domingo, 26 de fevereiro de 2012

RIUSUKE FUKAHORI

É um artista plástico "especializado" em peixinhos dourados. Ele cria esculturas tridimensionais que dão a sensação do peixe haver sido realmente colocado na resina, mas a criação dele é manual, como se pode ver neste vídeo.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

ERA UMA VEZ

Estive vendo duas séries norte americanas baseadas nos bons e velhos Contos de Fadas. O primeiro chamado Once upon a time traz a complicada médica da série Dr. House na pele de Emma, uma espécie de  faz tudo que descobre que o seu passado não é assim tão ordinário ao entregar um garoto perdido de volta para sua mãe em uma cidadezinha do interior. 
Para quem gosta do gênero, esse seriado pode ser baixado com legendas em portugues (se a SOPA não atrapalhar)  no site http://www.seriesfree.biz/2011/10/once-upon-a-time/

Na segunda série chamada Grimm, vemos um detetive (imagino se nos EUA os cursos de roteiristas tem alguma especialização em detetives de tanto detetive que aparece em seriado) que começa a se deparar com casos estranhos e acaba descobrindo ser um herdeiro direto dos Irmãos Grimm e por conta de uma maldição, capaz de ver criaturas vindas diretamente dos contos de fadas. 
Grimm pode ser baixado também com legendas no site http://www.seriesfree.biz/2011/10/grimm/

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A PRINCESA COM OLHOS DE GATO



A princesa com olhos de gato, resenha de Yasmin Garibaldi (Y.G. - assessora MODO)

Ao acabar a leitura do título em questão, senti algo que a muito tempo não acontecia - uma sensação de êxtase somada a um desejo fulminante em entrar dentro da estória, na tentativa de conhecer pessoalmente as personagens e mudar a trilha de algumas, ou simplesmente, querendo saber mais a respeito do livro II, pois de imediato, era isso que meus impulsos pediam.
Talvez, seja exatamente isso que acontecerá aos próximos leitores - a sensação que se paralisa ao final da trama: "- Ah, por favor... Não termine agora..."
Sim, leitores, foi exatamente isso que senti. Deixei que se passassem alguns dias para que pudesse degustar um pouco mais do choque térmico que é, minha gana pela literatura e a forma como esse livro se entrega a tal gana.


Uma obra espetacular, com todos os ingredientes que se misturam em perfeita harmonia - magia,fantasia,experiências, paixão e escolhas.

As personagens:

Extremamente curiosas, seja pelo tempo em que se dá a trama, seja pela forma original e realista que a autora deu vida a todas elas, com as devidas características correspondentes ao comportamento, ora, mimada e teimosa; ora, sábio e controlador; ora perspicaz e compromissado com a verdade. Quem ler, saberá que falo sobre Loiane, mestre Aluanã e o querido Abner.

Todas os personagens foram muito bem criados e estruturados, com seus interrelacionamentos aprofundados, interagindo com o cenário apresentado. Não tem como piscar os olhos sem sentir medo de perder cada palavra apresentada.

A trama:

Rica em detalhes, é capaz de envolver, sem que o leitor perceba, em poucas páginas lidas.
Foram inúmeras cenas de aventura e ação, todas envolvendo um certo mistério e o sobrenatural comedido ao aspecto apresentado, indo aumentando o teor, conforme a narrativa pedisse, o que me deu, em vários momentos da leitura, ansiedade e falta de ar, pois, quando tudo  parecia estar por um fio, algo acontecia capaz de transformar todo o cenário, chegando a magia, utilizada na trama, a atingir os olhos e sensações do leitor. A impressão é de que se está assistindo  um filme de alta qualidade.

A escrita:

Gostaria neste momento, de parabenizar a autora, pela riqueza de seu vocabulário, muito bem tratado e coerente aos fatos e época. Gostei muito do carisma repassado na sua escrita e a forma como desvendava cada fato diante dos olhos leitores e curiosos. Digo, Gislene tem um tato refinado para lidar com adversas situações abordadas, e o senso de criatividade excepcional, o que encantou, de imediato, a analisadora desta obra, que é quem vos fala.

