terça-feira, 17 de janeiro de 2012

APRENDA A FOTOGRAFAR

A Canon, marca líder em câmeras DSLR do mundo e do Brasil, não deixou a eterna rival Nikon brilhar sozinha. O Canon College (www.canoncollege.com.br), também devotado em princípio a apresentar as técnicas fotográficas a entusiastas e iniciantes, é coordenado por Victor Marim, fotógrafo e especialista em Câmeras EOS da Canon. Embora o curso já exista no Japão e outros países, foi necessário fazer adaptações no conteúdo para o Brasil, como por exemplo a inclusão de temas de História da Arte. Também não é necessário que o aluno leve equipamento próprio, pois câmeras são disponibilizadas para testes durante a aula, que também ocorre num sábado, durante o dia todo. O diferencial da Canon College é que as inscrições são feitas on line e não é cobrado nada pela aula, diferente da Nikon  0800-88-NIKON (64566) e da Sony www.sonyeduca.com.br , bastando inscrever-se e comparecer. Em apenas dois dias foram preenchidas todas as vagas da primeira aula para 150 alunos e o site passou automaticamente a acumular inscritos para as aulas seguintes. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

SINÉAD O'CONNOR

Que tal começar essa segunda-feira falando de música?

Bem, pra quem não conhece essa é Sinéad O'Connor, acho meio impossível ninguém em algum momento da vida não ter ouvido falar nela, pois ela gerou muita polêmica - polêmica mesmo, ok? Nada do que dizem estar fazendo Lady Gaga.

Uma das mais controversas cantoras pop da década de 90, Sinéad O’Connor aos poucos se tornou um dos nomes mais influentes entre as vocalistas que surgiram depois dela. Seu visual raivoso, com a cabeça totalmente raspada, sempre aparentando mau-humor e vestimentas desestruturadas, fizeram de Sinéad um ícone feminista ao mostrá-la de forma oposta ao que estávamos acostumados em relação à feminilidade e sexualidade. A cantora conseguiu, com isso, mudar a imagem da mulher no rock, deixando de lado estereótipos e provando que não é necessário ser um objeto sexual para ser levada a sério.

Nascida em Dublin (Irlanda), Sinéad teve uma infância difícil, com seus pais se divorciando quando tinha apenas 8 anos. Aos 19 perdeu a mãe, a quem acusava de abusos, em um acidente automobilístico. Antes disso, foi expulsa de uma escola católica, presa por roubos em lojas e internada em um reformatório (as famosas "Lavanderias de Magdalene"). Apesar dos problemas, a sorte parecia sorrir e, quando tinha 15 anos, foi descoberta por Paul Byrne, baterista de uma banda irlandesa, enquanto cantava em um casamento.

Em 1985 assinou contrato com a Ensign Records e mudou-se para Londres, onde gravou o álbum "The Lion and The Cobra", um dos discos mais festejados pela crítica musical em 1987.


Em 1990, Sinéad lançou o disco “I Do Not Want What I Haven´t Got”, álbum da música “Nothing Compares 2 U”, onde ficou mundialmente conhecida:


"Black Boys On Mopeds", do mesmo disco, narra um fato real. Um garoto negro pilotava uma moto de noite em Londres e foi perseguido pela polícia, sob suspeita de ter roubado a moto. Sabendo muito bem o tratamento que a polícia dava aos negros, ele fugiu. Na fuga, acidentou-se e morreu. O caso resultou numa questão judicial que só foi encerrada no dia 3 de janeiro deste ano, com a punição dos policiais envolvidos.


Em 1992, após lançar "Am I Not Your Girl" a cantora finalmente aceita o convite para se apresentar no Saturday Night Live, um dos programas mais assistidos dos EUA. No final da apresentação, Sinéad rasga uma foto do Papa João Paulo II, em protesto aos abusos sexuais cometidos por membros da Igreja Católica. O programa era transmitido ao vivo e os produtores nada puderam fazer. A partir do dia seguinte, uma onda de reclamações e acusações contra a cantora se espalhou mundialmente. Confira o vídeo abaixo:


Em 1994, Sinéad volta à música pop com o disco “Universal Mother”, no mesmo ano divulga que não falará mais com a imprensa por tempo indeterminado. Deste álbum, confira a interpretação de "John I Love You", música feita para seu irmão caçula. Este vídeo foi gravado em um show histórico realizado na cidade de Dublin em 2002, marcando o reencontro da cantora com seu público depois de quase uma década sem se apresentar em sua cidade natal.


