domingo, 26 de janeiro de 2020

A NOIVA FANTASMA


Esses dias me arrisquei a assistir essa série chinesa que chegou na Netflix. Normalmente eu evito as séries chinesas e por um motivo bem besta, eu não gosto do som da língua chinesa. Não tem lógica já que assisto as coreanas e japonesas sem problema. Imagino que seja cisma minha. Mas gostei do trailer e decidi assistir. É um bom passatempo no final das contas mas não sei se por a série ser curta ou por conta da direção é uma série que não aprofunda os personagens da forma que se esperaria em um filme de terror. Tudo é muito superficial como nos doramas coreanos e em uma série que trata da morte e que pretende não fazer o humor acaba ficando meio esvaziada. Então se você se desfizer de grandes expectativas e encarar como uma sessão da tarde poderá apreciar mais a história. Nela uma jovem acaba se envolvendo com uma família onde o filho mais velho morreu de uma forma no mínimo suspeita. E a mãe do morto faz a estranha proposta de tornar a jovem em uma noiva fantasma para o filho morto. A ideia começa a se tornar menos absurda quando o pai da jovem fica doente à beira da morte e ela acaba fazendo um acordo com o fantasma do morto. Nem apenas de fantasmas vive no entanto esta série. Existe também um "guarda celestial", que para mim pareceu ser muito similar a um "anjo atrapalhado" investigando algumas irregularidades no pós morte.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

SABRINA


Comecei a assistir na Netflix por conta dessa atriz mirim que foi excepcional na série MAD MAN. O que posso dizer é que provavelmente a série seria ótima não fosse a direção. O elenco fica variando a qualidade e as brincadeiras com demonologia galopante não chegam a ter a elegância da família Adams com seu humor negro, mas o que se percebe é que ao elenco não falta talento. As amarras e direções equivocadas da série parece estar fora do enredo. Vale como uma sessão da tarde.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

ROMANCE IS A BONUS BOOK


Encontrei esse dorama na Netflix no final do ano passado. Quem é acostumado a assistir essas séries romanticas coreanas sabem que a estrutura geralmente é a mesma. Uma boa fotografia, um personagem masculino com a beleza andrógina coreana geralmente rico herdeiro fazendo o papel do pobre menino rico e a mocinha pobre e esforçada com aquela "firmeza de caráter" que a faz superar as adversidades sem desmanchar um fio de cabelo e com muitas lágrimas. É um bom passatempo para quem sente saudades das velhas sessões da tarde da década de 80 e 90 desde que não se espere muito. Geralmente é o final feliz com o beijo ocorrendo nos episódios finais. O que chama a atenção nesse dorama é uma ligeira mudança na estrutura que aproxima um pouco (mas só um pouco) o casal central de pessoas de carne e osso. Não apenas existem os beijos logo a princípio mas até mesmo relações sexuais entre os personagens (logo tudo sugerido, não espere novela da globo aqui). O casal aqui é amigo de infância, ela casou-se e teve uma filha e depois foi traida e deixada de lado. A família dela pouco aparece. A menina parece estar estudando em um colégio interno. Sem ter a quem recorrer ela vai morar com o amigo de infância a quem sempre tratou como irmão. Ele é claro, é um rico escritor/editor e evidentemente sempre foi apaixonado pela moça. Ela passa pelo problema de tentar obter um emprego sem conseguir por ter se ausentado por tempo demais do mercado de trabalho durante o período em que ficou casada. Então decide fingir não ter estudo algum e entrar como estágiaria na editora em que ele trabalha. O resto é aquele romance cheio de embrolhos que os fãs de dorama adoram com personagens secundários carismáticos e engraçados vivendo seus dramas cotidianos. De quebra, para os fãs de livros e artes gráficas, é possível acompanhar um pouco da estrutura de uma editora coreana. Uma série que eu recomendo para os fãs de Dorama. 

domingo, 12 de janeiro de 2020

GIVEN


Anime sobre uma banda de rapazes. Sinceramente ainda não me convenci a terminar. Me parece meio fraca e os personagens ainda não me pareceram ser muito bons apesar de saber que muita gente gostou dessa série. Eu ainda não encontrei anime de banda melhor que BECK então me perdoem por isso. Mas visualmente é uma animação muito boa como podem ver na foto.