Desfecho:

Todos os pontos colocados na trama, como desafio aos personagens e ao próprio leitor, foram solucionados. Não teve como não sentir compaixão em muitos momentos por Loiane, e também, uma certa implicância com sua teimosia, porém, personagens possuem vida própria, nem o autor conseguiria mudar seu trajeto quando ela se transveste de sua forma. Fiquei em grande expectativa pelo romance apresentado, torcendo muito e aguardando pelo o livro II, pois tenho a intuição de que fora, no livro I, alimentado um amor puro e verdadeiro pelas circunstâncias em que se fez. Uma grande quantidade de compatibilidade no encaixe entre os pares, embora sejam totalmente os opostos, mas... Lutando pela mesma causa.

Essas foram as impressões que precisavam ser desabafadas.
Amei infinitamente este livro, tornando-se, sem sombra de dúvidas, um de meus favoritos.

Obrigada, MODO Editora pela oportunidade e toda a equipe que está empenhada no sucesso desta obra maravilhosa, a qual, não vejo a hora de ver nas estantes brasileiras.

Recomendo!

Yasmin Garibaldi, assessora MODO.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

TIM WALKER





Nascido na Inglaterra em 1970, Tim Walker tem sido uma presença constante na conceituada revista Vogue. Extravagante, excêntrico, romântico... é difícil definir exatamente seu estilo. 





Após se graduar em 1994 ele trabalhou como freelancer sendo um fotógrafo assistente em Londres antes de se mudar para Nova York como assistente de Richard Avedon




Quando voltou para a Inglaterra se concentrou na fotografia de retratos e na fotografia documental para os jornais do Reino Unido.  Walker ficou em terceiro lugar na premiação do jornal Independent de fotografia.


 Apareceu na Vogue aos 25 anos de idade. Em 2008, sua primeira grande mostra foi realizda no Design Museum, em Londres, que coincidiu com a publicação de seu primeiro livro, intitulado Pictures. 
 Neste mesmo ano Walker recebeu o prêmio Isabella Blow para criador de moda no British Fashion Awardsem. 


Em maio de 2009 recebeu o prêmio do Centro Internacional de Fotografia, em Nova York, por seu trabalho como fotógrafo de moda. 


 Tanto o Museu Victoria & Albert quanto a National Portrait Gallery em Londres tem fotos de Tim Walker em suas coleções permanentes. 
 Walker fez duas capas para a Vogue britânica - Lily Cole na capa de julho de 2005 e Stella Tenant na edição de novembro de 2005. 


 Quer conhecer um pouco mais sobre esse fotógrafo? Visite o seu site: http://www.timwalkerphotography.com/biography.php



domingo, 19 de fevereiro de 2012

PATO FU

Fundada em 1992, essa banda mineira já esteve no rank das 10 melhores bandas do mundo pela revista TIME. É difícil definir o estilo da banda, mas se for para escolher um termo, pode-se afirmar que ele faz uma música experimental, ora ou outra esbarrando no rock alternativo. O nome Pato Fu veio de um episódio do Garfield onde ele lutava Gato Fu. Para não ficar tão parecido, trocaram a primeira letra. 
Suas músicas mais famosas são:
SOBRE O TEMPO
CANÇÃO PARA VIVER MAIS
Esta música é uma homenagem ao falecido pai da vocalista, Fernanda Takai. 
EU SEI
É uma homenagem a Renato Russo que sempre comentava sobre a banda.
EU
PINGA

ANTES QUE SEJA TARDE
DEPOIS
PERDENDO DENTES
MADE IN JAPAN
ANDO MEIO DESLIGADO
Uma regravação de Os Mutantes. 
Em 2010 lançou um disco tocado apenas com instrumentos de brinquedo. Com esse disco ganhou em 2011 o Disco de Ouro.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

