terça-feira, 11 de outubro de 2011

QUEM FOI EDGAR ALLAN POE


Havia algo de estranho e sombrio naquele homem invariavelmente vestido com uma capa preta e surrada, muito magro. Mas, ao mesmo tempo, sempre descrito como belo, elegante e extremamente fascinante. Muito bem-falante, Edgar Allan Poe devorava seus interlocutores com os olhos. E escrevia aqueles contos e poemas tão inusitados, que gelavam a espinha do leitor.
Nascido em Boston, Estados Unidos, em 19 de janeiro de 1809, era filho de atores decadentes, que morreram antes de o pequeno Edgar completar três anos. Foi então acolhido por um casal de Richmond, Virginia. O ambiente sulista, escravocata e de arcaica estrutura social, viria a ser decisivo para a sua formação: aquele cenário, no qual a presença negra era tão forte, o impressionou vivamente. No contato com suas amas e criados, Poe teve acesso às narrativas folclóricas, aos relatos sobre os cemitérios e os cadáveres que vagavam pelos pântanos da região. esta foi a base do mundo sobrenatural que ele passou a organizar em sua mente, solidificado pela leitura de revistas britânicas divulgadoras do Romantismo.
A infância de Edgar foi tranqüila e confortável, tendo estudado em ótimos colégios, inclusive no exterior. Fortes laços afetivos o uniam a Frances, sua nova mãe; entretanto, os choques violentos viriam a ser a tônica do seu relacionamento com seu protetor, John Allan: os pendores poéticos do jovem eram abominados pelo comerciante, que queria vê-lo seguindo a sua carreira, ou qualquer outra considerada "respeitável".
De 1826 a 1830, Poe tentou a Universidade e a Academia Militar de West Point. Ambas foram interrompidas um ano depois de iniciadas. O ambiente boêmio universitário seduziu o jovem Edgar, que passou a beber e a jogar. Quanto à vida na caserna, percebeu logo que não havia sido talhado para ela. Agravando a situação, John Allan se recusava obstinadamente a lhe dar dinheiro suficiente para viver como seus colegas. Nesse período, conseguiu publicar seus dois primeiros livros: Tarmelão e outros poemas e Al Aaraaf, que, mal recebidos pelo público, não lhe renderam compensações financeiras.
Diante da incompreensão que cercou sua obra, sem dinheiro ou abrigo, refugiou-se em Baltimore, em casa de Maria Clemm, sua tia pelo lado paterno. Nela encontrou tanto amor quanto lhe havia dedicado Frances, mulher de Allan, falecida há pouco.
Passou a escrever contos, gênero de maior aceitação que a poesia, e em 1833 ganhou um concurso com "Manuscrito encontrado numa garrafa". No ano seguinte, voltou a procurar John Allan, ao saber que ele estava à morte. O pai adotivo, que tinha se casado novamente, foi tomado de um ataque ao vê-lo. Morreu pouco depois, sem deixar a Edgar nada além do nome.
Apesar das adversidades, Poe casou-se no ano seguinte com Virgínia Clemm, sua prima doze anos mais nova. Obteve o emprego de redador de uma revista de Richmond, para onde se transferiu mais tarde com a mulher e a tia. Pouco depois, mudou-se novamente, dessa vez para uma cidade em que os horizontes profissionais eram mais amplos. Foi um período de sucessivas mudanças - de Nova York para Filadélfia e vice-versa, com ocasionais retornos a Baltimore e Richmond - marcado por passagens por diversas revistas literárias.
Dotado de espantosa inteligência, seu raciocínio lógico o levaria não só a elaborar intrincadas narrativas policiais, mas também a resolver um crime real, através da literatura: baseado no assassinato de Mary Cecilia Rogers, que estava denorteando a polícia de Nova York, Poe decidiu escrever "O mistério de Marie Roget" (1842) e, formulando hipóteses e deduções, deu um final ao conto que, em seguida, foi confirmado como a resolução do enigma que envolvia a morte da jovem nova-iorquina!
Sua produção arrebanhou-lhe fama e prestígio crescentes, que nem sempre lhe asseguraram o s meios de sobrevivência. Em constantes dificuldades financeiras, viu algusn de seus contos como "Os assassinatos da Rua Morgue" (1841) e o "Escaravelho de ouro" (1843) (de certo modo, pioneiros da literatura policial) serem premiados. Neste período surgiram os Contos do grotesco e do arabesco, em que deu vazão ao lado mais sinistro de seu talento.
A longa doença que acometeu Virgínia em 1842 foi um golpe dilacerante para Edgar, que, apesar disso, encontrava-se em efervescência criativa, tendo escrito nessa fase sua obra-prima: o poema O Corvo, acolhido pela crítica e pelo público com entusiasmo, e vários de seus mais famosos contos. Virgínia veio a morrer em 1847. A fase de grande produção de Poe encerrara-se pouco antes.
Nos últimos anos de sua vida, debateu-se com seus fantasmas, recorrendo ao álcool e ao ópio como remédio contra as angústias e dificuldades que o afligiam. Em 1848, na Filadélfia, Poe embriagou-se a ponto de ser encontrado sem sentidos nas ruas da cidade. Morreu a 7 de outubro daquele ano. Sua grande obra, mágica, lírica e macabra, permanece eterna.
Para quem gosta, está sendo feito agora um filme com base nas obras de Poe chamado The Raven que provavelmente deve estrear ano que vem.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