THE PROMISSED NEVERLAND


Essa é um anime muito interessante que faz pensar. Crianças fofinhas vivem em um orfanato sendo muito bem tratadas pela Mãe até que começam a se questionar sobre algumas coisas. Porque é que todas as crianças que saem do orfanato para a adoção jamais retornam ou enviam cartas? A vida segue pacífica enquanto estas questões pairam no ar até que uma das garotas mais novas é adotada. Quando ela segue com a Mãe, no entanto, em direção aos "pais" seus amigos percebem que ela se esqueceu de seu brinquedo predileto e os mais velhos decidem levar-lhe o bichinho de pelúcia mas aí se deparam com a cruel realidade... Não vou dar spoilers. Mas é um anime muito bom.

sábado, 11 de janeiro de 2020

SEE

Série curtinha mas muito interessante. Aqui vemos a humanidade sobrevivendo em um período pós apocalíptico que deixou a todos os humanos cegos. Como sempre nos adaptamos a isso a ponto de acreditar que a visão é apenas uma lenda. Eis então que dentro desta estrutura meio medieval/viking um humano nasce com o dom da visão. É lógico que ele não demora a se tornar perseguido pelos demais. O pior/melhor é que ele acaba se envolvendo com uma mulher e a engravida. Temos aqui o início da série com as crianças nascendo em uma aldeia onde a mulher se casou com o sr. Aquaman (rs) e acaba por gerar os gêmeos que são capazes de ver. Uma série muito boa e que choca ao tocar em alguns tabus. Se você é um daqueles que se escandalizou e ajudou a divulgar o Porta dos Fundos (eles agradecem) provavelmente deve ficar bem longe dessa série.

domingo, 5 de janeiro de 2020

CINDERELA E OS QUATRO CAVALEIROS


Nada de novo aqui. Aliás quem, como eu, gosta de Doramas Coreanos não pode em seu livre juízo afirmar que existe grandes novidades nos roteiros coreanos. Desconfio que o fato de gostar desses dramas é justamente pelo fato de não exigirem muito do espectador. Aqui temos o tradicional harém invertido com a mocinha esforçada e os pobres meninos ricos tradicionais, muita futilidade de compras, os tradicionais triângulos românticos que aqui está mais para um pentagrama (rs) que como sempre nunca alcança vôos muito altos. Cinderela tem madrasta má e irmã pior e um pai que começa a maltratar a filha por achar que ela é o fruto de uma traição da esposa agora morta. Posta para fora de casa Cinderela com sua fibra moral atrai o olhar do CEO de uma grande empresa que tem três netos indomáveis e decide contratar a mocinha pra dar um jeito nos rapazes. O quarto elemento bonitão é o braço direito do CEO. Com os dramalhões típicos é um bom passatempo. Só não espere novidades.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

AIRBNB

Andei testando esse aplicativo em 2 viagens curtas para a praia e só tenho elogios. Os apartamentos em que me hospedei eram ótimos, limpos e os proprietários sempre responderam prontamente os questionamentos. A vantagem de se programar e poder parcelar em até 3x as hospedagens além dos comentários dos outros usuários ajuda bastante na hora da escolha.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

REGRAS DA DIVISIBILIDADE

Existem regras básicas para se trabalhar com a divisão, desde que exata. Em geral, temos:
  • Todo número par é divisível por 2;
  • Um número é divisível por 3 quando a soma dos algarismos que o compõem também for divisível por 3. Exemplo: para 123, fazemos 1 + 2 + 3 = 6. Como 6 é divisível por 3, o 123 também o será. Regra similar se aplica ao número 9, só que a soma dos valores absolutos dos algarismos deverá ser divisível por 9. 
Em outros casos, temos que um número é divisível:
  • Por 4, quando seus dois últimos algarismos formam um número que pode ser dividido por 4. É o caso de 1416, cujos dois últimos algarismos formam 16, que é múltiplo de 4. Regra semelhante pode ser usada com o número 8. A diferença é que, para averiguar a divisibilidade do número, utilizamos seus três últimos algarismos, que deverão formam um número divisível por 8;
  • Por 5, quando seu algarismo da unidade for 0 ou 5 (50 ou 55, por exemplo). E por 10, se esse algarismo for0 (70, 100...);
  • Por 6, se for divisível por 2 e por 3;
  • Por 7, quando, repetindo o procedimento quantas vezes forem necessárias, multiplicamos o algarismo da esquerda por 3 e a ele adicionamos o valor absoluto do próximo algarismo, conseguimos achar um número divisível por 7. Exemplo: para o 357 multiplicamos 3 por 3. Ao resultado adicionamos o 5. 3x 3 = 9 e9 + 5 = 14 Reiniciamos o processo multiplicando o resultado obtido (14) por 3 e a esse segundo resultado adicionando o próximo algarismo à direita, no caso, o 7: 14x3=42 e 42+7=49 Como 49 é divisível por 7, então 357 também será;
  • Por 11, quando a diferença da soma dos valores absolutos dos algarismos de posições alternadas e da soma dos valores absolutos dos outros algarismos é um número divisível por 11. Exemplo: 27016. 2+0+6=8 e 7+1=8. A diferença entre os dois resultados é: 8-8=0. Logo, esse número é divisível por 11.
EGIDIO TRAMBAIOLLI

