O mito grego de Narciso começa quando uma mulher dá a luz ao menino que recebe esse nome e é lindíssimo. A mãe fica preocupada com a beleza sobre-humana do filho. Tal extremo poderia causar o pecado da arrogância - que é o de se achar acima de sua condição - e provocar o castigo dos deuses. Aconselhada por um Oráculo, então, a mãe de Narciso retira todos os espelhos da casa e protege o filho de ver a si mesmo. Assim ele cresce, ignorando sua imagem e a paixão da ninfa Eco. Um dia, quando ele se perde na floresta e começa a gritar por ajuda, ouve suas palavras repetidas por Eco, que fora condenada a reproduzir apenas as últimas sílabas pronunciadas por alguém. Narciso imagina que a voz é de um amigo e a segue. Quando vê Eco, a despreza e continua a caminhar até encontrar um lago para tomar água. É ali que se apaixona pelo próprio reflexo. A paixão torna-se prisão porque o jovem não consegue parar de se amar nem suporta se afastar do lago, que contém sua imagem. Ele morre de inanição e os deuses o transformam numa linda flor.
Segundo o analista junguiano Rodney Taboada, o mito grego de Narciso aborda tanto a questão da auto-estima quanto a do narcisismo. "Sem conhecer a si mesmo não há auto-estima, e Narciso não pode amar o outro, mas apenas a si próprio", conclui.
sábado, 1 de novembro de 2014
NARCISO
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
ECOVILAS, UM NOVO JEITO DE MORAR por Carlos Solano
Eu vi e vivi o futuro da Terra! Deslumbramento, plenitude, gratidão... Não é fácil descrever meus sentimentos em Findhorn, uma comunidade ecológica - ou ecovila - situada entre os castelos e bosques da belíssima Escócia, onde passei quase um ano de minha vida. Findhorn é uma miniatura do mundo, ou melhor, do que o mundo será um dia. Do que será, sim, agora tenho certeza. Ali, pessoas de todos os continentes, credos e idades, pacífica e intensamente, abrem novas possibilidades de ser e de conviver. As idéias práticas e positivas dessa ecovila pioneira (www.findhorn.org) encontraram um campo fértil. Hoje, uma rede mundial de ecovilas, a GEN - Global Ecovillage Network (http://gen.ecovilage.org), demonstra que uma cultura de paz e abundância já é possível em algumas partes do mundo.
Trabalhando na cozinha, na horta ou até na construção, descobri em Findhorn que são os pequenos gestos do dia-a-dia que podem mudar o mundo: comprar um produto que seja a favor do meio ambiente (como objetos de metal e vidro reciclados), substituir a madeira pelo bambu, para evitar o corte das matas (www. bambubrasileiro.com), preferir tintas de baixa toxidade, que usam água como solvente, em vez de produtos químicos (há opções da Renner e da Sayerlack), escolher eletrodomésticos com o selo Procel, que indica o baixo consumo de energia.
MATERIAIS REAPROVEITADOS
Em Findhorn, após o trabalho, voltávamos para casa atravessando bosques de árvores imensas. Era difícil imaginar que tudo aquilo, um dia, foi um deserto gelado. Mas era maravilhoso constatar que toda aquela paisagem se transformou pelas mãos do homem. E que a cidade e a natureza podiam conviver pacificamente. Não me esqueço do aconchego e da beleza das casinhas redondas, reaproveitamento de tonéis de uísque descartados. Ou da poesia que irradiava dos telhados gramados, eficientes na conservação da temperatura interna, num local em que o inverno chega a 25º C negativos!
Sobre tudo isso, existem livros, cursos e exemplos inspiradores aqui no Brasil. O Ipec - Instituto de Permacultura (www.permacultura.org.br) possui publicação sobre o permacultura, palavra que significa planejamento de comunidades humanas sustentáveis, e oferecerá o curso Bioconstruindo, de 6 a 13 de julho, em Goiás. Os livros Pachama e Missão Terra (Ed. Melhoramentos) contêm propostas de jovens e crianças de todo o mundo para salvar o planeta. O Centro de Ecologia Integral estimula a cultura da paz (www.ecologiaintegral.cjb.net).
Não ignorar o caos planetário, mas ser uma resposta a ele foi outra das lições de vida naquele lugar. Entendi quea criação de um mundo novo depende de todos nós, que cada um pode dar sua resposta à poluição e ao desperdício. Por exemplo, se você separar as caixinhas usadas de leite para a coleta seletiva do lixo, elas poderão ser reaproveitadas, transformando-se em placas bonitas e resistentes, em forma de telhaou divisória. Com imaginação, a placa vira biombo, mesa. Uma empresa que comercializa essa placa é a Reciplac (www.reciplac.com.br).
