terça-feira, 22 de dezembro de 2015

CHARUTINHO DE REPOLHO

Mais uma receita que merece ser guardada. Deu muito certo, é barata e saborosa. Você vai precisar:
1 cabeça grande de repolho (se fizer com a média pode diminuir o recheio porque sobra muito)
1 xícara de arroz
250g de carne moida
1 pacote de molho de tomate (+- 300g)
5 folhas de louro
1 cebola
2 dentes de alho amassados
1 caldo de carne (usei um saquinho de caldo de carne em pó da sanzon)
pimenta calabresa a gosto
sal a gosto


Eu costumo sempre separar todos os ingredientes. Picar o que tem de ser picado. Abrir o que tem de ser aberto. No caso da cebola, costumo deixá-la no freezer alguns minutinhos para não correr o risco de chorar quando for cortá-la. Tudo separado, primeiro coloquei o repolho em uma panela grande com água onde cozinhei por meia hora com tampa fechada. Enquanto isso fui misturando os ingredientes do recheio: carne, alho, cebola picada, sal (cuidado aqui pois o caldo de carne também costuma ter sal. Então não exagere), arroz lavado e a pimenta. Essa pimenta é forte então, se não gostar de pratos apimentados, não exagere. Uma vez cozido o repolho, vá retirando folha por folha, acrescente o recheio (umas 2 colheres dependendo do tamanho da folha), enrole bem firme e já vá ajeitando em uma panela funda (pode até ser a mesma onde cozinhou o repolho. Só tire a água, lave e seque antes de reutilizá-la certo?). Se sobrar o recheio você ainda pode reaproveitar para fazer um pimentão recheado no próximo almoço. Uma receita 2 em 1. Rs. Depois de enrolar e ajeitar os rolinhos, jogue por cima o pó do caldo de carne. Se for usar o cubinho, esfarele e jogue por cima. Coloque as folhas de louro e depois o molho de tomate. Acrescente água até a altura dos charutinhos e leve ao fogo baixo por 45 minutos. Rende umas 6 porções. E aproveite as sobras do repolho para fazer uma salada misturada com alface e uma farofa rápida de arroz cozido, farinha e alho picadinho. Ficou muito bom como acompanhamento.
Enjoy!

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Princess Vs Witch de Lhaisa Andria & Paula Vendramini

Resenha Princess Vs Witch

                Uma hora é uma bruxa de cabelo roxo. Outra é uma princesa com olhos de chuva. E não se esqueçam também da fadinha prepotente, do vampiro indiferente, do príncipe que brilha como o sol... Com um desfile de personagens encantadores e em um ritmo alucinante de eventos Princess Vs Witch tem o sabor de férias.
                Divertido, leve e recheado de reviravoltas que deixam o leitor um tanto zonzo em alguns momentos, mas sempre com aquele gostinho de quero mais.
                Na história, uma bruxinha de nome impronunciável muito apegada às suas rotinas arquiteta um plano quase infalível para evitar que seu quintal particular, o adorável Reino da Chuva...
- Quem nunca caminhou feliz debaixo de um emocionante pé d’água contemplando um céu adoravelmente tingido da cor de chumbo?
- Er, Marjori, eu estou tentando fazer uma resenha aqui. Com licença?
- Como assim, você está escrevendo sobre mim sem a minha real aprovação?
- Ãh, Yuria, é apenas uma notinha para os outros conhecerem mais sobre a sua história tão romântica na Floresta dos Sem-Voltas...
- COMO ASSIM HISTÓRIA ROMÂNTICA?
- Calma Mah! Gente, vocês não estão colaborando.
- Eu acho que você não está organizando devidamente o seu texto. Acho que com minha mente privilegiada eu posso melhorar isso.
- Marjori! Volta já aqui com a minha resenha!
...
...
- Acho que ela foi pro outro lado. Já terminou? Ela pareceu estar bem brava.
- Não se preocupe Valen. Depois eu dou uns pirulitos e ela esquece. Mas aqui está a minha obra de arte!
                “Em um adorável reino onde a chuva tornava as ruas brilhantes todos os dias existia uma fantástica bruxa com cabelos absolutamente maravilhosos desenvolveu o plano perfeito para livrar a todos do reino da presença do odioso sol...”
- Buááááá! Você está falando do meu irmão!
- Xiu Valen!
- Ah! Vocês estão aqui!
- AHHHHHHHH! CORRE!


                Bem, aqui estou de volta. Nem sei mais o que estava escrevendo e infelizmente, ALGUÉM rabiscou tudo o que eu tinha feito. Mas fica a dica. Princess versus Witch. Um livro onde os personagens praticamente pulam para fora das páginas. 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

COSPLAY

Cosplay é um termo importado que indica pessoas que gostam de "incorporar" personagens de animes, games, livros, desenhos e filmes. Todo ano pipocam eventos por todo Brasil onde vários fãs tem a chance de incorporar seus personagens prediletos. Este ano participei da Harucon em Cascavel. Olha como o pessoal capricha:
One Piece imperando lá. Tinha até o Usopp de Soderking




Esse aqui nos EUA era barrado





Incrível esse casal de O Estranho Mundo de Jack



Ace não morreu e ficou amigo do Law, olha só


Esse Ash tava muito bonitinho


Eu achei que ela já tinha sido esquecida, mas lá estava ela, a Sakura!


Sabo de One Piece


A da esquerda é da Madoka Magica. E você da direita? "Eu só estou com ela". Ah tá. 


A rainha de Copas e a Alice fizeram as pazes


Eu só reconheci a Nany por conta da arma :p


Até o Gandalf tava lá. 






D ++++++



Tinha um monte de Coringa mas esse estava perfeito


Steven King gerando Cosplay com direito a acompanhante

Full Metal Alchmist perfeito

A mulher gato eu reconheci. Agora Homem Aranha vestido de branco e preto?


domingo, 30 de agosto de 2015

A NOVA HISTÓRIA DO BRASIL

O cenário deve estar quente na sua memória. Nos tempos em que o país era uma colônia de Portugal, só havia por aqui engenhos de cana-de-açúcar, as "plantations", com centenas de escravos. Portugal passou séculos sugando as nossas riquezas. No século 16, o reino português já havia exterminado o pau-brasil, ganhando a madeira dos índios em troca de bugigangas: no século 18 ainda levou embora o ouro de Minas Gerais. Como todas as exportações brasileira eram controladas por Portugal, o país ficou limitado a ser uma colônia agrícola. E aí, lembrou-se dessa imagem? Pode esquecê-la. Essa história está virando, literalmente, coisa do passado. Daqui para a frente, vai conviver com esta aqui: no século 18, a economia brasileira é maior que a de Portugal. O país é repleto de rotas interestaduais de comércio de ferramentas, roupas e alimento, e ainda exporta, fora do controle do rei português, produtos para a Argentina e a costa africana. A descoberta do ouro ergue fortunas que ficam por aqui, tornando o Brasil capaz de ter investimentos para crescer mesmo em épocas de crise internacional. Os homens mais ricos (entre eles, negros e índios) constroem sua fortuna não como latifundiários, mas pelo comércio emprestando dinheiro a juros. A maioria dos brasileiros é formada por homens livres que mantém comércios ou pequenas fazendas. Esse novo passado tem sido descoberto por historiadores nos últimos anos. Dezenas de novos estudos apagam silhuetas tradicionais da história brasileira. E montam uma paisagem nova. Nas próximas páginas, conheça a nova história do Brasil.