CALENDÁRIOS: PARA CONTAR O TEMPO

Os primeiros calendários que conhecemos surgiram entre os sumérios, um povo que dominou a região entre os rios Tigre e Eufrates (atual Oriente Médio) entre 3500 e 2500 a.C. Foram criados pelos sacerdotes, que estudavam detalhadamente o céu e os astros para entender os desígnios do deus Enlil. 
Visando servir às necessidades cotidianas dos sumérios, os criadores desses calendários dividiram o ano em doze partes fixas às quais era acrescida, de tempos em tempos, uma décima-terceira. Os "meses" sumerianos eram:
1. tempo do morador do santuário, ou seja, o sacerdote;
2. tempo de conduzir o gado para as pastagens; 
3. tempo de cozer os tijolos;
4. tempo de recolher o gado;
5. tempo das queimadas para a plantação;
6. tempo da festa para o deus Ishtar;
7. tempo das peregrinações ao templo sagrado;
8. tempo de abrir os canais de irrigação;
9. tempo de arar a terra;
10. novas festas religiosas;
11. tempo de semear;
12. tempo de colher as sementes.
Assim como os sumérios, um outro povo muito antigo também desenvolveu seu calendário próprio: os chineses. Apesar de ocuparem a região da atual China desde 5000 a.C., os chineses antigos realizaram uma centralização do poder nas mãos de um único rei "apenas" em 1800 a.C. Iniciava-se a primeira dinastia chinesa, chamada de Hsia. Foi nessa dinastia que surgiu o primeiro calendário chinês de que temos notícia.
Na realidade, eram dois calendários: o ano civil, usado pela massa popular, era determinado pelos movimentos da Lua e o ano astronômico, pelo ciclo solar. Este último era usado pelos governantes que determinaram que os anos seriam contados com base nas dinastias, como também ocorreu no Egito. Assim, temos o ano 1 da dinastia Hsia, o ano 2 da dinastia Hsia e assim sucessivamente até o final dessa dinastia. Aí começa novamente a contagem: ano 1 da dinastia Shang e assim por diante. 
Tal calendário foi abandonado pelo governo chinês que assumiu o poder com a proclamação da república em 1911, quando foi adotado o calendário gregoriano (o nosso) a fim de facilitar as relações com o mundo ocidental.
RICARDO DEGUER

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

OYÁ E OS ESCOLHIDOS

Os sonhos se repetiam cada vez mais vívidos e a menina Luz começava a desconfiar que algo estranho estava acontecendo em sua vida pois a barreira entre os sonhos e realidade estava se tornando cada vez mais tênue. Mas seria mesmo verdade aquela sensação de que o perigo se aproximava? Não seria loucura acreditar que as criaturas fantásticas que a visitavam durante a noite lhe diziam a verdade? Que o mundo estava em perigo e que seria necessário que ela, Luz, apenas uma adolescente comum até então preocupada com a escola e a família, fosse a encarregada de uma missão tão importante? Conheçam Oyá, uma deliciosa aventura onde as descobertas de Luz e dos escolhidos permitem ao leitor uma redescoberta de nossa rica cultura afrobrasileira.  