Já existem esgotos ajardinados. A Rhizotec Tecnologia Ambiental oferece um sistema que utiliza um belo jardim aquático para tratamento do esgoto, que se transforma em água limpa e não polui os rios. Existe também um sistema para a captação e o tratamento da água da chuva (www.rhizotec.com.br). O Idhea - Instituto da Habitação Ecológica oferece, para a construção, telhas de sobras de madeira (taubilha), blocos de areia descartada de fundições, para paredes (recibloco), chapa de tubos de pasta de dente reciclados para forros (www.idhea.com.br). Tudo muito resistente.
Como você deve ter percebido, uma ecovila não é apenas um lugar físico, é um estado de consciência, que podemos levar conosco para onde formos. Um dos lemas de Findhorn é que "o trabalho é o amor em ação". O amor pelo ambiente, por todas as manifestações da vida e pelas futuras gerações combina com pessoas plenas e mais felizes.
Trabalhando na cozinha, na horta ou até na construção, descobri em Findhorn que são os pequenos gestos do dia-a-dia que podem mudar o mundo: comprar um produto que seja a favor do meio ambiente (como objetos de metal e vidro reciclados), substituir a madeira pelo bambu, para evitar o corte das matas (www. bambubrasileiro.com), preferir tintas de baixa toxidade, que usam água como solvente, em vez de produtos químicos (há opções da Renner e da Sayerlack), escolher eletrodomésticos com o selo Procel, que indica o baixo consumo de energia.
MATERIAIS REAPROVEITADOS
Em Findhorn, após o trabalho, voltávamos para casa atravessando bosques de árvores imensas. Era difícil imaginar que tudo aquilo, um dia, foi um deserto gelado. Mas era maravilhoso constatar que toda aquela paisagem se transformou pelas mãos do homem. E que a cidade e a natureza podiam conviver pacificamente. Não me esqueço do aconchego e da beleza das casinhas redondas, reaproveitamento de tonéis de uísque descartados. Ou da poesia que irradiava dos telhados gramados, eficientes na conservação da temperatura interna, num local em que o inverno chega a 25º C negativos!
Sobre tudo isso, existem livros, cursos e exemplos inspiradores aqui no Brasil. O Ipec - Instituto de Permacultura (www.permacultura.org.br) possui publicação sobre o permacultura, palavra que significa planejamento de comunidades humanas sustentáveis, e oferecerá o curso Bioconstruindo, de 6 a 13 de julho, em Goiás. Os livros Pachama e Missão Terra (Ed. Melhoramentos) contêm propostas de jovens e crianças de todo o mundo para salvar o planeta. O Centro de Ecologia Integral estimula a cultura da paz (www.ecologiaintegral.cjb.net).
Não ignorar o caos planetário, mas ser uma resposta a ele foi outra das lições de vida naquele lugar. Entendi quea criação de um mundo novo depende de todos nós, que cada um pode dar sua resposta à poluição e ao desperdício. Por exemplo, se você separar as caixinhas usadas de leite para a coleta seletiva do lixo, elas poderão ser reaproveitadas, transformando-se em placas bonitas e resistentes, em forma de telhaou divisória. Com imaginação, a placa vira biombo, mesa. Uma empresa que comercializa essa placa é a Reciplac (www.reciplac.com.br).
Já existem esgotos ajardinados. A Rhizotec Tecnologia Ambiental oferece um sistema que utiliza um belo jardim aquático para tratamento do esgoto, que se transforma em água limpa e não polui os rios. Existe também um sistema para a captação e o tratamento da água da chuva (www.rhizotec.com.br). O Idhea - Instituto da Habitação Ecológica oferece, para a construção, telhas de sobras de madeira (taubilha), blocos de areia descartada de fundições, para paredes (recibloco), chapa de tubos de pasta de dente reciclados para forros (www.idhea.com.br). Tudo muito resistente.
Como você deve ter percebido, uma ecovila não é apenas um lugar físico, é um estado de consciência, que podemos levar conosco para onde formos. Um dos lemas de Findhorn é que "o trabalho é o amor em ação". O amor pelo ambiente, por todas as manifestações da vida e pelas futuras gerações combina com pessoas plenas e mais felizes.
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014
AZUL ÍNDIGO
O índigo, ou anil, não é uma cor pura, mas a mistura do azul com a violeta (que, por sua vez, resulta da soma de azul e vermelho). "As cores dessa gama sempre simbolizaram poder, nobreza e autoridade".
Segundo as filosofias orientais, o índigo está relacionado ao sexto chacra, um dos sete centros energéticos espalhados pelo corpo. Chamado de frontal, ou terceiro olho, ele fica na testa, entre as sobrancelhas, e rege a intuição e a imaginação.