QUEM FOI LEWIS CARROLL


Austera, obstinada, virtuosa, subiu ao trono da Inglaterra, em 1838, Alexandrina Vitória, que implantaria um estilo marcante de governo durante os 63 anos de seu reinado. O povo inglês sofria ainda as conseqüências negativas da Revolução Industrial (1780): o abandono do campo pela cidade sujeitava o homem a baixos salários; a classe operária exigia maiores direitos e garantias diante das brutais condições de trabalho das fábricas recém-criadas e lutava pela sua representação no Parlamento, recorrendo a agitações e revoltas; e, finalmente, a superprodução de mercadorias não absorvidas pelo mercado interno havia levado o país a uma profunda depressão econômica.
Assessorada por uma elite de políticos e economistas brilhantes, a rainha Vitória, movida pela pressão dos acontecimentos, transformaria a Inglaterra no maior império colonial depois de Roma, através de conquistas e domínios nos cinco continentes.
Enquanto isso acontecia, o jovem Charles Dodgson, filho mais velho de uma família relativamente abastada, entretinha seus sete irmãos com jogos e passatempos criados por ele mesmo. Nascido na pequena cidade de Daresbury, próxima de Manchester, em 1832, o aparentemente dócil Charles preparava-se para seguir a carreira que seu pai lhe apontara: a de membro do clero da Igreja da Inglaterra.
O rigor das escolhas que freqüentou tornou-o gago. Mas os anos passados na Universidade de Oxford foram mais brandos: diplomou-se com louvor e foi convidado a permanecer naquele estabelecimento, lecionando Matemática. Nesse período Charles publicou poemas e contos na revista The train. Foi seu editor que lhe sugeriu o pseudônimo de Lewis Carroll.
Na Universidade, tornara-se amigo das três filhas do novo diretor. Da mesma forma que distraía seus irmãos quando pequenos, Lewis Carroll cativou-as contando-lhes histórias imaginadas por ele mesmo. Tímido e retraído entre adultos, estava sempre à vontade no meio das crianças. Sua predileção por Alice - uma das três irmãs - levou-o a contar-lhe uma história em que ela própria era a personagem principal. Alice, encantada, pediu a Carroll que escrevesse essas aventuras para ela. O pequeno volume ilustrado e escrito por ele foi lido e relido por todos os amigos de Alice. Em 1866, Carroll resolveu publicá-lo com o título de Alice no País das Maravilhas, e alguns anos depois escreveu Através do espelho e o que Alice encontrou lá: ambos descrevem aventuras vividas por Alice enquanto sonhava.
Em meados deste século, Freud, o pai da psicanálise, realizou as primeiras pesquisas sobre a natureza do sonho. Seu discípulo Jung acrescentou, mais tarde, novas e importantes informações nesse campo. Desde então, a ciência não avançou muito nos seus estudos sobre o sonho. Sabe-se, porém, que a intensa atividade cerebral durante o sono indica que todos sonhamos e que isso é indispensável à nossa saúde mental. Ao criar situações e personagens absurdas, Lewis Carroll tornou-se o primeiro escritor a trabalhar comas peculiaridades do mundo onírico, onde tudo é possível e os acontecimentos são sempre imprevisíveis. Nele, o Tempo pode adiantar a hora do almoço, a Rainha condena as criaturas à morte mas ninguém é executado, os animais convivem em condições de igualdade com os seres humanos.
Desde a sua publicação, filósofos, psicólogos e estudiosos de literatura têm se dedicado a analisar a obra-prima de Carroll. E embora as conclusões sejam muito diferentes entre si, há mais de um século admira-se o talento original e sensível do criador de Alice, que procurava na linguagem convencional novas e desconcertantes possibilidades de expressão. "Cuide do sentido e os sons das palavras cuidarão de si mesmos" - diz a Duquesa a Alice, numa das passagens do livro, exprimindo, com certeza, um ponto de vista do próprio autor.
Carroll publicou ainda, com seu nome de batismo - Dodgson - obras didáticas sobre matemática e lógica, tratando essas ciências frequëntemente sob o prisma do humor.
Morreu em Guildford, no sul da Inglaterra, em 1898, feliz com a montagem teatral das aventuras de Alice no País das Maravilhas.