Tendo lançado uma compilação três anos depois, Sinéad só volta em 2000 com um álbum cheio, o disco “Faith and Courage”.


Abaixo o clipe de "When You Love", música que Sinéad fez para a trilha sonora do filme "Rugrats In Paris" no mesmo ano:


Citei aqui apenas os álbuns mais importantes de Sinéad. Agora, em fevereiro de 2012, será lançado o 13º álbum da cantora, "How About I Be Me (And You Be You)?". Este álbum estava previsto para maio de 2011 com o título "Home", mas na última hora a cantora alterou seu projeto. Confira sua nova música ;-)

sábado, 14 de janeiro de 2012

JULES CHÉRET

Esse francês (1836-1932) foi um famoso pintor e litógrafo que inovou na criação de cartazes publicitários artísticos. Combinava imagens com textos curtos permitindo uma leitura rápida e uma fácil absorção da mensagem. Usava muito a figura feminina em suas ilustrações, todas sensuais o que na época causava forte impacto emocional atraindo o olhar. Como utilizava sempre cores fortes, ajudou a mudar o cenário parisiense da época pois permitiu o surgimento da arte mural ao utilizar tintas resistentes à chuva.





sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

FOTOCLUBE DE SÃO BERNARDO DO CAMPO


Bem povo, recebi os dados da Confederação Brasileira de Fotografia para a montagem do fotoclube. O primeiro passo do roteiro é organizar uma reunião com todos os interessados em participar. Estou aceitando sugestão de lugares. O melhor é que façamos essa reunião num sábado ou domingo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