Em cromoterapia esse tom de azul tem efeito calmante e anestésico. Alivia dores de cabeça e ouvido, sinusite, reumatismo e nevralgia.
O índigo foi popularizado no final do século 19, quando surgiu o jeans, usado pelos mineradores de ouro na Califórnia. A calça feita de denim era tingida com o corante obtido da planta Indigofera anil, ou índigo, conhecida havia vários séculos pelos indianos e pelos nativos das Américas. Esse corante não era obtido diretamente da planta, mas por meio de um processo de fermentação. O resultado era o anil, que nossas avós usavam para branquear a roupa. Hoje, a indústria substituiu esse corante natural por equivalentes sintéticos.
Na moda, o índigo é eterno. Desde que o jeans surgiu, nunca mais foi esquecido. Em certos momentos o índigo invade as passarelas e toma conta das tendências de moda. Os grandes criadores desenvolvem coleções inteiras em jeans. Nessas horas, o mundo fica mais azul.
Segundo as filosofias orientais, o índigo está relacionado ao sexto chacra, um dos sete centros energéticos espalhados pelo corpo. Chamado de frontal, ou terceiro olho, ele fica na testa, entre as sobrancelhas, e rege a intuição e a imaginação.
Em cromoterapia esse tom de azul tem efeito calmante e anestésico. Alivia dores de cabeça e ouvido, sinusite, reumatismo e nevralgia.
O índigo foi popularizado no final do século 19, quando surgiu o jeans, usado pelos mineradores de ouro na Califórnia. A calça feita de denim era tingida com o corante obtido da planta Indigofera anil, ou índigo, conhecida havia vários séculos pelos indianos e pelos nativos das Américas. Esse corante não era obtido diretamente da planta, mas por meio de um processo de fermentação. O resultado era o anil, que nossas avós usavam para branquear a roupa. Hoje, a indústria substituiu esse corante natural por equivalentes sintéticos.
Na moda, o índigo é eterno. Desde que o jeans surgiu, nunca mais foi esquecido. Em certos momentos o índigo invade as passarelas e toma conta das tendências de moda. Os grandes criadores desenvolvem coleções inteiras em jeans. Nessas horas, o mundo fica mais azul.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
KAERÓS
Na mitologia há um deus chamado Kaerós (não tão conhecido como Apolo e Vênus, deuses da beleza, ou Cronos, deus do tempo). É o deus do instante. Aquele que passa rápido, imperceptíve e deixa uma marca, uma lembrança, uma imagem, um som, um perfume ou uma sensação que ficarão marcados para o resto de sua existência. A figura de Kaerós é bem interessante. Ele é todo liso, sem nenhum cabelo, muito escorregadio, difícil de segurar.
sábado, 18 de outubro de 2014
Origem do termo "Calcanhar de Aquiles"
A expressão foi criada para designar o ponto fraco de alguém. Segundo a lenda grega, Aquiles, filho do rei Peleu e da deusa Tétis, tornou-se invulnerável quando, ao nascer, foi banhado pela mãe nas águas do rio Estige. Apenas o calcanhar por onde Tétis o segurou não foi molhado e continuou vulnerável. "Algumas variantes dizem que Aquiles foi flechado no calcanhar por Páris, que conhecia seu segredo. Mas não há citações em Homero sobre a morte do herói", diz o mitólogo Henrique Murachco, da Universidade de São Paulo.
Outra versão considera o calcanhar de Aquiles como uma virtude. Segundo ela,Tétis tentava erradamente, livrar os filhos da condição de mortal jogando-os no fogo. Peleu salvou Aquiles das chamas queimado e sem o osso do calcanhar e incumbiu Quíron, centauro conhecedor da medicina, de colocar no filho o osso de Dâmiso, um gigante veloz. Aquiles, adquiriu a velocidade que lhe deu fama.
domingo, 12 de outubro de 2014
APRENDA A ARRUMAR O GUARDA ROUPA
- Mude as roupas de gavetas e compartimentos conforme as estações do ano.
- Reserve uma gaveta para roupa de banho e ginástica.
- Pendure os acessórios (lenços, cintos, etc) nos cabides das peças que costuma usar com eles.
- Pendure as calças e saias pela cintura para evitar que amassem.
- Guarde brincos, anéis, colares, abotoaduras e pulseiras em caixinhas diferentes.
- Disponha as roupas nessa ordem, começando da esquerda: vestidos, casacos, saias, calças, camisetas de manga longa e de manga curta. Ao pendurá-las assim, com as mais compridas juntas, você ganha espaço. Em seguida, mantendo a ordem acima, organize as peças por cores, das escuras para as claras.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Apropriado para a época de eleições - Poema SÓ DE SACANAGEM
Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro.
A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
" - Não roubarás!"
" - Devolva o lápis do coleguinha!"