domingo, 9 de outubro de 2011

OS GATOS NA MITOLOGIA E NA IMAGINAÇÃO

O gato cativa a imaginação humana desde o antigo Egito, embora, como a floresta, seu significado tenha variado grandemente. Em zonas rurais, ele sempre foi um animal "trabalhador", caçador de ratos, o que deixou pouco espaço para o misticismo; mesmo assim, algo em sua natureza e aparência lhe deu um simbolismo que tem a ver com a noite e o mistério. Gatos pretos, hoje relacionados com o azar, já foram associados à feitiçaria. Muitas histórias infantis, como Alice no País das Maravilhas e O gato que se virava sozinho, têm gatos como personagens importantes. No antigo Egito, eles eram adorados: Bastet era uma deusa em forma de gato. Imagens felinas eram objeto de veneração, e gatos domésticos foram mumificados ao morrer para que, como as pessoas, pudessem passar para a outra vida.
Deusa gato Bastet, do antigo Egito

Terça-feira de Leonora Carrington, combina estranhas criaturas semelhantes a gatos em uma sequência de sonho.

Alice encontra o gato risonho no país das maravilhas

Nas artes contemporâneas os gatos tem sofrido alterações enquanto símbolo, por estarem sendo adaptados para o universo infantil. Gatos não são mais apenas símbolo de malefício, mas também de graça e agilidade. Desde o famoso Gato de Botas ressuscitado em Shrek
Até as versões de Tom e Jerry
e Garfield
e os Thundercats agora ressuscitados em uma parceria com o Japão em uma minissérie animada além de um filme que está prestes a estourar para a nova geração esse sucesso da década de 80
Aliás, entre os produtores japoneses existem inúmeros personagens mesclados a gatos. Mesmo o autor de A viagem de Chihiro fez um filme animado com uma personagem que ao salvar um gato acaba se transformando em um.


