O fotógrafo francês JR é um adepto da grandiloquência. É através de enormes painéis e fotos gigantes espalhadas por cidades do mundo inteiro que ele mostra seu trabalho - e dá o seu recado. Ao reproduzir, por exemplo, retratos de mulheres que lidam todos os dias com os efeitos da guerra, pobreza e opressão nos muros das periferias de Paris ou nas escadarias do morro da Previdência, no Rio de Janeiro, ele cria um manifesto-homenagem para que as pessoas possam enxergar (e se conscientizar) que essas Mulheres São Heroínas, como diz o nome da sua última mostra a céu aberto. JR omite sua identidade e gosta de ser chamado de "photograffeur" - palavra em francês composta da mistura entre fotógrafo e grafiteiro. Ele, que ganhou o TED PRIZE 2011, acredita que a arte precisa estar mesmo é nas ruas, bem mais aos olhos das comunidades. 





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