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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

UMA PAUSA PARA OS COMERCIAIS

Eu realmente odeio comerciais e não gosto muito da ideia de divulgar estas duas marcas toscas que me deixam plantadas feito uma idiota no telefone,  mas este ficou realmente muito legal. Especialmente para quem é fã do Raul. Então fica aqui a dica mais pelo valor artístico musical da obra. Toca Raul!

quinta-feira, 15 de março de 2012

ZUMBI BOY

Quem é normal e quem é anormal? Zumbi Boy é um sujeito com o corpo completamente coberto por tatuagens que acabou sendo "normalizado" nessa campanha publicitária.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

GABRIEL RUSSO

Gabriel Queiroz, ou Russo, nasceu em Maringá, mas hoje reside em Barcelona, na Espanha, onde estuda Cinema.
Depois de se formar em Publicidade e Propaganda, percebeu que o curso tinha sido mais útil para fazer amigos e ir a festas: "Trabalhei por cinco anos em agências em São Paulo. Foi aí que comecei a usar softwares e aprendi o que sei hoje de direção de arte e design". 

 Agora, em outro país, ele está se aprofundando em direção cinematográfica e motion.
 SIMPSONS, esta foi uma ação publicitária fantasma - ou seja, que não aconteceu de verdade - que Gabriel criou em 2007 para incrementar seu portfólio publicitário. Com ela, ganhou um Ouro na categoria Outdoor do AdsOfTheWorld.com
 LA ISLA, "Desenvolvi esta peça durante horas de folga na agência em que trabalhava. A inspiração veio da música Theacher Don't Teach Me Nonsense, de Fela Kuti."


Se gostou a obra desse designer você pode ver mais trabalhos em seu site: www.gabrielrus.so

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

UMA PAUSA PARA OS COMERCIAIS

Já que tou falando de velharia vou mostrar esse comercial tosco que até ganhou versão na boca da garotada da época. Você se lembra?
"Depois de um sonho ruim, a mamãe me chama, toma aquele tombo, e quebra os dentinhos, na hora de tomar café, é café concreto, que a mamãe prepara, xingando os vizinhos, café concreto tem, sabor horroroso, cafézinho seboso, café concreto, café concreto." Pergunta aí, se você nunca cantou esse tosqueira, com certeza sua mãe ou sua avó cantou (avó!:()

terça-feira, 2 de agosto de 2011

UMA PAUSA PARA OS NOSSOS COMERCIAIS

Para quem odiava o Meu Querido Ponei, toda a verdade revelada nesse comercial (rs).

segunda-feira, 16 de maio de 2011

USE FILTRO SOLAR

Eu fui apresentada ao original deste vídeo em um estudo de comerciais que trabalham com valores humanos. Como estamos trabalhando a construção de comerciais similares, estou deixando esta versão traduzida para os leitores preguiçosos. Perceba-se que este é um vídeo "gringo". Então onde se diz "viva em Nova York uma vez na vida" ouça "viva em uma grande cidade uma vez na vida" e onde se diz viva no Hawai ouça "viva na praia". De resto a linguagem videoclipica (sucessão de cenas curtas) e a música de ritmo dançante tem um bom alcance mesmo aqui, em terras tupiniquins.

sexta-feira, 25 de março de 2011

UMA PAUSA PARA OS COMERCIAIS

Esta semana estou separando o material para uma oficina nova de Televisão que vou começar então tenham um pouco de paciencia os que não gostarem de comerciais. Estou utilizando eles para explicar alguns recursos técnicos da câmera e da estrutura televisiva.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

UMA PAUSA PARA OS COMERCIAIS

O comercial do Leite Parmalat foi um estrondoso sucesso na década de noventa e fez as vendas da empresa subirem 20%. A campanha dos bebês vestidos de mamíferos foi criada pela DM9, com a direção de criação do publicitário Ehr Ray e co-criação de Nizan Guanaes. A estratégia de marketing foi complementada com a distribuição de impressionantes 15 milhões de bichos de pelúcia, um recorde em distribuição de brindes.

Esse comercial fez tanto sucesso que virou fórmula de venda utilizada em vários países. Olha só como ficou a versão chinesa.