Ao ler a história de Oyá e os escolhidos tive a grata surpresa de descobrir que a cultura religiosa afrobrasileira é tão rica e bela que custa a acreditar que tenha sido relegada ao esquecimento por conta de nosso preconceito racial que se nos tira a possibilidade de termos contato com a riqueza de nossa diversidade cultural. Nesse livro as descobertas de Luz e seus amigos se tornaram as minhas descobertas, ecoando junto com os personagens o sentimento de encantamento e identidade ante o universo fantástico e histórico que vai sendo desvendado a cada página, criando a vontade de descobrir cada vez mais que não é plenamente saciada mesmo nas últimas páginas, deixando uma ponta de curiosidade pelo que mais existe em nossa própria história e o que mais é esperado dos escolhidos.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

ANIMAÇÃO NORDESTINA

https://www.facebook.com/marciosantanaoficial/videos/2328789667198844/

quinta-feira, 27 de junho de 2019

BRINCADEIRAS DE INFANCIA

sexta-feira, 6 de julho de 2018

COMO DESENHAR MANGÁ - ARTE FINAL - PARTE 1

Por Érika Awano retirado da revista ANIMAX nº 23

Oi, pessoal! Preparados para a tortura? Bom, meus queridos sofredores, desta vez vocês serão felizes! Começa hoje a fase da arte-final e dividida em partes, ainda por cima! Aguenta coração!
Nesta primeira aula vamos falar um pouco sobre os materiais (atendendo a zilhões depedidos) e sobre as vangagens de cada um.

O FAMOSO BICO-DE-PENA:
1. Vantagens:
* Produz traços de diferentes espessuras, dependendo da pressão da mão sobre a pena (mas cuidado para não apertar demais!)
* a arte-final ganha qualidade e expressividade
2. Desvantagens:
* Borra que é um horror, despendendo da tinta.
* Não é muito fácil de encontrar fora das lojas especializadas.
3. Outras observações:
* O bico de pena é bem barato, mas exige muita prática: escolha sempre um papel liso e tinta nanquim de boa qualidade.
* Para cada marca existe um tipo de numeração(espessura) diferente. Aqui vão algumas penas boas para iniciantes: Gillott 170, 303 e 404 (a primeira é mais fina, a segunda é média e a terceira é grossa); Hunt 99, 100, 22, 56 e crow-quill 102; Esterbrook 356, 517, 303, crow-quill 214. Mas atenção: não é pra comprar todas! Só uma basta para começar ok? Eu comecei com a Brandaver 515.

CANETAS TÉCNICAS
Existem 2 tipos: a recarregável e a descartável.
1. Vantagens:
* Produzem linhas limpas, claras.
* Não exigem muita habilidade de manuseio, apenas uma mão firme.
* Não borram com facilidade (no caso da descartável).
2. Desvantagens:
* A recarregável pode provocar borrões (principalmente se estiver suja) e é mais aconselhável para desenhos de arquitetura. Alguns retoques são aconselháveis, especialmente para engrossar o traço e simular o efeito do bico-de-pena.
3. Outras observações:
Eu não recomendo as canetas técnicas recarregáveis. São caríssimas e costumam entupir. Limpá-las é um saco: tem que abrir tudo, deixar o estilete de molho em álcool, um horror. Já as descartáveis são mais fáceis de lidar. A ponta de nylon faz com que pareça com uma caneta comum. A numeração varia de 0,05 a 1. Para o iniciante, uma 0,2 e outra 0,4 são suficientes. Não são muito caras, no máximo 5 reais (0,05). Marcas? Staedfler-Mars Graphic - pigmente liner; Sakura-pigma micron.

PINCEL
É uma técnica pouco comum aqui no ocidente. Produz traços lindíssimos que exigem perfeição, destreza e muitos anos de prática. Os pincéis possuem cerdas longas e macias. No Japão são chamados de "Shoado". Também tem diversas "numerações". Não aconselho para ninguém: faz mal pros nervos...

TINTAS
Prá treinar, qualquer marca de nanquim tá valendo. Mas para trabalho sério, tinta de gente grande: marcas inglesas, alemãs e holandesas são muito boas ... e muito caras!

PAPEL
Sulfite para treinar e rascunhar. Se for pintar com técnicas aguadas (nanquim, ecoline, guache) use Canson liso ou West Print.

Na próxima aula, mãos à massa!

APLICATIVO ORIENTA SOBRE OS SINTOMAS DO CORONAVÍRUS

https://coronabr.com.br/