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quarta-feira, 11 de abril de 2012

PROJECT GLASS

Você já imaginou um dia poder usar a tela do seu computador nas lentes dos seus óculos?

O Google está trabalhando em um projeto de construir um óculos tecnológico - integrado aos seus serviços e produtos – dentro de seu laboratório do Google X.

“Acreditamos que a tecnologia poderá trabalhar para você e estar lá quando você precisar dela e sair de seu caminho quando você não a precisa”, mencionou a empresa sem seu perfil no Google+.
“Nós do Google X começamos o Project Glass para construir este tipo de tecnologia, que ajuda você a explorar e compartilhar o seu mundo. Estamos compartilhando essas informações agora porque queremos iniciar uma conversa e aprender com sua valiosa contribuição”.

No entanto, de acordo com o buscador, o projeto ainda está em desenvolvimento, tanto no design quanto em seu funcionamento. Para demonstrar um conceito do que o Google espera obter, assista o vídeo abaixo:


sábado, 18 de fevereiro de 2012

CAMERAS DE VÍDEO DE MINI-DV

O DV é o formato de vídeo mais maduro que há para o consumidor. Realizadores de vídeos profissionais - desde jornalistas até fotógrafos de casamento - apaixonaram-se imediatamente por esse formato de vídeo devido a sua qualidade, tamanho e baixo custo. O formato também facilitava a edição no computador. Além de essas câmeras terem diminuído de tamanho e de preço ao longo dos últimos dez anos, possuem uma qualidade de recursos surpreendente. 
Um dos aspectos mais importantes das câmeras DV com suas fitas mini-DV é a interface FireWare, a conexão por cabo entre a câmera e o computador que permite a transferência do vídeo capturado (FireWire é o nome registrado da Apple ou i.Link, também conhecido como interface IEEE 1394 por outros fabricantes).
Essa conexão foi realmente um avanço fantástico para os que tinham dificuldade em transferir dados de vídeo para o computador. Mas hoje em dia algumas câmeras mini-DV também possuem a interface HDMI para transferência de dados para computadores que também contam com essa tecnologia.
Hoje, todos os programas de edição de vídeo são capazes de editar em mini-DV, um sistema que possibilita diversos níveis de compartilhamento e armazenamento ou de duplicação de imagens sem perda de qualidade. A perda costumava acontecer cada vez que se transferia, copiava ou aplicava efeitos especiais a um vídeo analógico. 
Outro formato - o DVCAM - é parecido com o DV, mas exige uma fita maior. Alguns aparelhos de reprodução semiprofissionais aceitam tanto DV quanto DVCAM, mas as fitas não são intercambiáveis entre os dois formatos. A qualidade da imagem que o formato DVCAM captura não apresenta tanta melhora perceptível em relação ao DV. A diferença é a câmera equipada com lentes e sistemas de transporte de qualidade mais alta. Portanto, o formato é mais caro. Alguns fotógrafos afirmam que o DVCAM propicia menos dropouts (pequenos erros que resultam em interferências visuais ou faixas).
Na hora de comprar fitas, melhor optar pelas recomendadas pelo fabricante da câmera e evitar as genéricas, mais baratas. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O QUE É MINI-DV?

Quase todas as câmeras de vídeo disponíveis no mercado hoje em dia são digitais. Elas armazenam os dados ou imagens em fitas Mini-DV. O DV - padrão da indústria introduzido por volta de 1995 - é hoje adotado por mais de 60 empresas que produzem câmeras e acessórios de vídeo. A Mini-DV é uma fita de 6 milímetros coberta com metal evaporado que vem dentro de um invólucro de plástico pequeno e que armazena surpreendentes 11 gigabytes de dados, ou mais ou menos uma hora de vídeo. A resolução das imagens é aproximadamente a mesma obtida por Betacams digitais profissionais. A alta compressão dos dados de imagem na fita Mini-DV, no entanto não tem como ser similar em qualidade ao resultado de uma câmera de vídeo profissional de 40 000 dólares. Mas chega bem perto! O DV foi um dos principais fatores na enorme redução do tamanho das câmeras, em comparação com as antigas, do sistema VHS, que faziam os realizadores de vídeo se parecerem com uma equipe de notícias dos Flintstones. Recentemente, outros formatos evoluíram e merecem ser levados em consideração. Apenas lembre-se de que nem todos os formatos são DV. E esses novos formatos não fornecem nem armazenam a mesma qualidade de imagem. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