LOBO SOLITÁRIO

Um dos maiores épicos da HQ mundial

Segundo o escritor Kazuo Koike,a inspiração para criar Lobo Solitário surgiu quando ele leu que o clã Ogami, que detinha o posto de Kogi Kaishakunin (oficial da morte, executor) do Xogum caiu em desgraça em 1655, com a família Yagyu (tradicional aliada do Xogunato Tokugawa) assumindo para si o posto. Baseado nisso, o autor criou a história dos últimos sobreviventes da família Ogami, pai e filho - vítimas de uma conspiração dos Yagyu, que decidiram tomar para si próprios o posto de executores oficiais - e decididos a se vingar superando os Yagyu naquilo que o clã fazia de melhor: assassinatos! Como principal vilão, uma figura histórica menor, Retsudo Yagyu, um dos membros menos conhecidos da famosa família de samurais (historicamente, um simples monge budista). Para fazer a arte da série, Koike chamou Goseki Kojima, que até então era um autor relativamente novato e desconhecido que já trabalhara com Koike em um bem sucedido mangá de samurai, Kubiriki Asa (Decapitador Asa), e tinha demonstrado talento para este gênero. Assim, em setembro de 1970 a antologia de mangá semanal japonesa Action começou a publicar um novo mangá de samurai chamado Kozue Ookami (numa tradução literal, "o lobo acompanhado de seu filhote") em substituição a Kubikiri Asa. Os dois trabalhos eram, porém, bem diferentes em seu conteúdo. O herói de "Asa", Asaemon, era um fiel servidor do Xogum e irrepreensível seguidor do código de honra samurai (o Bushido), um verdadeiro modelo de "herói clássico" japonês, apesar de sua profissão de carrasco. Enquanto isso, o principal protagonista de Lobo Solitário à primeira vista só poderia ser classificado como um assassino frio e impiedoso, capaz de fazer qualquer coisa (honrada ou não) para conseguir seu objetivo, embora fosse dono de uma nobreza interior claramente visível para aqueles que acompanhassem o desenrolar de suas histórias. Ironicamente, o personagem era antes dos acontecimentos que o levaram a seguir a trilha do assassino, um nobre e fiel executor a serviço do Xogum, tal como seu predecessor nas HQs. 
Mais importante, ao contrário de "Asa" (e da inconsistente tradução de seu título para o português, o "Lobo Solitário" não era solitário, ele tinha um importante co-protagonista: Daigoro, seu filho. Não apenas uma testemunha muda dos crimes de seu pai. Daigoro era cúmplice e ajudante deste. A inspirada inclusão da criança no mangá fez deste um trabalho verdadeiramente revolucionário. A dualidade do personagem, ora uma criança inocente em um mundo violento, ora um assassino calejado (verdadeiro "lobo em pele de cordeiro", por assim dizer), deu a Lobo Solitário uma sofisticação que os trabalho anteriores de seus criadores não poderiam igualar e é uma das principais razões do sucesso da obra tanto no Japão quanto no ocidente. A outra é, sem dúvida, a impecável arte de Kojima. Embora na altura ainda fosse um artista novo (seu primeiro trabalho foi publicado em 1967), ele revela uma surpreendente maturidade artística no mangá. Seu realismo e atenção a detalhes já eram visíveis em suas obras anteriores, mas em Lobo Solitário ele foi, tal qual uma boa espada samurai, forjado até a perfeição. Além disso, ele demonstrou uma narrativa impecável - quase cinematográfica. Vale a pena destacar que, quando de sua primeira publicação nos EUA décadas depois, seus desenhos impressionaram toda uma geração de artistas ocidentais, como Frank Miller que tem pelo menos uma obra nitidamente inspirada no Lobo Solitário chamada Ronin. A sombra que esta obra lançou sobre os trabalhos anteriores de seus criadores é bastante visível quando Asaemon acaba como um coadjuvante de Lobo Solitário. Fica claro nesse ponto que os criadores estavam rompendo com o passado e fazendo de Lobo Solitário sua mais importante criação. E não foi à toa. A obra fez um tremendo sucesso quando de sua publicação original. Gerou até uma série de filmes para o cinema, lançados enquanto o mangá ainda estava sendo publicado. 
No final, a história se estendeu por cerca de 8400 páginas (número deveras impressionante, comparável ao total de páginas do mangá que é considerado o maior sucesso comercial da história dos quadrinhos: Dragonball), contando (diferente de muitos mangás) com um bem-estruturado desenvolvimento até chegar ao clímax e um desfecho irrepreensíveis.
Claramente, a série foi encerrada não por falta de vendas (eterna inimiga das HQs mais sofisticadas) ou por cansaço dos autores (causa da morte da grande maioria dos mangás de sucesso), mas por escolha dos próprios criadores. Mas o que levou Koike e Kojima a matarem sua "galinha dos ovos de ouro"?
O próprio Koike deu a resposta em uma entrevista para uma publicação especializada norte-americana anos atrás. Segundo eles, mostrar a passagem das estações do ano no mangá, acompanhando a passagem destas durante a publicação original da obra, era algo que ele não só gostava de fazer, como achava essencial para o clima da história. Após alguns anos, porém, Koike percebeu que o passar das estações iria necessariamente resultar no envelhecimento de Daigoro. Koike não queria que ele envelhecesse e perdesse sua pureza infantil, característica essencial do personagem, e resolveu deixar de monstrar a passagem das estações. Isso fez com que o escritor gradualmente fosse perdendo o interesse em continuar a série e decidisse por encerrá-la após criar um longo arco onde fechou todas as tramas em aberto. Isso fez de Lobo Solitário uma obra completa, com início, meio e fim, que se tornou um dos grandes épicos da HQ mundial. 

sábado, 7 de janeiro de 2012

FOTOCLUBE EM SÃO BERNARDO DO CAMPO

Olá povo. Estamos montando um Fotoclube em São Bernardo do Campo. Quem tiver interesse em participar é só me mandar o nome para que eu possa chamar no dia da primeira reunião. Um Fotoclube é um espaço para fotógrafos amadores e profissionais trocarem figurinhas, equipamentos e organizar excursões entre outras coisas. Ele é registrado na Confederação Brasileira de Fotografia, por isso também vamos ter a oportunidade de saber sobre o que acontece no Brasil na área de fotografia, incluindo concursos, exposições, etc. E pra quem acha que São Bernardo não tem paisagens interessantes aí vai uma imagem da Billings em várias versões digna de qualquer cartão postal.




APLICATIVO ORIENTA SOBRE OS SINTOMAS DO CORONAVÍRUS

https://coronabr.com.br/