CAMERAS DE VÍDEO DE MINI-DV

O DV é o formato de vídeo mais maduro que há para o consumidor. Realizadores de vídeos profissionais - desde jornalistas até fotógrafos de casamento - apaixonaram-se imediatamente por esse formato de vídeo devido a sua qualidade, tamanho e baixo custo. O formato também facilitava a edição no computador. Além de essas câmeras terem diminuído de tamanho e de preço ao longo dos últimos dez anos, possuem uma qualidade de recursos surpreendente. 
Um dos aspectos mais importantes das câmeras DV com suas fitas mini-DV é a interface FireWare, a conexão por cabo entre a câmera e o computador que permite a transferência do vídeo capturado (FireWire é o nome registrado da Apple ou i.Link, também conhecido como interface IEEE 1394 por outros fabricantes).
Essa conexão foi realmente um avanço fantástico para os que tinham dificuldade em transferir dados de vídeo para o computador. Mas hoje em dia algumas câmeras mini-DV também possuem a interface HDMI para transferência de dados para computadores que também contam com essa tecnologia.
Hoje, todos os programas de edição de vídeo são capazes de editar em mini-DV, um sistema que possibilita diversos níveis de compartilhamento e armazenamento ou de duplicação de imagens sem perda de qualidade. A perda costumava acontecer cada vez que se transferia, copiava ou aplicava efeitos especiais a um vídeo analógico. 
Outro formato - o DVCAM - é parecido com o DV, mas exige uma fita maior. Alguns aparelhos de reprodução semiprofissionais aceitam tanto DV quanto DVCAM, mas as fitas não são intercambiáveis entre os dois formatos. A qualidade da imagem que o formato DVCAM captura não apresenta tanta melhora perceptível em relação ao DV. A diferença é a câmera equipada com lentes e sistemas de transporte de qualidade mais alta. Portanto, o formato é mais caro. Alguns fotógrafos afirmam que o DVCAM propicia menos dropouts (pequenos erros que resultam em interferências visuais ou faixas).
Na hora de comprar fitas, melhor optar pelas recomendadas pelo fabricante da câmera e evitar as genéricas, mais baratas. 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

FRANCIS BACON

Esta imagem aterradora, baseada num famoso retrato de Diego Velázquez representa a expressão torturada de um papa respingado de sangue, preso a uma estrutura tubular, semelhante a um trono sem estofamento. O fundo, feito com dramáticas pinceladas verticais, borra cruelmente a figura que grita indefesa, sentada com os pulsos amarrados. 

Embora as fontes de inspiração e os temas de Bacon muitas vezes se baseassem em imagens reais ou tradicionais - antigas obras-primas da pintura, fotografias de jornais, fotos de cenas de filmes ou raios X, por exemplo -, o tratamento que lhes dava era chocantemente perverso.
Como nesta pintura, ele destacava as profundezas abomináveis e às vezes repugnantes da psique humana, com intensidade horripilante.
Embora suas primeiras obras tenham sido comparadas às do artista Graham Sutherland, Bacon acabou por desenvolver sua linguagem própria, tornando-se mais conhecido por suas distorções freqüentemente aterradoras da forma humana. 
Francis Bacon nasceu em Dublin em 1909 e morreu na Espanha em 1992. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A PRINCESA COM OLHOS DE GATO