UMA HISTÓRIA MAIS TRANQUILA
Grande parte da história que os brasileiros conhecem hoje, aquela que ainda está na maioria dos livros didáticos, foi criada (ou virou consenso) entre 1960 e 1980. Era um tempo mais tenso do que hoje. A Guerra Fria dividia os países, os governantes e os intelectuais entre comunistas e capitalistas. Na América Latina, as ditaduras militares calavam jornalistas e professores, torturavam e matavam dissidentes. Se no governo dominavam os capitalistas, a direita, nas universidades predominavam as ideias e os métodos de Karl Marx, o pai do comunismo científico. Para se opor à ditadura, era estimulante ressaltar histórias de dependência internacional, em que classes sociais lutavam entre si e que tinham as grandes potências como as vilãs. "Era uma leitura do passado que nos preparava para a revolução", diz o historiador Marco Antonio Vila, da Universidade Federal de São Carlos.
Mas o tempo passou. As ditaduras caíram, assim como o Muro de Berlim e a União Soviética. Aos poucos, aos pesquisadores ficaram um pouco mais longe das ideologias e passaram a tirar conclusões sem tanto medo de aderir a um ou outro lado da política. "A geração anterior foi muito marcada pela luta ideológica, exacerbada durante os governos militares. Divergências eram logo transpostas para o campo político-ideológico, com prejuízo para o diálogo e a qualidade dos trabalhos", diz o historiador José Murilo de Carvalho, professor da UFRJ e um dos imortais da Academia Brasileira de Letras. "A nova geração de historiadores formou-se em ambiente menos tenso e polarizado, com maior liberdade de debate e um ambiente intelectual mais produtivo."
A visão clássica do Brasil colonial  nasceu com o intelectual paulista Caio Prado Júnior em 1933. No livro Evolução Política do Brasil, ele afirma que a sociedade brasileira era simples e desigual: "Nos constituímos para fornecer açúcar, tabaco, alguns outros gêneros: mais tarde ouro e diamantes; depois, algodão, e em seguida café, para o mercado europeu.Nada mais que isso". Tudo girava em torno do latifundiário, que deixava só miséria por aqui. A teoria de Caio Prado fez um sucesso tremendo nas décadas seguintes.
Até que, nos anos 90, historiadores descobriram dados que não batiam com a teoria. Registros dos portos do Rio de Janeiro e de Salvador mostravam que, em épocas de crise econômica europeia, quando os preços do açúcar e do algodão desabavam pelo mundo, no Brasil eles mudavam pouco. Mesmo quando as exportações do Rio de Janeiro diminuíram, a compra de farinha e charque do Rio Grande do Sul aumentava.Esses dados sugerem que havia um bom mercado consumidor no Brasil. Além disso, o testamento dos homens mais endinheirados mostrava que a mais endinheirados mostrava que a maioria não fez fortuna exportando cana-de-açúcar, mas fabricando ferramentas ou emprestando dinheiro. Eles compravam fazendas só depois de ricos, para ganhar status de proprietários de terra e eventuais títulos de nobreza.
O maisrecente estudo com essa nova visão virou o livro História do Brasil com Empreendedores, de Jorge Caldeira, lançado em2009. Ele mostra mais um mito do Brasil colonial: a ideia de que só havia por aqui uma enorme massa de escravos e seus senhores. Em 1819, os escravos eram um quarto da população total, de 4,4 milhões de pessoas. E, entre os brasileiros livres,91% deles não tinham escravos. "Com essa população, o Brasil tinha uma economia maior que a de Portugal", diz Jorge Caldeira.
Os mitos do outro lado, os da direita, também estão com os dias contados. No caso da Guerra do Paraguai, glorificada pela caserna, hoje ninguém discute que os soldados negros foram entregues à própria sorte no campo de batalha, sendo os primeiros a morrer. Alguns, inclusive, foram à guerra como "substitutos", no lugar de senhores de escravos que preferiram não arriscar a vida pelo país. Tiradentes, mártir usado como peça de propaganda dos governos desde o início da República, teve sua participação na Inconfidência Mineira bem diminuída.Falando em República, hoje se reconhece que, logo depois que os militares a proclamaram, em 1889, o Brasil regrediu em diversos pontos. A censura à imprensa, por exemplo, foi um dos primeiros atos do proclamador em pessoa, o marechal Deodoro da Fonseca.
A história de qualquer país nasceu no berço do patriotismo. Na tentativa de construir um passado comum entre os habitantes e deixá-los orgulhosos do lugar onde viviam, surgiram relatos de grandes artistas e heróis, tradições milenares, mitos da fundação do país e datas nacionais. No Brasil, esse tipo de leitura da história surgiu principalmente com o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), de 1838. O órgão teve uma importância gigantesca para o país.O próprio imperador dom Pedro II participava de suas reuniões, de onde saíram os primeiros grandes relatos da história brasileira, caso do Como se deve descrever a História do Brasil, do naturalista Carl von Martius, de 1840, e a História Geral do Brasil, escrito por Francisco Varnhagen em 1854. Por trás dessas obras, havia sempre uma moral edificante e uma tentativa de valorizar a pátria.
Esse modo de ver a história cria um vício: tudo passa a ser visto de forma parcial. Se alguém do seu país consegue mesmo um grande feito, tende a ganhar uma aura de herói. E ai de quem questionar seus feitos. A aura em torno de Santos Dumont no Brasil é um dos maiores exemplos disso. Aqui ele é o pai da aviação. E ponto final. No resto do mundo, engenheiros e historiadores consideram os irmãos americanos Orville e Wilbur Wright mais importantes para o pioneirismo das máquinas voadoras. E é fato. Não se trata apenas de esforço dos EUA em vender seus heróis. Ao contrário do que muita gente acredita no Brasil, os irmãos americanos voaram na presença de testemunhas antes de Santos Dumont apresentar o 14 Bis ao mundo. No dia 5 de outubro de 1905, fizeram um único voo de 39 minutos, percorrendo 38,9 quilômetros. Já o 14 Bis, em novembro de 1906, voou 220 metros de distância a uma altura máxima de 6 metros. E foi abandonado 5 meses depois, quando sofreu uma queda da lateral e teve uma das asas despedaçadas. Se as últimas linhas despertaram em você alguma emoção mais quente, tenha calma. Ao contrário da história do século 19, a atual não se preocupa em criar ícones de heroísmo nacional e descrever grandes feitos. Na verdade, uma parta dos intelectuais de hoje se dedica a investigar como grandes lendas da história ganharam forma - e esse trabalho tende a destruir mitos consagrados.
Um exemplo lapidar dessa tendência é o livro Aleijadinho e o Aeroplano , publicado pela historiadora Guiomar de Grammont, da Universidade Federal de Ouro Preto, em 2008. A obra mostra como a imagem do escultor mineiro Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, não veio de documentos históricos, mas da cabeça de um escritor.
A primeira biografia de Aleijadinho foi escrita pelo jurista e deputado mineiro Rodrigo Ferreira Bretas em 1858. Mesmo sem fontes e documentos para provar o que dizia, Bretas descreveu seu personagem com detalhes horripilantes. A partir dos 47 anos, o escultor teria sofrido de uma doença desconhecida, que o fizera perder os dedos, os dentes e curvar o corpo. Para poupar os passantes de topar com sua feiúra, o homem entocava-se em igrejas, separado do mundo com cortinas improvisadas. Para a historiadora, o mais provável é que a fonte de inspiração da biografia de Bretas sejam personagens literários populares no século 19, como Quasímodo, o corcunda de Notre Dame do livro do escritor francês Victor Hugo. Os dois são impressionantemente parecidos. Como Aleijadinho, Quasímodo era um belo-horrível: apesar de ter uma aparência desfigurada, era capaz de boas ações. A descrição de Victor Hugo caberia muito bem a Aleijadinho: "A careta era o próprio rosto, ou melhor, a pessoa toda era uma horrível careta: entre os dois ombros, uma corcunda enorme da qual o contra golpe se fazia sentir na parte frontal de seu corpo; um sistema de coxas e de pernas tão estranhamente tortas que se tocavam apenas por meio dos joelhos". O personagem de Bretas era tão fascinante que pegou. O biógrafo ganhou prêmios de dom Pedro II e virou sócio-correspondentes do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
No começo do século 20, os modernistas viram em Aleijadinho a expressão da cultura mestiça brasileira, já que o escultor era filho de um português com uma escrava. O problema é que isso é uma das poucas coisas que se sabe mesmo sobre Antônio Francisco Lisboa. Não só a biografia escrita sem base em documentos e décadas depois de sua morte não ajuda como também há outro empecilho: não dá para saber quais obras realmente são dele. Não havia o costume de assinar esculturas naquela época. Mas a lenda em torno de seu nome ficou tão forte que Aleijadinho virou uma grife. E o número de obras atribuídas a ele explodiu. Na década de 1960, eram 160 esculturas; hoje são mais de 400. Pesquisadores consideram isso um exagero. Mas, ao que parece, a verdade não importa tanto. A aura vale mais. Só que a nova historiografia pode acabar com isso.
Por 3 séculos, os homens mais poderosos na vila que deu origem a Niterói, no Rio de Janeiro, eram os Souzas. Em 1644, Portugal concedeu a um rapaz chamado Brás de Souza o cargo de capitão-mor daquela aldeia. A justificativa era que se tratava de um "descendente dos Souzas, que sempre exercitaram o dito cargo". O reino deu um argumento parecido 150 anos depois, quando outro Souza, Manoel, ganhou o cargo de capitão-mor. Segundo o órgão do reino português, o homem devia receber o posto porque tinha uma "ascendência nobre". O curioso é que aqueles senhores bem-nascidos não eram descendentes de nenhum português com sangue azul. O primeiro Souza daquela região se chamava Arariboia. Era o líder da tribo dos temiminós que, no século 16, se aliaram aos portugueses para expulsar os franceses e os índios tupinambás do Rio de Janeiro. Depois da vitória, os índios ganharam um nome português e se instalaram por ali. Menos de 100 anos depois, seus descendentes já não se viam como índios, eram os Souzas.
Até pouco tempo atrás, a história admitia só dois personagens indígenas: ou a vítima passiva ou o selvagem rebelde. Mas uma nova figura surgiu: o índio colonial, aquele que se mudou para as cidades e adotou um nome português. Isso aconteceu com os descendentes de Arariboia e com índios de todo o Brasil. Em Minas Gerais, despachos do governador mineiro mostram que muitos índios coropós, gavelhos e croás, que até pouco tempo eram considerados extintos , se mudaram para as cidades para tentar lucrar com a corrida do ouro do século 18. Em São Paulo, censos de 1798 a 1803 mostram centenas de índios com endereço, nome português e profissão - havia agricultores, carpinteiros, músicos...
Outra paisagem que está mudando é a que retrata os bandeirantes, os sertanistas que exploravam o interior do Brasil em busca de ouro e índios que levavam a São Paulo como escravos. Nos quadros clássicos, eles aparecem fortes, bem vestidos, submetendo os nativos à sua vontade. Imagens assim surgiram no século 19, 2 ou 3 séculos depois de os bandeirantes explorarem as florestas brasileiras. Escritores paulistas, na tentativa de criar um passado heróico para São Paulo, reverenciaram os bandeirantes e os descreveram à sua imagem e semelhança, sem influência indígena. "Era uma paisagem imaginada, já que não existem imagens deles anteriores a 1810", diz o escritor Jorge Caldeira. Hoje, acredita-se que a diferença entre índios e bandeirantes fosse bem menor.
Se os bandeirantes tinham alguma roupa, ela se desfazia depois de poucos meses no meio do mato. Por isso, andavam provavelmente nus e descalços. Filhos de portugueses com mulheres nativas, eram mestiços. Muitos cresceram nas aldeias vivendo com tios, primos e irmãos índios. A maioria tinha várias mulheres, dando de ombros à vigilância dos jesuítas, que proibiam a poligamia. "Para a cultura tupi-guarani, um aliado tinha que ser parte da família. Era uma exigência dos líderes indígenas que os europeus tivessem mulheres índias. Isso favoreceu o surgimento de uma população profundamente miscigenada", afirma Caldeira. Um bom exemplo de bandeirante-índio é Domingos Jorge Velho, que destruiu o Quilombo de Palmares em 1695. Filho de uma índia e de um português, ele cresceu entre aldeias. Ao chegar a Pernambuco para lutar contra Zumbi, teve problemas para se comunicar com as autoridades pernambucanas: ele não falava português, só tupi guarani.