" - Esse apontador não é seu, minha filha!"
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem!
Dirão:
" - Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba."
E eu vou dizer:
"- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau."
Dirão:
" - É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal".
E eu direi:
" - Não admito! Minha esperança é imortal!"
E eu repito, ouviram?
IMORTAL!!!
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.
domingo, 14 de setembro de 2014
SOPA DE TOMATE
Para 4 pessoas
1,2 kg de tomates bem maduros
2 dentes dealho ligeiramente amassados
alguns ramos de tomilho (ou orégano)
6 cebolinhas verdes
3 ovos
2 colheres(sopa) de azeite
sal
pimenta do reino a gosto
4 torradas
Mergulhe os tomates em água fervente por 5 segundos (não mais que 2 ou 3 tomates de cada vez). Escorra e passe em água fria. Descasque os tomates, divida em quatro e retire as sementes. Corte cada pedaço em 3 ou 4 pedacinhos. Em uma panela, aqueça o azeite, depois frite o alho e o tomilho. Retire o alho e o tomilho da panela e coloque os tomates. Sem tampar, cozinhe por 2 minutos, mexendo com frequência. Adicione 3 e 1/2 xícaras (chá) de água fervente. Tenpere com o sal e cozinhe, sem tampar, em fogo médio por mais 10 minutos. Bata os ovos e coloque em uma panela coma metade da cebolinha verde, o sal e 3 colheres (sopa) de água. Leve ao banho maria, batendopor uns 5 a 10 minutos para obter um creme grosso. Divida a sopa de tomates em quatro pratos. No centro, disponha o creme de ovos. Tempere com a pimenta-do-reino. Enfeite com a cebolinha verde restante e sirva com as fatias de pão.
1,2 kg de tomates bem maduros
2 dentes dealho ligeiramente amassados
alguns ramos de tomilho (ou orégano)
6 cebolinhas verdes
3 ovos
2 colheres(sopa) de azeite
sal
pimenta do reino a gosto
4 torradas
Mergulhe os tomates em água fervente por 5 segundos (não mais que 2 ou 3 tomates de cada vez). Escorra e passe em água fria. Descasque os tomates, divida em quatro e retire as sementes. Corte cada pedaço em 3 ou 4 pedacinhos. Em uma panela, aqueça o azeite, depois frite o alho e o tomilho. Retire o alho e o tomilho da panela e coloque os tomates. Sem tampar, cozinhe por 2 minutos, mexendo com frequência. Adicione 3 e 1/2 xícaras (chá) de água fervente. Tenpere com o sal e cozinhe, sem tampar, em fogo médio por mais 10 minutos. Bata os ovos e coloque em uma panela coma metade da cebolinha verde, o sal e 3 colheres (sopa) de água. Leve ao banho maria, batendopor uns 5 a 10 minutos para obter um creme grosso. Divida a sopa de tomates em quatro pratos. No centro, disponha o creme de ovos. Tempere com a pimenta-do-reino. Enfeite com a cebolinha verde restante e sirva com as fatias de pão.
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
TINTURA VERDE
Experimente fabricar seus próprios pigmentos a partir de materiais como raízes,castanhas, cascas de árvore e flores. Escolha os botões já totalmente abertos, frutas, e castanhas bem maduras, e lembre-se de não colher mais do que a metade das plantas à disposição na natureza, para que elas possam se regenerar.
Para fazer o corante, pique a planta escolhida e coloque-a numa panela com duas partes de água. Deixe ferver por uma hora. Coe e mergulhe o tecido na tintura. Se quiser um tom mais forte, deixe o tecido de molho durante a noite. Dependendo do corante, pode ser necessário preparar o tecido com mordente para garantir a fixação da cor.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
DEFEITOS DE PERSONALIDADES HISTÓRICAS
Platão era agigantado. Júlio César era careca. Cícero era coxo. Sócrates tiha uma cabeça enorme. Aristóteles puxava de uma perna. Confuncio era muito feio. Nero era miope. Napoleão e Luis XIV (o rei Sol) eram baixinhos. Ivan, o terrível, tinha o queixo deformado em ponta. Ana Bolena tinha 6 dedos em uma das mãos e Diraeli uma testa descomunal. Carlos II da França era careca e seu filho, Luis, era gago. O almirante Nelson não tinha um braço e Camões, um olho. Tycho Brahe, o famoso astronomo, tinha o nariz cortado ao meio e o substituiu por outro, postiço, de ouro e prata. Beethoven era surdo, Bernard Shaw, excessivamente magro e Roosevelt mancava devido à poliomelite.
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OYÁ E OS ESCOLHIDOS
Os sonhos se repetiam cada vez mais vívidos e a menina Luz começava a desconfiar que algo estranho estava acontecendo em sua vida pois a ...