VÍDEO DIGITAL

Faz pouco mais de uma década que o vídeo digital está disponível para os consumidores. O que faz uma câmera de vídeo ser digital? Para explicar de maneira simples, o vídeo digital (DV, digital vídeo, em inglês) é um processo de gravação de imagem que começa quando a luz passa pela lente da câmera e se foca em um sensor no formato de um chip no lugar onde antes ficava o filme. Esse chip, com milhões de elementos que detectam luz, ou pixels, recebe a imagem e converte os valores de luz e cor em dados digitais, que então são transferidos a cada 1/60 segundo (variável que depende da câmera) para o processador interno do aparelho. A câmera então comprime esse imenso fluxo de dados a um tamanho operável, que pode ser transferido para algum tipo de armazenamento, como fita mini-DV, DVD, memória flash ou para um pequeno disco rígido dentro da câmera. Os engenheiros conseguiram miniaturizar essas funções a ponto de elas caberem na palma da sua mão. Mais impressionante ainda é a atual capacidade de transferir essas gravações de vídeo e som estéreo diretamente para o seu computador, prontas para editar e arquivar. 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA TABLETS E CELULARES

Para quem gosta de tecnologia e quadrinhos, uma reportagem interessante:


Publicados em dispositivos móveis, os quadrinhos clássicos estão voltando e incorporando recursos multimídias
ÉPOCA 17 abr. 2011



André Sollitto

Conhecer o passado de seus heróis favoritos sempre foi uma tarefa difícil para os fãs de histórias em quadrinhos. Para saber o que personagens famosos como o Batman e o Homem-Aranha faziam nas décadas anteriores, era necessário passar horas procurando revistas raras em sebos e lojas especializadas, acumular uma coleção enorme... e estar disposto a pagar caro por ela. A nova geração de fãs de quadrinhos, aparentemente, não precisará enfrentar esse problema. Com a chegada das HQs aos tablets e celulares, novos programas tornaram as histórias do passado mais acessíveis. E, com a possibilidade de incorporar recursos multimídias aos quadrinhos, podem revolucionar o gênero.

Com os programas, é possível obter grandes sagas clássicas fora de catálogo nas lojas e bancas de jornais. Enquanto as revistas chegam a custar pequenas fortunas em sebos e sites de leilão, suas versões digitais podem ser baixadas por preços acessíveis ou até de graça. E não é preciso se preocupar com manchas, páginas rasgadas e outros problemas comuns às versões em papel. É possível baixar os 12 capítulos de Crise nas infinitas terras, série lançada pela DC em 1985, ou comprar os encadernados da série The walking dead.

As coleções digitais ocupam obviamente menos espaço que suas versões físicas. Em média, as edições avulsas preenchem de 20 a 40 megabytes, e álbuns encadernados que compilam histórias completas chegam a 120 megabytes. Em um iPad de 64 gigabytes, dá para guardar o equivalente a uma garagem inteira de revistas de papel, sem correr o risco de ver as pilhas devoradas por insetos.

Também não é preciso procurar muito para encontrar histórias raras ou mesmo produções de artistas independentes. Em aplicativos como o Comixology, disponível para iPad, iPhone e Android (leia o quadro abaixo), publicações de grandes editoras como a Marvel e da DC dividem espaço com a cultuada Dark Horse e histórias de quadrinistas desconhecidos.

Como a variedade de títulos é enorme, fica difícil escolher o que vale a pena ler. Por isso, as próprias editoras oferecem aperitivos de histórias. Em geral, a primeira edição de uma aventura pode ser baixada gratuitamente. Depois de conhecer o começo, o leitor escolhe se continua a comprar o resto. Também há edições especiais gratuitas, como Umbrella academy 0. Escrita por Gerard Way, vocalista da banda My Chemical Romance, e desenhada pelo brasileiro Gabriel Bá, a pequena HQ serve como prólogo para uma série que já tem 12 edições. Foi lançada no Free Comic Book Day, evento em que os fãs de quadrinhos não precisam pagar por seus objetos do desejo.

Os quadrinhos brasileiros já começam a chegar aos dispositivos portáteis. A primeira história lançada foi Sábado dos meus amores, escrita e desenhada por Marcello Quintanilla. A editora Conrad, que lançou o álbum, prepara ainda uma versão digital de Chibata! , escrita por Olinto Gadelha Neto e desenhada por Hemeterio. “O iPad reúne condições para virar o suporte ideal para divulgar autores e ideias”, diz Rogério de Campos, diretor da Conrad.