Mito 1 - A Sociedade Brasileira se dividia entre senhores e escravos
Fato - Havia mais pessoas livres do que se imagina. No século 18, 40% da população era de escravos. No começo de 19, 25%. E alguns senhores trabalhavam com os negros, já que tinham poucos escravos. 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

PARA ONDE VAI O AMOR QUE SE PERDE?

Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular. 
Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.
Kafka ofereceu ajuda para procurar pela boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.
Incapaz de encontrar a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. “Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo. ”.
Esta foi a primeira de muitas cartas que, durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina, narrando as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo : Londres, Paris, Madagascar…
Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.
No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca.
Ela era obviamente diferente da boneca original.
Uma carta anexa explicava: “minhas viagens me transformaram…”.
Anos depois, a garota agora crescida encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.
Em resumo, o bilhete dizia: “Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.
~ May Benatar, no artigo “Kafka and the Doll: The Pervasiveness of Loss” (publicado no Huffington Post)

sábado, 30 de maio de 2015

Charutos de Ricota

6 folhas de repolho (aferventadas), 3 fatias de ricota picadas, 1 colher de sopa de arroz cru, 1 tomate picado, 1 cebola, salsinha picada, sal e pimenta a gosto.
Misture a ricota com a cebola, a salsinha, o sal, o tomate e o arroz. Com essa mistura, recheie as folhas de repolho e enrole. Coloque o molho de tomate.

