quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Apropriado para a época de eleições - Poema SÓ DE SACANAGEM



Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro.
A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
" - Não roubarás!"
" - Devolva o lápis do coleguinha!"
" - Esse apontador não é seu, minha filha!"
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem!
Dirão:
" - Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba."
E eu vou dizer:
"- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau."
Dirão:
" - É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal".
E eu direi:
" - Não admito! Minha esperança é imortal!"
E eu repito, ouviram?
IMORTAL!!!
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.

domingo, 14 de setembro de 2014

SOPA DE TOMATE

Para 4 pessoas

1,2 kg de tomates bem maduros
2 dentes dealho ligeiramente amassados
alguns ramos de tomilho (ou orégano)
6 cebolinhas verdes
3 ovos
2 colheres(sopa) de azeite
sal
pimenta do reino a gosto
4 torradas

Mergulhe os tomates em água fervente por 5 segundos (não mais que 2 ou 3 tomates de cada vez). Escorra e passe em água fria. Descasque os tomates, divida em quatro e retire as sementes. Corte cada pedaço em 3 ou 4 pedacinhos. Em uma panela, aqueça o azeite, depois frite o alho e o tomilho. Retire o alho e o tomilho da panela e coloque os tomates. Sem tampar, cozinhe por 2 minutos, mexendo com frequência. Adicione 3 e 1/2 xícaras (chá) de água fervente. Tenpere com o sal e cozinhe, sem tampar, em fogo médio por mais 10 minutos. Bata os ovos e coloque em uma panela coma metade da cebolinha verde, o sal e 3 colheres (sopa) de água. Leve ao banho maria, batendopor uns 5 a 10 minutos para obter um creme grosso. Divida a sopa de tomates em quatro pratos. No centro, disponha o creme de ovos. Tempere com a pimenta-do-reino. Enfeite com a cebolinha verde restante e sirva com as fatias de pão.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

TINTURA VERDE

Experimente fabricar seus próprios pigmentos a partir de materiais como raízes,castanhas, cascas de árvore e flores. Escolha os botões já totalmente abertos, frutas, e castanhas bem maduras, e lembre-se de não colher mais do que a metade das plantas à disposição na natureza, para que elas possam se regenerar.
Para fazer o corante, pique a planta escolhida e coloque-a numa panela com duas partes de água. Deixe ferver por uma hora. Coe e mergulhe o tecido na tintura. Se quiser um tom mais forte, deixe o tecido de molho durante a noite. Dependendo do corante, pode ser necessário preparar o tecido com mordente para garantir a fixação da cor.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

DEFEITOS DE PERSONALIDADES HISTÓRICAS

Platão era agigantado. Júlio César era careca. Cícero era coxo. Sócrates tiha uma cabeça enorme. Aristóteles puxava de uma perna. Confuncio era muito feio. Nero era miope. Napoleão e Luis XIV (o rei Sol) eram baixinhos. Ivan, o terrível, tinha o queixo deformado em ponta. Ana Bolena tinha 6 dedos em uma das mãos e Diraeli uma testa descomunal. Carlos II da França era careca e seu filho, Luis, era gago. O almirante Nelson não tinha um braço e Camões, um olho. Tycho Brahe, o famoso astronomo, tinha o nariz cortado ao meio e o substituiu por outro, postiço, de ouro e prata. Beethoven era surdo, Bernard Shaw, excessivamente magro e Roosevelt mancava devido à poliomelite.