J. CARLOS

Vou falar hoje de um famoso ilustrador, chargista e designer gráfico brasileiro. Pode parecer estranho falar sobre isso hoje em dia, quando o mercado gráfico é quase que completamente dominado por influências estrangeiras, mas o Brasil já teve um período de florescência nas artes gráficas, já tendo inclusive tido um gibi nacional. Mas isso é outra história. 
José Carlos de Brito Cunha era um carioca nascido em 1884. Além de tudo o que eu já falei ele ainda fez esculturas, teatro de revista e letra de samba. É considerado um dos maiores representantes da Art Déco no design gráfico brasileiro. 
Fez a capa de muitas revistas, incluindo-se essa revista PARA TODOS onde é possível encontrar excelentes ilustrações que revelam todo o talento desse ilustrador. Tinha por referência as figuras típicas do Rio de Janeiro de sua época. 
Também se interessava muito em ilustrar a "melindrosa", a nova mulher moderna brasileira, elegante e urbana que iniciou sua jornada rumo à independência em sua época.
Calcula-se que tenha produzido algo em torno de 100 mil ilustrações. Nos anos 30 foi o primeiro brasileiro a desenhar o Mickey Mouse para a revista Tico Tico. Nem sabia ele que os "ingleses estavam chegando" e que aos poucos isso iria minar a produção nacional para abarcar a produção estrangeira.
Em 1941, seguindo a política de boa vizinhança que procurava espalhar a ideologia norte americana pelo mundo, Walt Disney visitou o Brasil e ficou tão impressionado com a arte de J. Carlos que o convidou para trabalhar em Hollywood.
O artista recusou mas enviou para Disney o desenho de um papagaio que mais tarde serviria de base para a criação do personagem Zé Carioca.
Estava discutindo nova capa do compositor João de Barro, o Braguinha, quando teve uma hemorragia cerebral e morreu dois dias depois em 1950.

Fez histórias em quadrinhos com a personagem chamada negrinha Lamparina que ainda era fortemente influenciada pelo longo período escravista do Brasil. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

DANTALIAN NO SHOKA

Faz tempo que não posto algo sobre animes. Esse Dantalian no Shoka eu ainda não assisti por completo então não sei se a história é interessante porém esse clipe de encerramento ficou bem legal para quem gosta desse visual meio estranho que lembra um pouco as criações de Tim Burton.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

BARAKA

Eu devo ter alguns circuitos soltos na memória porque estava tentando lembrar da Whitney Huston e acabei lembrando desse documentário Baraka, gravado em 92, mesmo ano do grande sucesso dela, O Guarda Costas. Bizarro não? Baraka é um documentário cheio de imagens exóticas retiradas do cotidiano do mundo. Não existem um enredo, muito menos uma linearidade. Assistir esse documentário é como mergulhar em um mundo sensorial. Eu tive a oportunidade de assistir isso no cinema. Talvez, por isso, o que me ficou mais gravado foi esse estranho ritual ou dança, não sei ao certo, onde os sons são produzidos por seus participantes. Foi algo realmente entranho de se absorver e lembro-me que Baraka foi um programa capaz de deixar os espectadores que compartilharam comigo aquela sala de cinema no mais profundo silêncio. Trago então a pequena passagem de que falei. 

E esta outra passagem inicial do documentário com os macacos japoneses se aquecendo nas fontes termais.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

GIUSEPPE ARCIMBOLDO

Além de usar com frequência frutas e legumes para criar seus retratos, Arcimboldo (Milão 1527-1593) também era conhecido por utilizar vasos, panelas e até ferramentas para criar suas imagens misteriosas. 

 Suas obras importantes foram pintadas em Praga, onde foi contratado por uma série de imperadores Habsburgos. Além de pintar, Arcimboldo tinha outros encargos na corte, como por exemplo criar decorações para festas, adquirir obras de arte para a coleção do imperador e, por estranho que pareça, projetar e construir sistemas de distribuição de água. 
 Esse quadro acima chamado Verão assemelha-se muito ao sonho de um verdureiro. Ao se tomar uma certa distância, emergue uma cabeça humana, feita inteiramente de frutas e legumes de verão - podem-se ver pêras, pêssegos, cerejas e ameixas. 
 As pinturas de Arcimboldo eram consideradas um tanto malucas, embora tenham sido imitadas com certa frequência. Ele só se tornou popular quando os surrealistas o reconheceram como um colega artista, que gostava de trocadilhos visuais. 
Em 86 Peter Gabriel fez um videoclipe de muito sucesso na mídia que em algumas passagens lembra muito as obras de Arcimboldo utilizando técnica de Stop Motion. 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