Molho
4 tomates grandes maduros (sem semente e sem pele) picados bem pequeno, 2 dentes de alho picados, 1 cebola pequena picada, 2 colheres de azeite, 2 colheres de molho inglês, tempero a gosto.
Colocar em uma panela o azeite, a cebola e o alho. Fritar até que doure. Colocar os tomates, o molho inglês com os temperos a gosto. Cozinhar até formar um molho espesso, que será colocado nos charutos.
Rendimento: 6 pessoas.

sábado, 23 de maio de 2015

COISAS QUE A CIÊNCIA NÃO CONSEGUE PROVAR: NÃO VIVEMOS NA MATRIX

O filósofo francês René Descartes, no século 17, estabeleceu as bases do racionalismo. Ele começava duvidando de tudo, e depois ia restabelecendo as verdades com base na razão. As 3 conclusões a que chegou, que serviram de base a todo o resto, são bastante conhecidas: "Penso, logo existo", "Deus existe" e "O mundo existe". É sempre chato desapontar um gênio como Descartes, mas é muito difícil justificar cientificamente essas conclusões. Começando pela que talvez pareça mais óbvia: o mundo existe. O que nos garante que o mundo existe de verdade - e não é apenas uma simulação criada por computadores ou pelos nossos sentidos, como no filme MATRIX? Nada. É impossível provar cientificamente que essa ilusão, a Matrix, não existe. E isso acontece porque o método científico é freado já em sua primeira etapa: a observação. Nós observamos o mundo a partir dos nossos sentidos: visão, olfato, paladar, tato e audição. Só que eles nos enganam. Se estamos assustados, por exemplo, podemos ouvir barulhos que não existem. E, principalmente, não temos acesso direto à realidade - nossas sensações são produzidas pelo cérebro, que recebe e interpreta sinais e transforma o resultado em algo acessível pela consciência. Ora. Se o ser humano não consegue observar o mundo sem passar por esse filtro, não tem como provar se ele é real ou apenas uma ilusão. "E se a nossa civilização atingisse um estágio pós-humano (muito avançado) e começasse a rodar simulações de épocas anteriores? Como podemos saber se não estamos numa dessas simulações?" pergunta o filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford. Ele tem razão. Cientificamente, nada garante que não estajamos vivendo dentro da Matrix. 
Superinteressante - JUN/2010 - Salvador Nogueira

COISAS QUE A CIÊNCIA NÃO CONSEGUE PROVAR: ÓVNIS NÃO SÃO REAIS

Normalmente, quando alguém aparece com uma suposta foto de disco voador, o especialista consultado costuma ser um astrônomo. Eles conseguem refutar a esmagadora maioria das supostas aparições de óvnis (geralmente fraudes ou ilusões de ótica). Mas não conseguem descartar totalmente a questão. Tudo por causa do método científico. Quer ver? A primeira etapa, observação, transcorre sem qualquer dificuldade: existem, afinal, aparições de óvnis a ser estudadas. A segunda etapa, pergunta, também rola sem problemas. Basta formular a questão "as visitas de extraterrestres à Terra são reais?" Depois vem a hipótese: essas visitas não são reais porque as imagens são fraudes, ou apenas ilusões - existem certos fenômenos atmosféricos que podem produzir efeitos semelhantes aos de óvnis. Até aí, tudo bem. 
O problema vem na etapa seguinte, a experiência. Não é possível fazer um experimento controlado com ETs. Nem sequer podemos prever quando os supostos discos voadores vão aparecer no céu. Sem experiência, não há conclusão - e não se prova nada.
Se os aliens apenas deixassem um sinal físico de sua existência - um pedaço de nave, que pudesse ser testado em laboratório para provar sua origem extraterrestre -, a questão voltaria ao alcance da ciência. "O mais frustrante é que, mesmo após milhares de avistamentos de óvnis, nenhum produziu evidências físicas que pudessem levar a resultados reprodutíveis em laboratório", diz o físico Michio Kaku, da Universidade da Cidade de Nova York.
Superinteressante - Jun/2010 - Salvador Nogueira

COISAS QUE A CIÊNCIA NÃO CONSEGUE PROVAR: DEUS NÃO EXISTE?

Esta o biólogo inglês Richard Dawkins, um dos principais cientistas do mundo e líder de várias campanhas ateístas, adoraria dizer que pode provar. Afinal, dizer que alguma coisa acontece "por causa de Deus" é inadmissível para cientistas como ele. Porque essa é uma afirmação que, no fundo, realmente não explica nada. Mas é impossível provar que Deus não existe, porque o método científico só consegue testar a validade de hipóteses que, em tese, possas ser refutadas com provas. Se você levantar uma hipóteses como "a Terra é quadrada", por exemplo, pode testá-la mandando uma nave espacial fotografar o planeta. É uma prova objetiva. Já com a existência de Deus, não é assim. Como conseguir provas? Onde procurá-las? Mesmo se fosse possível criar um teste para medir a existência de Deus, ele poderia optar por não aparecer - ou simplesmente fingir que não estava lá. 
O problema para os pesquisadores é que a ciência, ao contrário da Igreja, não prova as coisas pela negativa. Quando o Vaticano quer provar um milagre usa a ausência de provas em contrário  - obtém laudos de cientistas dizendo que eles não conseguem explicar aquele fato. "Se os peritos afirmam que a ciência não pode explicar o acontecido, aquilo passa a ser reconhecido como intervenção divina", explica Luiz Carlos Marques, especialista em história religiosa da Universidade Católica de Pernambuco. 
O método científico não funciona assim. Como os cientistas costumam dizer, a inexistência de provas não é uma prova de inexistência. A única coisa que a ciência pode fazer é afastar Deus do nosso dia a dia, explicando o Universo e as coisas de forma lógica e racional em vez de atribuí-las a fenômenos sobrenaturais. Mas daí a dizer que Deus não existe, vai uma enorme distância. E, se Richard Dwakins não gostar, sempre pode tirar as calças e pisar em cima. 
SUPERINTERESSANTE - JUN/2010 - SALVADOR NOGUEIRA

COISAS QUE A CIÊNCIA NÃO CONSEGUE PROVAR: EXISTE VIDA APÓS A MORTE?


O corpo humano é feito de células. Quando elas morrem, você morre. Não existe alma nem reencarnação. Essa é a visão científica tradicional. Mas bilhões de pessoas acreditam em vida após a morte. Elas estão erradas? Não há como garantir que estejam. O fato é que a ciência não consegue provar que alma e reencarnação não existem, por um motivo simples: como testar algo que não deixa evidência palpável? Até hoje, ninguém conseguiu encontrar ou medir a alma das pessoas. E olha que isso já foi tentado. Em 1907, o médico americano Duncan MacDougall pesou 6 pacientes antes e depois da morte. Ele achava que se a alma existisse, quando a pessoa morresse, ela sairia do corpo, deixando o cadáver com um peso menor que o indíviduo tinha quando estava vivo. MacDougall comprovou sua teoria. Mas, como ele mesmo admitiu depois, duas das medições estavam erradas - e um cadáver voltou a recuperar o peso. Novos testes foram feitos nas décadas seguintes e nunca provaram a tese. Estudos mais recentes sugerem que o cérebro pode gerar alucinações, em que a pessoa sai do próprio corpo, durante a morte. Mas só porque a nossa mente cria ilusões de alma não quer dizer que ela de fato não exista. Sem testar a reencarnação em laboratório, é impossível provar que ela não é real. 

