosismo com a técnica, com a simetria, como equilíbrio.



quinta-feira, 19 de maio de 2011
MOMENTO SURREAL
Hoje eu fui até a Balsa para atender a uma turminha. Estava encostada no ancoradouro esperando pela dita cuja quando essa criatura branca aí pousou do meu lado. Ainda tive tempo de pegar a câmera da mochila, me posicionar e bater a foto. Parecia até que ela estava esperando. Por isso que eu digo pra sempre andar com uma câmera, por menor que seja. Nunca se sabe. Depois que bati, ela voou. Mesmo os moradores dali ficaram admirados do bicho ter chegado tão perto e ter ficado tanto tempo ali. Coisa de gente urbana ou não, compartilho neste dia esse momento surreal.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
THE SMITHS
terça-feira, 17 de maio de 2011
PARA QUEM GOSTA DE MÚSICA CLÁSSICA...
segunda-feira, 16 de maio de 2011
USE FILTRO SOLAR
domingo, 15 de maio de 2011
MOTORMANIA
sábado, 14 de maio de 2011
ESTRUTURAS NARRATIVAS: O HERÓI
Como se pode ver, na ficção, o brasileiro carece de figuras heróicas. Isso se deve ao predomínio ideário da comunicação em massa estrangeira que acaba manipulando as estruturas narrativas para estabelecer o predomínio de uma ideologia estrangeira. Para o brasileiro, se existe alguma figura fictícia com status de herói ela geralmente é tida como uma figura de segunda linha e relegada à uma categoria de humor ou cine trash.
Além dos heróis fictícios, temos também os heróis reais, pessoas cuja existência é maior do que sua própria vida pois seus feitos inspiram e alimentam as gerações posteriores. Novamente, são poucos os heróis fictícios brasileiros e geralmente eles tem uma função de manutenção do estado, estado ligados geralmente à feitos políticos. Alguns nem se sabe se realmente existiram, como no caso de Tiradentes, o bode expiatório histórico. Tiradentes ilustra bem o dito popular que "Herói é aquele que não teve tempo de correr", pois sendo um alferes em um grupo elitizado, foi o único que não foi expatriado ou teve a pena amenizada por influência de parentes ricos e por isso acabou sendo o único em todo o grupo a pagar o pato. A mídia ainda trabalhou bem a imagem do alferes que geralmente o retrata como um tipo de Jesus Cristo recrucificado (no caso, enforcado). Outros heróis simplesmente caem no esquecimento por questões raciais (o caso de Zumbi, por exemplo). E outras figuras acabam sendo elevadas à categoria de heróis sem nenhum feito extraordinário, geralmente por estar ligado à nossa despódica política, como foi o caso de Tancredo Neves, ou, a história irá dizer, de Lula.
No entanto, a figura de herói vai bem além das mazelas que a comunicação em massa foi construindo ao longo do tempo. Herói é todo aquele que trás dentro de si a potencialidade de ultrapassar barreiras, de partir em uma jornada em busca de si mesmo e ao longo desse, se enriquecer enquanto ser humano a ponto de inspirar aos que estão à sua volta. Herói é aquele cujas memórias ou feitos se perpetuam, mesmo após a sua morte. É aquele que se imortaliza nesse elo incessante de informações que nos une enquanto seres humanos e que estabelece essa sensação de continuidade e passagem do tempo que todos carregamos.
Dentro desta análise, todas as pessoas são heróis. Então, quando você estrutura um personagem principal para a sua saga, o que você precisa pensar é qual o tipo de pessoa que será inspirada pelas ações de seu herói. Na televisão, essas pessoas são o público alvo. E será o fato de acertar neste público alvo que irá gerar o ibope. A estrutura do herói é algo móvel que vai mudando com o tempo, apesar de algumas características se manterem. Pense em seu herói como em alguém na base de uma escada totalmente nú. Ele irá subir essa escada ao longo da história de modo que no topo ele estará totalmente vestido de forma a você conseguir compreender a sua personalidade. Por essa característica de inocência ou falta de experiência, geralmente a figura do herói está ligada ao jovem ou ao adulto jovem. Mas o envelhecimento da população tem criado espaço para as mais diversas idades, desde que se consiga indicar uma pureza ou inexperiência em alguma área que será suprida ao longo da narrativa e se sobressairá no final. Em resumo, o herói é aquele que ultrapassa os limites, quer seja por inexperiência, falta do saber ou impetuosidade e cujos atos se tornam maiores do que sua própria individualidade pois inspiram os que estão em derredor.
Na próxima aula eu vou falar sobre uma outra figura que está muito em voga nas construções narrativas, o anti-herói.
APLICATIVO ORIENTA SOBRE OS SINTOMAS DO CORONAVÍRUS
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