sábado, 8 de outubro de 2011

QUINO

Quino é o famoso cartunista argentino criador da sempre contestadora Mafalda, famosa por suas questões filosóficas a respeito do mundo. Talvez por estimular o pensamento crítico seja fácil de entender porque as televisões abertas brasileiras nunca se interessaram em passar o desenho animado, apesar dos quadrinhos continuarem sendo publicados em jornais e em graphic novels aqui no Brasil. É melhor não despertar nas crianças certas idéias.
Todo o universo de Mafalda é criado com base na observação das interações humanas, na forma como tratamos o mundo e como anda a dinâmica da sociedade. Apesar de ser uma visão de mundo criada na década de 60, muitas das idéias ainda permanecem atuais e muitos dos questionamentos continuam valendo.










sexta-feira, 7 de outubro de 2011

AEON FLUX

Eu quase não falo das animações norte americanas por que elas estão bem envelhecidas por conta da estrutura criada pela indústria televisiva e cinematográfica de ficar reapresentando as mesmas histórias a cada 10 ou 15 anos. 90% da produção que vemos hoje são releituras dos mesmos personagens que geralmente são imortais em sua história, especialmente os personagens em quadrinhos que estão eternamente presos em um mesmo momento em uma história que nunca tem um desfecho. AEON FLUX, criada por Peter Chung para um programa da MTV em 1991, não é uma exceção mas, ao menos, segue uma construção ligeiramente diferente. Você tem os personagens fixos, o governante tirano ou idealista, os oprimidos que se opõem a este tirano e uma série de personagens grotescos que aparecem no meio do conflito entre estas duas forças. Aeon Flux é uma agente monican que à vezes luta, às vezes ajuda este governante, num jogo meio dúbio de amor e ódio. As vezes é uma heroína, outras vezes uma terrorista. As vezes consegue levar suas missões com êxito, outras não. A série animada contava com histórias fechadas onde cada capítulo, apesar de estar situado no mesmo ambiente, não estava linearmente ligado à história anterior. Com estas histórias fechadas, os finais são sempre uma surpresa, e a forma de explorar a personagem que tem um traço feio para combinar com sua personalidade distorcida se torna mais ampla e imprecisa. Resumindo, para quem não gosta das fórmulas prontas nas estruturas de heróis, Aeon Flux é muito interessante por misturar pitadas de antropologia, com filosofia e psicologia, causando um impacto duradouro na mente do espectador buscando estimular pensamentos mais profundos a respeito da condição humana. Recentemente foi feita uma versão para cinema que se baseou em um dos capítulos da série animada que é bem interessante. A série pode ser toda baixada no http://www.meikai-animes.net/media/serie/media_1451

ABERTURA DA SÉRIE

CENAS DO FILME

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

NORMAN MCLAREN

Norman McLaren foi um animador escocês que teve quase todas suas obras patrocinadas pelo governo Canadense. Gostava de desenhar direto na película, tendo uma predileção pelo desenho de... galinhas (rs). Criava suas animações ao ritmo do Jazz, seu tipo de música predileto. O que trago aqui é aquela que é considerada sua obra prima, uma animação estilo Stop Motion que mostra a irracionalidade do homem, chamada Vizinhos, criada em 1952.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

FADAS NO DIVÃ de Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso

Comecei finalmente a colocar em dia minha literatura atrasada e esbarrei nesse livro que faz meses que comprei e ainda não tinha tido tempo de ler. Trata-se de uma análise psicológica feita das histórias infantis. Trago aqui transcrito um trecho inicial. Para quem quer se aprofundar no tema Contos de Fadas, um livro muito interessante.