SUPERINTERESSANTE - JUN/2010 - SALVADOR NOGUEIRA

domingo, 10 de maio de 2015

70 filmes para estudar História

Que tal estudar todo o conteúdo de história geral jogado no sofá, comendo uma pipoquinha? Sim, é possível! Depois de tantas apostilas e livros, vale a pena parar para descansar e se divertir um pouco. E nada melhor do que um bom filme. Confira nossa lista de 70 filmes que vão lhe ajudar a repassar história para as provas!
Pré-história
A Guerra do Fogo
- 10.000 a.C.
- O Elo Perdido
Grécia Antiga e helenística
300
- Alexandre
- Tróia
Império Romano
- Asterix
- Gladiador
- Calígula
- Átila, o Huno
- Augustus
- Spartacus
Idade Média/Feudalismo
- O Nome da Rosa
- O Incrível Exército de Brancaleone
- Cruzada
- Coração Valente
- Joana D’Arc
- O Sétimo Selo
Grandes Navegações
- 1492 – A Conquista do Paraíso
- Cristóvão Colombo – A Aventura do Descobrimento
Absolutismo
- O Homem da Máscara de Ferro
- Cromwell
Reforma Protestante
- Lutero
Renascimento
- Dom Quixote
- Agonia e Êxtase
- Shakespeare Apaixonado
- Giordano Bruno
Revolução Francesa
- Danton
- Maria Antonieta
- A Queda da Bastilha
Revolução Industrial
- Tempos Modernos
- Germinal
Rússia pré-revolução e Revolução Russa
- Rasputin
- O Encouraçado Potenkim
- Reds
Segunda Guerra Mundial e nazismo
- O Grande Ditador
- A Vida É Bela
- Pearl Harbor
- A Queda
- A Última Bomba Atômica
- Cartas de Iwo Jima
- O Resgate do Soldado Ryan
- Arquitetura da Destruição
- Europa, Europa
Guerra Fria
- Dr. Fantástico
- Os 13 Dias que Abalaram o Mundo
- Boa Noite e Boa Sorte
- Intriga Internacional
- Topázio
- O Dia Seguinte

Guerra do Vietnã
- Platoon
- Apocalipse Now
- Corações e Mentes
Luta dos direitos civis dos negros
- Mississipi em Chamas
- Malcolm X

América Latina das décadas de 1950 e 1960
- Diários de Motocicleta
- Chove Sobre Santiago
- O Segredo de Seus Olhos

África no século 20
- O Último Rei da Escócia
- Diamante de Sangue
- Hotel Ruanda
- O Jardineiro Fiel
Crise do socialismo, fim da União Soviética
Adeus, Lênin
Conflito entre Israel e Palestina
Lemon Tree
- Paradise Now
- Promessas de um Novo Mundo
Terrorismo, guerras dos anos 2000
Guerra ao Terror
- Restrepo
- Caminho para Guantánamo
- Fahrenheit 9/11

sábado, 9 de maio de 2015

BATATA FRITA COM ÓLEO FRIO

Fritar batatas com óleo frio pode parecer maluco, mas não é. Foi testado e aprovado na Cozinha Experimental. Descasque e corte as batatas em palitos. Lave e seque-as bem, usando pano de prato ou papel absorvente. Coloque as batatas numa frigideira com o óleo frio. Não se assuste! O óleo deve estar frio mesmo. Tampe e leve ao fogo alto, por 10 a 15 minutos até que as batatas fiquem douradas. Escorra em papel absorvente. A vantagem da fritura em óleo frio é que as batatas ficam secas e crocantes. Além disso, não suja o fogão e nem faz fumaça na cozinha. 

terça-feira, 5 de maio de 2015

PÃO DE MILHO

3 xícaras de leite, 1 xícara de farinha de milho branca (batida no liquidificador ou processador), 1 e 1/2 colher (chá) de sal, 2 colheres (sopa) de manteiga, 3 ovos, 2 colheres (sopa) de fermento em pó.
Numa panela misture 2 xícaras de leite com a farinha de milho, o sal e a manteiga. Leve ao fogo, mexendo sempre e cozinhe até ferver, engrossar e soltar do fundo da panela. Retire do fogo, bata bem com uma colher de pau, acrescentando os ovos, o leite restante e o fermento em pó. Misture bem. Coloque numa fôrma refratária untada de 29x22 cm. Leve ao forno quente (230ºC), preaquecido, por 35 minutos, ou até dourarem. Dá 12 porções. 110 calorias por porção.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

BROINHA DE FUBÁ

2 xícaras de água, 6 colheres (sopa) de manteiga, 2 xícaras de fubá de milho, 1 xícara de farinha de trigo, 1 xícara de açúcar, 4 ovos, fubá para povilhar.
Coloque a água e a manteiga numa panela. Deixe levantar fervura. Junte, de uma só vez, o fubá e a farinha e mexa vigorosamente. Cozinhe sempre mexendo até formar uma bola que solte da panela. Coloque num processador, junte o açúcar e bata até misturar. Acrescente aos poucos os ovos e bata bem. Com uma colher de sopa faça bolinhas e passe-as no fubá. Coloque numa assadeira sem untar e asse em forno quente (200ºC), preaquecido, por uns 25 minutos ou até que a parte de baixo esteja dourada. Dá 60 broinhas. 60 calorias por unidade.

domingo, 3 de maio de 2015

ROCAMBOLE DE BATATAS

Para a massa: 1/2 kg de batatas, 1 ovo, 2 gemas, 1 xícara de leite, 6 colheres (sopa) de farinha de trigo. Para o recheio: 1/2 xícara de farinha de trigo, 1 colher (sopa) de manteiga, 1/3 de xícara de queijo tipo gorgonzola esmigalhado, 2 xícaras de leite, 2 gemas, sal a gosto.
Cozinhe as batatas descascadas em água e sal até ficarem macias. Passe pelo espremedor. Acrescente os ingredientes restantes e espalhe a massa numa assadeira de 23x 35cm, untada com óleo. Asse em forno quente (200ºC), preaquecido, até começar a dourar e soltar dos lados da forma. Retire do forno, deixe amornar e desenforme sobre um pano ou folha de papel-alumínio. Reserve. Prepare o recheio enquanto a massa estiver no forno. Numa panela misture a farinha, a manteiga, o queijo e as gemas. Acrescente aos poucos o leite e misture bem. Leve ao fogo mexendo sempre até ferver e engrossar e aparecer o fundo da panela. Retire do fogo e deixe amornar. Espalhe sobre a massa de batatas assada. Enrole pela parte mais comprida, com o auxílio de um papel ou de um pano. Coloque numa travessa, sirva morno ou frio. Dá 8 porções. 243 calorias por porção.

sábado, 2 de maio de 2015

MAMINHA COM PIMENTA VERDE

1 maminha de 1,5 kg; 3 dentes de alho amassados; 1 colher (sopa) de sal; 4 colheres (sopa) de óleo; 2 colheres (sopa) de molho inglês, 2 xícaras de caldo de carne ou frango, 1 colher (sopa) de pimenta verde em conversa escorrida e amassada, 2 colheres (sopa) de farinha de trigo.
Tempere a maminha com o alho amassado e o sal. Unte uma assadeira com óleo, coloque a maminha e regue com o molho inglês. Asse em forno quente (200ºC) por 1 hora. Durante o cozimento vire e esfregue-se no fundo da assadeira para que fique bem dourada. Depois que a carne estiver assada, retire-a da assadeira. Acrescente o caldo de carne e raspe bem o fundo para retirar os resíduos dourados. Transfira aos poucos o caldo para uma panela, adicione a farinha e a pimenta verde e misture bem. Leve ao fogo e cozinhe até engrossar e ferver. Sirva com a carne fatiada. Dá 8 porções. 371 calorias por porção. 