EXÉQUIAS E A ÂNFORA DA ÁTICA COM FIGURAS NEGRAS

Exéquias foi um pintor grego de ânforas, ou vasos, e ceramista que trabalhou em Atenas na Antiguidade. Ele usava principalmente a técnica de pintura negra, que floresceu entre 700 a.C. e 530 a.C. As obras de Exéquias são notáveis pela composição marcante, pela limpidez da técnica de desenho e pela caracterização econômica. Onze obras assinadas por Exéquias sobreviveram e cerca de 25 vasos lhe são atribuídos. Uma das obras mais famosas é esta ânfora que retrata Aquiles e Ájax, míticos guerreiros gregos da Guerra de Troia, envolvidos em um jogo de estratégia. Enquanto brincam para ver quem vai ganhar, eles também aguardam o resultado de outro "jogo" estratégico, de dimensões mais amplas - o desfecho da guerra. Exéquias foi um pintor inovador e não existem registros do jogo entre Ájax e Aquiles na literatura grega. O outro lado do vaso apresenta um retrato em família dos "gêmeos" Castor e Pólux e de seus pais, Leda e o rei Tíndaro. Leda era a mãe de Castor e Pólux, mas eles tinham pais diferentes. Zeus, que apareceu para Leda sob a forma de um cisne, era o pai de Pólux. Tindaro, marido de Leda, era o pai de Castor. Os garotos tinham uma irmã famosa, Helena de Tróia. Já foi sugerido que a cena nesta ânfora representa os gêmeos enquanto partiam para resgatar Helena das mãos do rei Teseu, seu primeiro sequestrador. Outras obras de Exéquias também retratam cenas da Guerra de Troia, como Aquiles matando Pentesileia, rainha das amazonas. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

CANTOS GREGORIANOS

Originalmente o canto gregoriano só utilizava vozes e era praticado dentro dos mosteiros. Os instrumentos aos poucos foram sendo utilizados como acompanhantes das vozes que eram o ponto alto das músicas. Ainda se estuda muito a respeito destes cantos porque o canto gregoriano está na origem da nossa música, embora hoje em dia nos pareça muito remoto. Em segundo lugar, porque forma o corpus básico da música cristã no ocidente. E, finalmente, ainda que a sua exposição não contenha uma ordem de importância, porque conserva, à margem dos religiosos, toda a beleza que comoveu numerosas gerações do passado. Na década de 80 os cantos gregorianos chegaram à grande mídia e fizeram muito sucesso gerando clipes que ainda hoje arrebanham um grupo específico de amantes da música. 

RETURN TO INNOCENCE - ENIGMA

GREGORIAN - MY IMMORTAL

AMENO - ERA

DIVANO - ERA

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

CHARLES DICKENS



Pois é, hoje fazem 200 anos que Dickens nasceu. Ganhou até homenagem na google (rs). Mas ele merece. Numa época onde não existia televisão, rádio ou internet, as novelas de Dickens eram esperadas avidamente por seus leitores demonstrando sua popularidade. Lembro-me de ter lido uma vez que mesmo nas embarcações que na época ainda tentavam abocanhar o Japão uma das coisas mais esperadas com os malotes do correio era o jornal que traria a continuação de um dos contos de Dickens. Ele nasceu numa família mais ou menos que aos poucos foi entrando em processo de falência graças às irresponsabilidades do pai. Acabou que a família toda foi viver na prisão por não ser capaz de pagar as contas e Dickens foi trabalhar numa fábrica para sustentá-los com apenas 13 anos. Antes disso porém, ele era um leitor voraz da vasta biblioteca da família que acabou indo parar na mão dos credores. A família dele só se salvou porque o pai recebeu uma herança que deu a oportunidade de um novo recomeço para a família Dickens. Charles acabou se tornando um jornalista. Com uma memória fotográfica, acabou colocando muito de sua vida em suas obras. Até hoje, Dickens é tido como o melhor escritor inglês da era Vitoriana. Suas obras mais famosas foram:

DAVID COPPERFIELD

OLIVER TWIST

UM CONTO DE NATAL
E um dos contos mais revisitados. Se você ainda não viu a história de um avarento que é visitado por três fantasmas não se preocupe. Sai ano, entra ano, estão sempre regravando. 