A maioria das revistas em tablets e celulares é versão digital das histórias de papel. Embora seja possível ampliar as páginas, dar zoom em cenas específicas e ler quadro a quadro, quase como uma animação, poucas edições aproveitam o potencial tecnológico dos tablets.
Uma das mais inovadoras é The first witch. Escrita por Karrie Fransman, que publica tiras no The Times e no The Guardian, ela retrata as aventuras de uma dona de casa que foge de sua rotina e vira bruxa. A diferença está no modo como ela deve ser lida: o desenho completo só aparece se o tablet ou o celular forem movimentados para cima e para baixo, ativando o sensor de movimento. “É um novo modo de ler, como se os dispositivos digitais fossem uma janela para outro mundo”, diz Karrie. Os aplicativos foram feitos por Jonathan Plackett. A dupla prepara novos quadrinhos para tablet. “As funções do iPad, como o sensor de movimento, de posicionamento global, as câmeras, a bússola e o gravador, podem ser usadas para criar histórias impossíveis no papel”, diz Plackett.

Para que todas as HQs aderissem às novidades, porém, seria necessário gastar muito com equipamentos, programas e equipes específicas. A solução seria aproveitar alguns efeitos, sem transformar as histórias em animações. Youssef Mourad, presidente da Digital Pages, empresa especializada em transpor revistas e jornais para aparelhos portáteis digitais, acredita que é possível surpreender sem gastar muito. “Basta investir em uma linguagem mais próxima das inovações digitais do que das limitações do papel, sem transformar a editora em um estúdio hollywoodiano”, diz.

As HQs no tablet vão vingar apenas se conseguirem atrair os fãs tradicionais. “O leitor de gibis precisa ser convencido de que há vantagem em acumular arquivos digitais em seu tablet”, diz Mourad. Não deve ser tão difícil. A venda de gibis em bancas vem caindo desde o início do século – mas os álbuns e os encadernados vêm fazendo sucesso. O tablet é uma oportunidade de lançar álbuns mais baratos (ou gibis com o luxo do álbum). Além de manter a praticidade da revistinha (algo que a onda de HQs na internet pelo computador não consegue fazer), os tablets e celulares têm cores mais vistosas e maior nitidez. Também resistem melhor ao tempo.

“Está havendo uma transição do colecionador de revistas em papel para o colecionador digital – que tem interesse em guardar vários megabytes de histórias para mostrar para os amigos”, diz Mourad. É uma espécie de recomeço da saga dos quadrinhos.

segunda-feira, 21 de março de 2011

CANTORES VIRTUAIS

Isso não chega a ser bem uma novidade. Já existiram muitos cantores virtuais. Mas apenas agora a tecnologia tem permitido a estes personagens "pularem" para fora da tela e darem shows ao vivo. No Japão, a cantora Miki conseguiu a proeza de juntar uma multidão para assistir aos seus shows onde se apresenta como um holograma sólido. Antes de Miki causar o furor na terra do sol nascente, porém, não podemos nos esquecer do projeto Gorillaz que iniciou este movimento de shows "ao vivo" de criaturas virtuais.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

PROJETORES PARA DECORAR A CASA?

Um homem chamado Mr. Beam (não, não é o comediante) teve a brilhante idéia de usar projetores para decorar os ambientes de sua casa, seus móveis ficam com capas brancas, e ao ligar o projetor ele muda quando quiser a decoração de seu quarto ou sala. Idéia bem bacana, né? :P

Olhando apenas a imagem acima não dá pra se ter muita noção da transformação que o projetor provoca no ambiente, portanto, aqui vai o vídeo:


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

MELHORANDO A QUALIDADE DE UMA IMAGEM UTILIZANDO O MODO LAB





A mudança é um sutil mas faz uma grande diferença na qualidade das cores da imagem, especialmente quando impressas. E é algo relativamente fácil que você faz em três tempos com o Photoshop. Escolha a imagem que quer trabalhar. Aperte f7 para chamar as camadas (layers) e duplique a camada (botão auxiliar do mouse sobre a camada>duplicar camada). Clique em Image>Mode>Lab Color sem dar o Flaten Image para não achatar as camadas. Clique na guia Canais (Channels) e duplique o Lightness. No Lightness copy que você criou vá em Filtro (Filter)e use o Unsharp Mask com os valores 100 de Amount e 0,5 de Radius. Na layer "a" vá em Image>Apply Image e deixe a imagem em modo overlay 50% para ganhar saturação nos azuis e amarelos. Na layer "b" vá em Imagem>Apply Image e deixe a imagem em modo Overlay 50% para ganhar saturação de cores azuis e amarelas. Selecione o canal Lightness copy. Apague o olhinho desta camada e ative todas as outras. Trabalhando com o canal Lightness copy vá em Image>Aply Image e deixe em modo normal, 80% de opacidade. Isso serve para dar mais detalhes e definição ao "esqueleto" da foto. Volte no Image>Aply Image e deixe em modo Screen, 30% de opacidade. Isso serve para deixar a foto mais clara, menos pesada. Volte para as layers e deixe a layer 1 com 80% de opacidade. O resultado final é uma foto mais viva, mais leve, e que reproduz com mais fidelidade oq ue foi visto no momento em que a foto foi tirada.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Projeto Johnny Cash