sexta-feira, 1 de maio de 2015

MOUSSE DE ATUM

400g de atum fresco, cozido no vapor e moído, 1 xícara de salsão picado, 2 colheres (sopa) de mostarda, sal a gosto, 1 envelope de gelatina em pó branca, sem sabor (13g), 1/3 de xícara de água, 2 xícaras de creme de leite fresco, salsinha crespa e pepino para decorar.
Misture bem o atum, o salsão, a mostarda e o sal. Reserve. Dissolva a gelatina na água e deixe hidratar por 5 minutos. Leve ao fogo em banho maria, mexendo até derreter. Deixe amornar e misture com o atum. Bata o creme de leite até obter picos firmes. Misture delicadamente com o  atum. Coloque essa mistura numa forma de 17 cm de diametro e 9 cm de altura, untada com azeite. Leve à geladeira por no mínimo 4 horas. Desenforme e decore com a salsinha e o pepino. Dá 8 porções. 290 calorias por porção. 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

PÃO DE LÓ COM CREME

Para o coco queimado: 3 xícaras de coco ralado, 1 e 1/2 xícara de açúcar
Para o pão de ló: 6 ovos, 3/4 de xícara de açúcar, 3/4 de xícara de farinha de trigo, 1 colher (sopa) de fermento em pó
Para o creme: 2 colheres (sopa) de maisena, 1/3 de xícara de açúcar, 2 gemas passadas pela peneira, 3 xícaras de leite
Para decorar: 1 xícara de chocolate ao leite picado (165g)
Numa frigideira coloque o açúcar e derreta até caramelizar. Acrescente o coco e misture mexendo sempre até virar uma farofa crocante. Espalhe num prato e reserve. Bata os ovos com o açúcar até dobrar de volume e ficar uma mistura clara e fofa. Acrescente a farinha e o fermento peneirados e misture delicadamente. Coloque numa assadeira untada de 26x40 cm e leve para assar em forno quente (200º), preaquecido, por 40 minutos ou até dourar. Retire do forno, deixe amornar e desenforme sobre um pano. Reserve.
Prepare o creme: numa panela misture a maisena e o açúcar. Acrescente as gemas misturadas com o leite e leve ao fogo, mexendo sempre até ferver e engrossar. Retire do fogo e deixe esfriar coberto por filme plástico para não criar película. Forre uma taça grande de cristal ou de louça com um pedaço do pão de ló, espalhe um pouco de farofa de coco e por cima coloque uma parte do chocolate picado e um pouco do creme. Repita as camadas terminando com o chocolate picado. Cubra e leve à geladeira. Retire 10 minutos antes de servir. Dá 12 porções. 480 calorias por porção.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

SOPA DE CEBOLA

600g de cebolas cortadas em rodelas finas; 1/2 xícara de manteiga; 1/2 xícara de farinha de trigo; 1 xícara de queijo tipo suíço ou parmesão ralado; 2 litros de caldo de galinha.
Numa panela tampada, frite a cebola na manteiga, em fogo baixo, por 30 minutos. Enquanto a cebola for fritando, mexa de vez em quando e amasse com a colher de apu até que ela desmanche e fique com cor de caramelo. Se começar a prender no fundo da panela, acrescente um pouquinho de água, raspando bem o fundo da panela. Acrescente a farinha e mexa bem. Junte o queijo, misture e acrescente aos poucos o caldo, mexendo sempre. Deixe ferver em fogo alto, mexendo por 1 minuto. Sirva em pratos fundo ou em cumbucas de cerâmica. Coloque uma fatia de pão francês, torrado com manteiga e polvilhado com queijo por cima da sopa. Dá 8 porções. 345 calorias por porção (sem o pão torrado)

terça-feira, 28 de abril de 2015

SOBREMESA DE BANANA

Para a banana: 12 bananas nanicas ou prata, 6 colheres (sopa) de manteiga, 130g de ameixas pretas, 1/2 xícara de água, 1 e 1/2 colher (sopa) de açúcar. 
Para o creme: 8 colheres (sopa) de açúcar, 4 gemas, 1 colher (chá) de baunilha.
Para o suspeiro: 4 claras, 4 colheres (sopa) de açúcar.
Descasque as bananas e corte-as ao meio no sentido do comprimento. Frite, aos poucos, as bananas em uma frigideira antiaderente, com manteiga. Lave as ameixas, coloque numa panela e leve ao fogo baixo com a água e o açúcar. Assim que as ameixas começarem a desmanchar, retire do fogo e retire os caroços. Pique as ameixas e reserve. Bata bem as gemas com o açúcar e reserve. Bata as claras em neve, junte o açúcar e continue batendo até formar picos firmes. Numa fôrma refratária de 20 cm de diâmetro arrume uma camada com bananas, uma de ameixa e outra com as gemas batidas até terminarem os ingredientes. Leve ao forno quente (200ºC) por 8 minutos. Retire do forno, cubra com o merengue e leve novamente ao forno para dourar o merengue. Dá 8 porções. 356 calorias por porção. 

TORRADA ITALIANA

2 tomates sem sementes, 2 colheres (sopa) de alcaparras escorridas, 1/4 de xícara de azeite, 1 dente de alho, 10 fatias de pão italiano (tipo bengala), Sal a gosto.
Bata os tomates, as alcaparras, o azeite e o dente de alho no liquidificador ou processador. Tempere. Espalhe a mistura preparada nas fatias de pão. Leve ao forno quente (200º), preaquecido, por 5 minutos até torrar ligeiramente o pão. Dá 10 porções. 113 calorias por porção.

domingo, 26 de abril de 2015

SOBREMESA REAL DE CHOCOLATE

4 ovos, 1 xícara de açúcar, 1/2 xícara de chocolate em pó, 2 colheres (sopa) de manteiga derretida, 1/2 colher (sopa) de fermento em pó, 1/3 de xícara de farinha de trigo, 1 pitada de sal, 1/2 xícara de geléia de damasco, creme de leite fresco batido.
Bata os ovos com o açúcar até ficar um creme fofo e claro. Acrescente o chocolate, a manteiga, o fermento, a farinha e o sal. Misture bem. Coloque numa forma redonda de 29,5 cm, com o fundo forrado com papel impermeável e untado com manteiga. Leve ao forno quente (200ºC), preaquecido, por uns 20 minutos ou até as bordas começarem a soltar da laterais da forma. Retire do forno. Desenforme sobre um prato e deixe esfriar. Espalhe a geléia de damasco. Sirva acompanhado com creme de leite batido. Dá 16 porções. 624 calorias por porção.