Em 2007, tentando reeditar o sucesso ocorrido onze anos antes, Nizan Guanaes, agora na Agência Africa, reuniu novamente os atores, já bem crescidinhos, para um novo comercial.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

AQUARELA EM 3 VERSÕES

A música Aquarela de Toquinho e Vinicius de Moraes parece ter nascido para fazer parceria com o desenho animado. Veja as versões que já foram criadas:
Para comerciais da Faber Castell
Em 1983

Em 1995

Conforme os computadores e os softwares foram se popularizando no Brasil foram surgindo novas versões da música. Aqui uma animação que foi feita em Flash e acabou sendo incorporada ao material didático de uma famosa escola particular.

domingo, 28 de novembro de 2010

KAFKA E OS COMERCIAIS

Eu adoro assistir à alguns comerciais. Muitas vezes eles acabam sendo melhores que a própria programação. Um de meus prediletos é esse do Cachorro-Peixe. Achei a idéia super criativa. Imagino que tenha sido um comercial de bastante sucesso por que vi muitas pessoas comentando-o e logo depois foi criado outro no gênero com a Ovelha-Nuvem. Um dia desses, no entanto, estava lendo um conto de Franz Kafka (aquele que acordou um dia transformado em uma barata) e percebi que o velho ditado "Nada se cria, tudo se copia" é de fato verdadeiro. O que acham?



"Tenho um animal curioso, metade gatinho, metade cordeiro. É uma herança de meu pai. Em meu poder ele se desenvolveu por completo: antes era mais cordeiro que gato. Agora é meio a meio. Do gato tem a cabeça e as unhas, do cordeiro o tamanho e as formas; de ambos, os olhos, que são esquivos e faiscantes, a pele suave e ajustada ao corpo, os movimentos ao mesmo tempo dançarinos e furtivos. Deitado ao sol, no vão da janela, vira um novelo e ronrona; no campo corre como louco e ninguém o alcança. Foge dos gatos e quer atacar os cordeiros. Nas noites de lua, seu passeio favorito é a canaleta do telhado. Não sabe miar e tem horror de ratos. Passa horas e horas de tocaia diante do galinheiro, mas jamais cometeu um assassinato.

"Alimento-o com leite; é o que lhe cai melhor. Sorve o leite em grandes goles entre seus dentes de animal de rapina. Naturalmente é um grande espetáculo para as crianças. A hora da visita é aos domingos pela manhã. Sento-me com o anmal sobre os joelhos, e todas as crianças da vizinhança me rodeiam.

"Formulam-se então as perguntas mais extraordinárias, que nenhum ser humano pode responder: por que existe só um animal assim, por que seu possuidor sou eu e não outro, será que antes ja houve um animal semelhante, e o que acontecerá depois de sua morte, será que se sente só, por que não tem filhos, como se chama etc. Não me dou ao trabalho de responder; limito-me a exibir minha propriedade, sem maiores explicações. Às vezes as crianças trazem gatos; uma vez chegaram a trazer dois cordeiros. Contrariando suas esperanças, não se produziram cenas de reconhecimento. Os animais se olharam com mansidão com seus olhos animais e se aceitaram mutualmente como um fato divino. Sobre meus joelhos, o animal ignora o temor e o impulso de perseguir. Aninhado contra mim, é como melhor se sente. Apega-se à família que o criou. Essa fidelidade não é extraordinária; é o reto instinto de um animal que, embora tenha na Terra inúmeros laços políticos, não tem um único consangüíneo, e para quem o apio que encontrou em nós é sagrado.

"Às vezes tenho de rir quando ele resfolega ao meu redor, enreda-se nas minhas pernas e não quer se afastar de mim. Como se não lhe bastasse ser gato e cordeiro, também quer ser cachorro. Uma vez - isso acontece com qualquer um - eu não via como sair de dificuldades econômicas, estava a ponto de acabar com tudo. Com essa idéia na cabeça, me embalava na poltrona de meu quarto com o animal sobre os joelhos; tive a idéia de baixar os olhos e vi lágrimas gotejando sobre seus grandes bigodes. Eram dele ou eram minhas? Será que esse gato com alma de cordeiro tem o orgulho de um homem? Não herdei muita coisa de meu pai, mas vale a pena cuidar desse legado.

"Tem a inquietude dos dois, do gato e do cordeiro, embora sejam inquietudes muito diferentes. Por isso seu couro o aperta. Às vezes salta para a poltrona, apóia as patas da frente em meu ombro e aproxima o focinho do meu ouvido. É como se falasse comigo, e de fato vira a cabeça e me olha respeitoso para observar o efeito de sua comunicação. Para agradá-lo, faço de conta que entendi e movo a cabeça. Ele salta para o chão e brinca ao meu redor.

"Talvez a faca do açougueiro fosse a redenção para esse animal, mas devo recusá-la porque ele é uma herança. Por isso terá de esperar até que seu alento acabe, embora às vezes me olhe com razoáveis olhos humanos, que me instigam ao ato razoável.

Franz Kafka


FESTA DE 15 ANOS

 Mande fazer um poster de sua filha e coloque-o à entrada, para  que os amigos o assinem ao chegar. Sirva sanduíches variados: pães de forma...