Certo dia, a mãe de uma menina mandou que ela levasse um pouco de pão e leite para sua avó. Quando caminhava pela floresta, um lobo aproximou-se e perguntou-lhe onde ia.
- Para a casa da vovó.
- Por qual caminho, o dos alfinetes ou o das agulhas?
- O das agulhas.
O lobo seguiu pelo caminho dos alfinetes e chegou primeiro à casa. Matou a avó, despejou seu sangue numa garrafa, cortou a carne em fatias e colocou numa travessa. Depois, vestiu sua roupa de dormir e deitou-se na cama, à espera.
Pa, pam.
- Entre, querida.
- Olá, vovó. Trouze um pouco de pão e leite.
- Sirva-se também, querida. Há carne e vinho na copa. A menina comeu o que foi oferecido, enquanto um gatinho dizia: "menina perdida! Comer a carne e beber o sangue da avó!"
Então, o lobo disse:
- Tire a roupa e deite-se comigo.
- Onde ponho meu avental?
- Jogue no fogo. Você não vai precisar mais dele.
Para cada peça de roupa (...) a menina fazia a mesma pergunta, e a cada vez o lobo respondia:
- Jogue no fogo...(etc.).
Quando a menina se deitou na cama, disse:
- Ah, vovó! Como você é peluda!
- É para me manter mais aquecida, querida.
- Ah, vovó! Que ombros largos você tem!
(etc., etc., nos moldes do diálogo conhecido, até o clássico desfecho):
- Ah, vovó! Que dentes grandes você tem!
É para comer melhor você, querida.
E ele a devorou.

Para nosso espanto, este conto recolhido na França, por Charles Perrault, da tradição oral camponesa do século XVII, termina bruscamente aqui. O corajoso caçador, que viria matar o lobo e resgatar com vida a pobre Chapeuzinho Vermelho e sua querida avó, não existe nesta versão. Não existe um final feliz, nem uma moral da história. O seu objetivo original, afirma Robert Darnton, não era o de prevenir as crianças a respeito dos perigos da desobediência aos pais (na versão moderna do conto, Chapeuzinho escolhe o caminho oposto ao recomendado por sua mãe), de modo a protegê-la do contato precoce com a sexualidade adulta. As narrativas populares européias, matrizes dos modernos contos infantis que, a partir das adaptações feitas no século XIX, passaram a integrar a rica mitologia universal, não apresentavam a riqueza simbólica que faz dos contos de fadas um depositário de significações inconscientes aberto à interpretação psicanalítica. Na verdade, eles nem eram destinados especificamente às crianças, nem parecem aliados a uma pedagogia iluminista. "Longe de ocultar sua mensagem com símbolos, os contadores de histórias do século XVIII, na França, retratavam um mundo de brutalidade nua e crua", escreve Robert Darnton.

sábado, 1 de outubro de 2011

BREAKING BAD

Faz tempo que não falo de minisséries norte americanas então vou falar um pouco dessa. Imagine que você passou toda a sua vida levando uma vida digna, trabalhando, casando, tendo os filhos e superando todas as adversidades que a vida colocou em seu caminho com esforço e honestidade. Você foi capaz de comprar uma boa casa (que ainda esta hipotecada é lógico), se casou com uma boa pessoa (que se revela cheia de falhas é claro), teve um filho que por conta de um problema acabou apresentando dificuldades motoras e cognitivas. Sua grande chance de sucesso profissional passou e você se viu obrigado a pegar um trabalho mais sólido, que lhe desse salvaguarda para manter sua família. Para complementar o orçamento de casa, se viu obrigado a pegar um segundo emprego insignificante e até um pouco humilhante para manter as contas em dia. Tem um carro que anda, mas está longe de ser o ideal de consumo. Enfim, você leva uma vida normal e ordinária, mas se conforma com o seu quinhão de felicidade até que... descobre que está com um câncer terminal inoperável e que sua mulher, na beira da menopausa, decidiu engravidar de novo de um bebê que você provavelmente não verá nascer. O que você faz? Bem, esta é a introdução para Breaking Bad onde um professor de química acaba trabalhando para o cartel de drogas por uma questão de dinheiro. É preciso pensar no sustento da família. E afinal, o que tem ele a perder? Se você gosta desses personagens que vão mergulhando mais e mais nos aspectos mais sombrios da natureza humana, você com certeza vai gostar dessa minissérie que já está entrando no quarto ano nos EUA. Você pode baixar os capítulos no http://www.seriesfree.biz/2010/03/breaking-bad/

APLICATIVO ORIENTA SOBRE OS SINTOMAS DO CORONAVÍRUS

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