ARROZ COM FRANGO

1 colher (sopa) de óleo; 1 cebola grande picada; 2 dentes de alho picados, 4 fatias de bacon picadas, 1 frango cortado a passarinho sem a pele, 2 pimentões vermelhos sem sementes picados, 2 colheres (sopa) de salsinha picada, 2 xícaras de arroz, sal a gosto, 20 azeitonas pretas.
Numa panela grande frite com óleo a cebola, o alho, o bacon, até ficarem dourados. Acrescente o frango e refogue bem, junto com os pimentões e a salsinha por uns 20 minutos. Mexa de vez em quando. Retire os pedaços de frango, desosse, e coloque novamente a carne na panela. Junte o arroz e refogue mexendo durante 5 minutos. Acrescente 4 xícaras de água fervente, abaixo o fogo, tampe a panela e cozinhe mexendo de vez em quando até o arroz ficar macio. Se necessário, acrescente mais água. Tempere. Acrescente as azeitonas com caroço, misture e retire do fogo. Sirva imediatamente. Dá 6 porções. 668 calorias por porção.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

COUVE FLOR COM FAROFA

1 couve flor média (500g), 4 colheres (sopa) de azeite, 1 xícara de pão de forma esmigalhado (100g) 2/3 de xícara de cebola bem picada, 4 dentes de alho
Separe a couve-flor em florzinhas, deixando 1 cm do talo. Cozinhe em água fervente com sal, até que fique al dente. Escorra e reserve. Numa frigideira esquente o azeite, junte o pão, a cebola e o alho. Frite mexendo sempre, em fogo baixo até dourar. Arrume a couve-flor numa travessa e espalhe a farofa por cima. Sirva quente. Dá 6 porções. 155 calorias por porção.

terça-feira, 21 de abril de 2015

TOMATES RECHEADOS

6 tomates maduros e firmes, 300g de mussarela cortada em cubinhos, sal a gosto, 3 colheres (sopa) de manjericão fresco picado, 1/4 de xícara de azeite.

Corte uma tampa dos tomates do lado do cabinho. Retire as sementes e vire os tomates sobre uma superfície para escorrer. Tempere a cavidade de cada tomate com sal, recheie com a mussarela e com um pouco do manjericão picado. Regue com azeite. Coloque numa assadeira e leve ao forno quente (200°C), preaquecido, por 10 minutos ou até derreter a mussarela. Dá 6 porções. 279 calorias por porção.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

DEMOLIDOR

Comecei a assistir na netflix ontem. É muito bom!

MAIONESE CASEIRA BÁSICA

2 gemas cruas, 1 xícara de óleo, 2 colheres (sopa) de vinagre, 1 colher (chá) de mostarda, Sal e pimenta do reino branca a gosto.

Bata no liquidificador as gemas com 1 colher (sopa) de óleo, 1 colher (sopa) de vinagre, a mostarda, o sal e a pimenta. Com o aparelho ainda ligado, adicione lentamente o óleo caindo em fio. Acrescente o vinagre restante e bata mais um pouco. Dá 1 xícara (16 colheres de sopa). Você pode preparar a maionese na véspera e guardá-la na geladeira, coberta com filme plástico ou em vidros bem tampados. 146 calorias por colher.

domingo, 19 de abril de 2015

MACARRÃO COM MANJERICÃO E RICOTA

1/2 xícara de folhas de manjericão fresco picado, 1/4 de xícara de salsinha picada, 1 dente de alho picado, 3/4 de xícara de azeite, 1 xícara de ricota, 500g de tomates-cereja aferventado ligeriamente, 1/2 xícara de queijo parmesão ralado, sal a gosto.
Misture numa tigela o manjericão, a salsinha e o alho. Adicione o azeite e misture bem. Esmigalhe a ricota e junte à mistura do manjericão. Cozinhe o macarrão em bastante água com sal. Quando estiver cozido, mas ainda firme, al dente, escorra e reserve 1/2 xícara de água fervente do cozimento. Junte a água na tigela com a ricota e misture bem. Acrescente o macarrão escorrido e misture com a ajuda de 2 garfos. Coloque numa tigela, polvilhe com parmesão e por cima coloque os tomates aferventados. Leve à mesa e antes de servir misture. Dá 6 porções. 683 calorias por porção.

sábado, 28 de março de 2015

BOLO DE BANANA


7 bananas nanica, suco de 1 limão, 3/4 de xícara (chá) de açúcar, 2 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente, 2 ovos, 2 xícaras (chá) de farinha de trigo, 2 colheres (chá) de fermento em pó, 1 pitada de nós moscada ralada, 1 colher (chá) de canela em pó, 1 limão, 1 xícara (chá) e 2 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro.
Descasque as bananas e corte em pedaços. Fala um purê com elas e o suco de limão. Unte uma forma de bolo inglês de 22 centímetros de comprimento. Aqueça o forno em temperatura moderada. Bata o açúcar com a manteiga, os ovos e o purê de banana. Misture a farinha de trigo com o fermento. Acrescente, aos poucos, à mistura anterior e mexa bem. Perfume com noz moscada e a canela. Coloque a massa na forma untada e asse por uns 90 minutos - sendo que, depois de 45 minutos, você deve cobrir cuidadosamente com papel alumínio. Deixe esfriar no forno e desenforme. Descasque o limão de modo a obter tiras compridas de casca. Reserve. Esprema o suco de limão e misture com o açúcar de confeiteiro. Espalhe pelo bolo. Coloque as tiras de casca de limão em água fervente por quatro ou cinco minutos. Retire e corte em tiras ainda mais finas. Espalhe sobre o glacê ainda úmido.

domingo, 22 de março de 2015

TERRINE DE COCO CARAMELIZADA




10 porções
1 xícara de açúcar, 2 1/2 xícaras de leite morno, 10 colheres (sopa) de maisena, 2 xícaras (480 ml) de leite de coco, 2 ovos, 1 colher (chá) de essência de baunilha, manteiga para untar, 1 pacote (100g) de flocos de coco torrado para polvilhar a forma. Para a calda de caramelo: 1 1/4 xícara (300 ml) de água, 1 xícara (180g) de açúcar

1. Unte bem com manteiga uma fôrma de bolo inglês de 5 x 9 x 20cm e polvilhe com os flocos de coco, espalhando de maneira uniforme. Reserve a fôrma na geladeira.
2. Coloque o açúcar numa panela de inox e leve ao fogo brando, mexendo com uma colher de pau até o açúcar derreter e ficar com cor de caramelo. Tire do fogo.
3. Com cuidado e bem devagar, vá juntando o leite morno, mexendo sempre, até a mistura ficar homogênea.
4. Leve novamente ao fogo e aqueça até o ponto de fervura. Deixe de lado.
5. Em outra panela, coloque a maisena e vá misturando com o leite de coco, batendo até a mistura ficar lisa.
6. Vá despejando a mistura de leite sobre a de maisena, batendo para não empelotar.
7. Leve ao fogo brando, em banho-maria, e cozinhe, sem parar de mexer, por 10 minutos ou até a mistura começar a engrossar. Deixe de lado.
8. Numa tigela pequena, coloque os ovos e bata bem. Vá despejando 1 xícara de mistura quente de leite, batendo para misturar bem. Despeje na panela com a mistura restante, junte a baunilha e cozinhe, mexendo sempre, por 2 minutos. Tire do fogo, coloque numa bacia com água fria e cubos de gelo, e mexa até esfriar.
9. Despeje na fôrma preparada, cubra e guarde na geladeira até a hora de servir.
10. Prepare a calda: coloque 1 xícara de água e o açúcar numa panela, leve ao fogo alto e, mexendo com uma colher de pau, deixe ferver. Pare de mexer, reduza o fogo para brando e deixe a calda ficar caramelizada (cor dourada-escura). Junte a água restante e continue o cozimento, mexendo sempre, até a calda engrossar, ficando com a consistência de mel. Tire do fogo e deixe esfriar.
11. Desenforme a terrine num prato de servir e leve à mesa acompanhada da calda de caramelo colocada numa molheira.