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O PINTOR DE MEIDIAS E SUAS VASILHAS


Esse vaso, chamado Hydria foi criado pelo pintor de Meidias (em atividade entre c. 420 a.C - 400 a.C) com uma técnica de pinturas desenvolvida na época chamada de pinturas vermelhas. Na pintura de cerâmica vermelha, as formas e os desenhos surgem como argila não esmaltada vermelha, contra um fundo preto esmaltado. As imagens são delineadas previamente e o fundo é pintado de preto, o que permite que os desenhos sejam preenchidos com tinta e não entalhados com um buril. O termo Hydria designa uma vasilha usada para carregar água. As pinturas dessa vasilha geralmente falavam a respeito da lenda de Faon. Ele teria sido um velho barqueiro que ganhava o pão de cada dia atravessando viajantes entre Quios e Leslos. Uma vez, Vênus, disfarçada como uma miserável velhinha, solicitou ao barqueiro que a atravessasse de graça. Com pena da senhora ele assim o fez. Reconhecendo seu bom coração, Vênus deu como presente um vaso cheio de maravilhoso perfume capaz de tornar Faon no mais belo e cobiçado dos homens. Faon foi amado então por todas as Lésbias sendo que entre elas, Safo, uma das mais belas, o amou com especial ardor. No entanto, Faon, cansado de tanto assédio decidiu se mudar para Sicília. Safo o seguiu e ao ser rejeitada novamente se precipitou do rochedo de Leucade. Toda região de Lesbos chorou a morte de Safo.
Safo, por Charles-August Mengin

A lenda de Safo e Faon, como todo mito, está ligado a alguns fatos reais que ainda estão sendo pesquisados por historiadores. Uma das coisas que pesquisam é que se o termo lésbias aplicados às moradoras da cidade estariam ligados ao homossexualismo feminino. O que se sabe é que Safo teria existido como poetiza versada no culto à Vênus e que era muto famosa sendo que entre os vestígios de seus poemas existem indícios de romances entre mulheres. Chegou a ser reconhecida como a décima musa. Alguns dizem que talvez a lenda de Faon tenha sido apenas uma reinterpretação da lenda de Narciso ou uma licença poética para um dos amores de Vênus porém, como tudo o que chegou até nós dessa época são fragmentos ainda não se conseguiu elucidar o fato. Não se sabe também que fim teria tido Faon. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O QUE É MINI-DV?

Quase todas as câmeras de vídeo disponíveis no mercado hoje em dia são digitais. Elas armazenam os dados ou imagens em fitas Mini-DV. O DV - padrão da indústria introduzido por volta de 1995 - é hoje adotado por mais de 60 empresas que produzem câmeras e acessórios de vídeo. A Mini-DV é uma fita de 6 milímetros coberta com metal evaporado que vem dentro de um invólucro de plástico pequeno e que armazena surpreendentes 11 gigabytes de dados, ou mais ou menos uma hora de vídeo. A resolução das imagens é aproximadamente a mesma obtida por Betacams digitais profissionais. A alta compressão dos dados de imagem na fita Mini-DV, no entanto não tem como ser similar em qualidade ao resultado de uma câmera de vídeo profissional de 40 000 dólares. Mas chega bem perto! O DV foi um dos principais fatores na enorme redução do tamanho das câmeras, em comparação com as antigas, do sistema VHS, que faziam os realizadores de vídeo se parecerem com uma equipe de notícias dos Flintstones. Recentemente, outros formatos evoluíram e merecem ser levados em consideração. Apenas lembre-se de que nem todos os formatos são DV. E esses novos formatos não fornecem nem armazenam a mesma qualidade de imagem. 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

