terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

ISBNs, ISSNs e Códigos de barras

Um ISBN (Internacional Standard Book Number) é um número de treze dígitos; um ISSN (International Standard Serial Number) é um número de oito dígitos (para periódicos). Esses números constituem um endereço único para sua publicação, identificando seu editor bem como seu título e origem geográfica. Não é possível dois ISBNs ou ISSNs iguais. Você precisa de um ISBN? Se você quer distribuir seu livro via livrarias, bibliotecas, internet, lojas de museu e outros canais comerciais, então precisará de um. Se você está usando seu livro apenas como presente, um item promocional, um portfólio pessoal, uma lembrança, ou para qualquer fim que não seja o varejo, então um ISBN não é necessário. 
Você precisará de um novo ISBN sempre que ficar uma revisão substancial do conteúdo ou do projeto gráfico de seu livro. Toda versão de seu livro requer um ISBN distinto, inclusive se é brochura ou capa dura, versões em áudio ou e-books e assim por diante. A fim de obtê-los, você deve se registrar como editor em uma agência emissora. No Brasil, a Fundação Biblioteca Nacional controla a Agência Brasileira do ISBN (www.bn.br/isbn). 

Códigos de barras
O código de barra para publicação representa seu ISBN ou ISSN bem como informações de preço em uma fonte que pode ser lida por equipamento de leitura digital. Ter um código de barras é essencial se você quiser distribuir seu livro no comércio. Os códigos de barras são disponíveis de vários serviços de publicação pagos, que são encontrados facilmente on-line. Você precisa ter seu ISBN ou ISSN antes de ter um código de barras. Algumas empresas que atendem a pedidos de impressão sob demanda podem lhe fornecer um ISBN (porém, no Brasil, ele sempre será expedido pela Agência Brasileira do ISBN da Biblioteca Nacional), como parte de seus serviços.

Trecho tirado do livro A PRODUÇÃO INDEPENDENTE - INDIE PUBLISHING editado por ELLEN LUPTON. 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

INTRODUÇÃO AO ÓLEO

Durante muitos séculos o óleo foi a técnica mais utilizada em pintura. A tinta a óleo é uma mistura de pigmento pulverizado e óleo de linhaça ou papoula. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para o uso, embalada em tubos ou em pequenas latas. Mas você pode adicionar óleo de linhaça ou terebintina e torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O  óleo acrescenta brilho à tinta; o solvente, ao contrário, tende a torná-la opaca. Com a prática, você saberá exatamente quanto de cada material deve adicionar para obter o efeito desejado. 
A grande vantagem da pintura a óleo é a flexibilidade, pois com a secagem lenta da tinta o pintor tem maior possibilidade de alterar e corrigir seu trabalho. A preferência de muitos artistas pelo óleo talvez se dê em virtude de sua textura, que transmite um prazer todo especial. O ritmo das pinceladas, o contato do pincel com a tela e a formação das camadas de tinta proporcionam sensações muito agradáveis durante o trabalho. O óleo permite captar expressões e pequenos detalhes facilmente. 
Como trabalhar com óleo
O maior prazer proporcionado pelo óleo é o modo como ele reage ao pincel e à espátula. Para cobrir a tela com pinceladas rápidas e ousadas, de textura rica, é só usar a tinta sem mistura. Para os detalhes que exigem precisão, acrescente óleo de linhaça ou terebintina a fim de obter uma tinta mais cremosa e fluida.
Efeitos de textura. A secagem lenta da tinta a óleo pode ser explorada de forma positiva. Embora algumas cores sequem mais rápido do que outras, há tempo suficiente para criar efeitos especiais. Você pode pintar espontaneamente, de maneira livre e direta, acrescentando mais tinta à pintura ainda molhada. Pode também trabalhar com tinta pura, praticamente esculpindo-a com a espátula, para obter uma textura vigorosa, chamada "impasto". Ou então pintar camada por camada, deixando-as secar uma a uma, sempre com a textura rica que só o óleo permite.
Como fazer correções. Se você não gostar de alguma parte da pintura, retire-a com a espátula. Em seguida, limpe a superfície com um trapo embebido em um solvente como a terebintina. Mesmo que a pintura esteja completamente seca, é possível mudá-la, acrescentando algo, melhorando o que está feito, ou ainda pintando alguma coisa completamente diferente por cima.
A prática. A prática é amiga da perfeição. Procure pintar com a maior freqüência possível. O ideal é trabalhar quando houver calma e ambiente adequado à concentração. Se você só puder pintar nos fins de semana, não se aflija. Desde que haja regularidade, será possível desenvolver um bom aprendizado.
Foi esse o caso do famoso pintor Paul Gauguin. Ele só pintava no fim de semana, mas, aos poucos, entusiasmou-se tanto que largou tudo e radicou-se no Taiti. Para pintar. 

ANIMAÇÕES QUE RETRATAM A CULTURA INDÍGENA

CAMINHO DOS GIGANTES “Way of Giants” - “Caminho dos Gigantes” from SINLOGO Animation on Vimeo . TUDO VERDIM TUDO VERDIM, uma const...