domingo, 1 de março de 2015

Pasta de Berinjela


1 berinjela grande ou 2 médias (570g), 2 colheres (sopa) de óleo, 1 cebola média picada, 1 dente de alho picado, 1/4 de xícara de pimentão verde picado, sem sementes; 1 e 1/2 colher (sopa) de suco de limão, sal a gosto, pimenta-do-reino a gosto moída grosseiramente.
Corte a berinjela ao meio no sentido do comprimento. Unte toda a berinjela com óleo e coloque numa assadeira. Leve ao forno quente (200ºC) até ficar assada e macia. Retire do forno e descasque. Bata a polpa no liquidificador ou no processador. Frite a cebola e o alho no óleo até dourarem. Junte a polpa de berinjela e acrescente os ingredientes restantes. Tempere. Cubra com um filme plástico e leve para gelar por 3 horas. Sirva com torradas, pão preto ou biscoitos. Dá 40 porções.
11 calorias por porção

sábado, 28 de fevereiro de 2015

TORTA DE AVEIA COM LIMÃO


 
Para a massa: 3/4 de xícara de manteiga gelada em pedacinhos, 2 xícaras de aveia em flocos, 3/4 de xícara de farinha de trigo, 3/4 de xícara de açúcar, 1 ovo. Para o recheio: 4 ovos separados, 3/4 de xícara de açúcar, 1/2 xícara de farinha de trigo, 1/2 colher (sopa) de fermento em pó, 1/4 de xícara de manteiga derretida, 3/4 de xícara de leite, 1/2 colher (sopa) de casca de limão ralada.

No processador misture todos os ingredientes da massa e processe rapidamente até a massa formar uma bola (não processe demais).
Coloque-a sobre uma superfície polvilhada com farinha e amasse ligeiramente incorporando um pouco mais a farinha para obter uma massa uniforme.
Abra 1/3 da massa sobre o fundo de uma fôrma de abrir de 29 cm de diâmetro, untada com manteiga. Com a massa restante, forre os lados da fôrma, deixando a massa com 2,5 cm de altura.
Leve para assar em forno médio (180ºC), preaquecido, por 15 minutos ou até secar  a superfície da massa. Retire do forno (deixe o forno ligado). Reserve.
Enquanto isso, prepare o recheio: na batedeira, coloque as claras e bata até ficarem em neve. Junte o açúcar e continue batendo até formar picos firmes. Acrescente as gemas e bata bem. Junte a farinha e o fermento, intercalando com a manteiga derretida. Misture. Adicione o leite e a casca de limão. Misture novamente com uma espátula. Coloque essa mistura sobre a massa pré-assada e leve ao forno, por 30 minutos ou até que fique firme e ligeiramente dourada. Retire do forno, deixe amornar e desenforme. Essa torta é ótima para acompanhar o chá ou café à tarde. Dá 10 porções. 400 calorias por porção.

Obs.: Se você não tiver processador de alimentos, faça a massa do jeito tradicional, com as mãos.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

DICAS PARA PREPARAR O CAFÉ PERFEITO

1) Jamais deixe a água ferver. A água muito quente elimina o oxigênio, cozinha o pó e elimina os aromas. Tire-a logo que começar a borbulhar.
2) Não adivinhe quantidades. Para uma bebida fraca, use 5 a 6 colheres de sopa cheias por litro; para cafés fortes, 8 a 10 colheres.
3) Se possível, use água filtrada ou mineral. Evite água da torneira. O excesso de cloro alterna o sabor da bebida.
4) O café moído se deteriora facilmente em contato com umidade, ar, calor e odores estranhos. Guarde-o longe desses riscos.
5) Depois de aberta a embalagem, o pó deve permanecer na geladeira ou em local fresco, em recipientes plásticos ou de vidro bem fechados ou na própria embalagem. Depois de dez dias, o pó começa a perder qualidade.
6) Prepare somente a quantidade a ser consumida na hora ou no máximo na hora seguinte. Após esse tempo, o sabor vai ficando pior.
7) Pelo pó de café deve passar, no coador, apenas água quente, jamais o café anterior, já envelhecido. A recirculação deixa a bebida amarga e desagradável.
8) Açúcar demais invade o sabor e estraga o café, mascarando o gosto. A língua da pessoa não sente o paladar.
9) Se a água for despejada lentamente, o café resultará escuro e amargo. O tempo limite para um bom sabor é de 4 a 6 minutos.
10) Evite adoçar todo o café antes, de uma só vez. A sedimentação do açúcar nas paredes do bule ou da garrafa térmica cria uma crosta que altera o sabor.
11) Em filtro de papel, não pressione a camada de café para baixo, deixe o pó espalhar-se uniformemente. Despeje a água em fio, no centro do filtro, sem mexer com a colher.
12) O café preserva melhor o sabor quando servido em xícaras de louça ou porcelana.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

BACANAL

As bacanais eram festas realizadas em honra ao deus romano Baco, chamado de Dionísio pelos gregos. Era o deus do vinho e dos prazeres. As festas eram, muitas vezes, orgias. As bacantes, consideradas sacerdotisas do deus, dançavam desenfreadamente vestidas com peles de leão. Por isso, a palavra bacanal permaneceu como sinônimo de reuniões em que há orgia, sexo e danças.
No início, apenas mulheres eram admitidas na festividade, mas com o tempo deu-se permissão para homens participarem também. Em 186 a.C., um decreto do Senado romano proibiu as bacanais em Roma. Mas não foi respeitado. Resquícios da comemoração chegaram até o Brasil.  Ainda no século XIX, em Pernambuco, durante a Páscoa, realizava-se uma festa dedicada a Baco, com banquetes, procissão e cânticos. Em 1869 a Igreja conseguiu a proibição do festejo, argumentando que era inadmissível em um país católico.

sábado, 3 de janeiro de 2015

COMO AJUSTAR A COR PRETA EM IMPRESSOS

Por Andy Brown, designer, The Print Design Handbook, www.printhandbook.com

PRETO PADRÃO
Também conhecido como preto standard ou preto 100%, esse tom tem apenas uma tinta no sistema CMYK - 100% de preto e 0 em ciano, magenta e amarelo. Normalmente é usado para textos, já que deixa as letras bem nítidas. É melhor evitar usá-lo em áreas grandes, já que existe a possibilidade de a impressão ficar irregular.

PRETO CALÇADO
Muitas gráficas recomendam que você crie um preto calçado, que também pode ser chamado de preto rico ou "preto de gráfica". Há dois tipos de preto calçado: o azul é criado por meio da adição de ciano ao CMYK. A quantidade recomendada varia de gráfica para gráfica, mas costuma ir de 20% a 40%. O outro tipo de preto calçado é o vermelho, mais escuro, criado a partir da adição de mais magenta e amarelo ao CMYK. Esta versão é mais quente do que a primeira. Novamente, a porcentagem varia de acordo com a gráfica - você pode usar, por exemplo, 50% de ciano, 20% de magenta, 20% de amarelo e 100% de preto.

PRETO REGISTRO
Este tipo de preto usa 100% das quatro tintas do sistema CMYK, e costuma ser rejeitado por muitas gráficas por um motivo simples: como as quatro cores estão em 100%, uma quantidade excessiva de tinta é usada, o que prolonga o tempo de secagem da impressão. Caso esse tempo não seja respeitado, as páginas podem colar umas nas outras e a tinta pode acabar sendo removida do papel.