15 DICAS PARA PAISAGENS por CHRIS HUMPHREYS



01 LINHAS DE FUGA Procure por linhas de fuga que atraiam o olho do espectador para a foto. Reforce a composição fazendo com que a linha de fuga parta de um dos cantos ou bem do centro do quadro.
02 CLIQUE EM DIREÇÃO AO SOL Embora esse seja um desafio técnico, fotos tiradas contra o sol podem criar imagens de muito impacto. Use uma abertura fechada para produzir feixes de luz longos e reduzir o flare. O sol fará com que o fotômetro subexponha a imagem, por isso crie de 3 a 5 fotos escalonadas para poder mesclá-las na pós-produção.
03 HDR Certas cenas se prestam muito bem ao HDR: porém, é altamente improvável que HDRs forçados tenham muito sucesso em concursos de fotografia. Não pese a mão e use um cartão cinza para obter o equilíbrio de brancos correto na pós-produção.
04 PANORÂMICAS As fotos panorâmicas funcionam particularmente bem quando uma foto normal acabaria apresentando muito céu ou muito chão. Faça uma série de fotos para costurar depois, ou pense em como aquela cena ficaria com um corte panorâmico na hora de clicar. 
05 BUSQUE PELOS DETALHES A fotografia de paisagem nem sempre tem de ser espetacular. Não deixe de procurar pelos detalhes na cena. Experimente com os pontos focais e as aberturas.
06 LONGA EXPOSIÇÃO Use tempos longos de obturador para borrar o movimento na água ou nas nuvens. Exposições de 1 a 2 segundos retêm parte dos detalhes da água, ao passo que as exposições mais longas resultam em uma superfície leitosa. Ao fotografar ao ar livre, use um filtro de densidade neutra de 6 ou 10 pontos para poder criar o efeito desejado mesmo em plena luz do dia.
07 TEMPERATURA DE COR Os ajustes de temperatura de  cor podem afetar dramaticamente a atmosfera de uma imagem. Qual mensagem você quer passar: agitada, relaxante, calma, refrescante? Experimente no arquivo RAW com o ponto branco e os níveis de tonalização, ou no Photoshop com a ferramenta Color Balance.
08 PRIMEIRO PLANO INTERESSANTE Pense em incluir elementos interessantes no primeiro plano para atrair os olhos para dentro do quadro e posicione esses objetos em uma das laterais para criar uma composição mais forte.
09 ENCONTRE UM PÍER Píeres criam ótimas linhas de fuga. Experimente clicá-los bem de frente ou colocá-los na lateral.
10 USE UM FILTRO GRADUADO Experimente usar um filtro graduado de densidade neutra para equilibrar a exposição do céu com o primeiro plano. Graduações maiores são boas para criar linhas do horizonte fortes.
11 DIRIJA-SE À COSTA Faça com que suas imagens costeiras se destaquem escolhendo dias de tempo instável, que permitem fotos dinâmicas e dramáticas.
12 INCLUA UM PONTO FOCAL Ponha um ponto focal nos terços de um quadro para atrair os olhos para a cena. Cores contrastantes ou uma iluminação marcada funcionam bem.
13 DISTÂNCIA FOCAL LONGA Use uma objetiva de distância focal longa para achatar a perspectiva e escorçar uma vista: isso ajuda a acentuar os padrões dentro de uma cena.
14 CONVERTA EM PRETO E BRANCO Se uma cena não tiver um forte interesse cromático, experimente converter em preto e branco. Use o Channel Mixer do Photoshop, a fim de ter controle completo sobre os tons e o contraste.
15 LONGE DE NORMA As fotos premiadas são as que se destacam na multidão. Procure por temas originais ou padrões abstratos.