Não sou muito fã da cultura norte americana mas vou abrir uma excessão por que a proposta é interessante e parece estar se tornando uma moda mundial. Que tal fazer o videoclipe para a última música que Johnny Cash gravou? Talvez você não o conheça pelo nome mas com certeza já ouviu alguma musica dele. Vá ao site thejohnnycash-project.com, baixe um template, altere a imagem da maneira como você quiser,e a mande de volta. Ela será colada a milhares de outras, enviadas por usuários ao redor do planeta e sincronizada com a música. Alguns minutos do clipe já estão lá para você se inspirar.

COMO RECUPERAR UM ARQUIVO QUE VOCÊ APAGOU EM 3 PASSOS

1) Pare o que você está fazendo. Quanto mais o computador é usado, maior o risco de que os arquivos sejam efetivamente destruídos.
2) Baixe e instale o programa Recuva (www.piriform.com). Indique o que você quer recuperar - fotos, músicas, textos etc.
3) O programa irá escanear o disco rígido, e uma a duas horas depois exibirá a lista de arquivos que podem ser resgatados. Selecione-os e dê OK.

domingo, 22 de agosto de 2010

FORMATOS DE ARQUIVO DE FOTOS DIGITAIS

Fotos digitais podem ser criadas em três tipos diferentes de arquivo: JPEG, TIFF e RAW. Cada formato tem seus pontos positivos e negativos. É responsabilidade do fotógrafo determinar qual o melhor formato a ser usado. De modo geral, se você quiser mandar uma imagem por e-mail, use o formato JPEG. Se estiver trabalhando com um programa mais sofisticado de manuseio de imagens, pode preferir o TIFF. Se quiser criar impressões grandes do seu trabalho e ajustar as cores de acordo com o seu gosto, use o formato RAW. Hoje vou entrar em mais detalhes com a JPEG por ser a mais popular.
JPEG: Essa sigla significa Join Photofraphic Experts Group (Grupo de Especialistas em Fotografia), o grupo de fotógrafos que se reuniu originalmente para discutir formatos. Pra quem é mais novinho, não deve se lembrar, mas baixar uma imagem pela net uns 10, 15 anos atrás exigia uma paciência de monge. Nesta época surgiram as primeiras compactações de imagens que estão aí até hoje: o GIF e o BITMAP. Depois surgiu o JPEG que se tornou tão popular que boa parte das máquinas fotográficas digitais já é gerada automaticamente em JPEG a não ser que você mode as configurações. Um arquivo JPEG é um formato de imagem comprimida, de tamanho reduzido em megabytes. Por isso é muito usado em anexos de e-mail. No entanto, o processo de compressão geralmente resulta em perda de qualidade na imagem. Em câmeras reflex digitais de alta qualidade, use os ajustes de maior qualidade de 10-12 se você tiver espaço em memória para tanto. O JPEG também é multiplataforma. Isso significa que a mesma imagem pode ser visualizada tanto em Macs quanto em PCs.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O scanner e Rudyard Kipling

Você desenha, fotografa e eventualmente acaba tendo de esbarrar no scanner para digitalizar as suas imagens. Aí, em dado momento você esbarra da sigla TWAIN. Mas o que é isso? Trata-se de um padrão de captura de imagens lançado em 1992 que acabou se tornando popular desde então. Em resumo, o TWAIN quando ativado executa um conjunto de ações no computador que possibilitam a ele escanear a imagem e reconstrui-la com dados digitais dentro da máquina. Fácil não é? Difícil é descobrir a origem da sigla. Há quem diga que TWAIN significa 'Technology Without An Interesting Name - Tecnologia Sem Nome Interessante, mas na realidade o origem do nome TWAIN vem do poema de Rudyard Kipling a "The Ballad of East and West", onde a certa altura se pode ler: "...and never the twain shall meet...". Ao criarem uma norma comum a várias plataformas, os membros iniciais queriam com a escolha de TWAIN significar que haviam conseguido unir o Leste e o Oeste, contrariando o escrito no poema. Quando estudamos digitalização acabo sempre passando o poema Se de Kipling para o exercício por ser o mais popular.
SE
Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.
Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.
Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.
De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
e dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.
Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!
Rudyard Kipling
Tradução: Guilherme de Almeida

FESTA DE 15 ANOS

 Mande fazer um poster de sua filha e coloque-o à entrada, para  que os amigos o assinem ao chegar. Sirva sanduíches variados: pães de forma...