quarta-feira, 30 de junho de 2010

BECK

Apesar da animação não ser a melhor possível este é um anime com um excelente roteiro, especialmente para quem gosta de música. Neste anime você vê a tragetória de um adolescente japonês sem nenhum talento especial que de repente começa a se envolver com a música até fazer parte da banda que dá nome ao anime. Com uma história relativamente simples e personagens bem construidos, ainda é possível aprofundar um pouco mais seu conhecimento sobre o rock com as citações que vão dos Bleatles até Freddy Mercury. Sempre com muito bom humor sem cair na pieguice, tenta retratar os conflitos entre os integrantes, as dificuldades de mercado, lógico, dentro de uma ótica japonesa. Para quem se interessou dá pra baixar a série inteira nos endereços abaixo. Bom divertimento.



terça-feira, 29 de junho de 2010

A ARTE NA PRÉ-HISTÓRIA BRASILEIRA

Vestígios da arte rupestre em Minas Gerais

O território brasileiro possui um patrimônio arqueológico, embora nem sempre saibamos preservá-lo. Em Minas Gerais, por exemplo, encontra-se o sítio arqueológico de Lapa da Cerca Grande, localizado no município de Matozinhos, a aproximadamente 50 km de Belo Horizonte. Ele foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan, o que atesta sua importância e aumenta suas chances de preservação.

Nas pinturas do interior de grutas e abrigos de Lapa da Cerca Grande, podem ser vistas figuras zoomorfas (representações de animais terrestres, peixes e aves), antropomorfas (imagens humanas) e geométricas.
A cor predominante nas figuras de Lapa da Cerca Grande é a vermelha, mas observam-se também a amarela, a branca e a preta.

O patrimônio arqueológico brasileiro

Os sítios arqueológicos brasileiros são protegidos pela Lei nº 3 924/61 e considerados bens patrimoniais da União. Segundo sua importância científica ou ambiental, porém, podem ainda vir a ser tombados, o que reforça as ações de preservação quanto à intervenção humana.



Até 2006, o Iphan já havia identificado cerca de 10 mil sítios arqueológicos, dos quais sete se encontravam tombados: Sambaqui do Pindaí, em São Luís (MA); Parque Nacional da Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato (PI); Inscrições Pré-Históricas do Rio Ingá, em Ingá (PB); Sambaqui da Barra do Rio Itapitangui, em Cananéia (SP); Lapa da Cerca Grande, em Matozinhos (MG); Quilombo do Ambrosio: remanescentes, em Ibiá (MG); e Ilha do Campeche, em Florianópolis (SC).
Naturalismo e geometrismo: duas faces da arte rupestre no Brasil
Outro importante sítio arqueológico, também tombado pelo Iphan, encontra-se no Parque Nacional da Serra da Capivara, município de São Raimundo Nonato, Piauí. Diversos pesquisadores vêm trabalhando nele desde 1970.
Em 1978, uma missão franco-brasileira coletou no local uma grande quantidade de dados e vestígios arqueológicos. Os cientistas chegaram a conclusões esclarecedoras a respeito dos grupos humanos que habitaram a região por volta do ano 6000 a. C., ou talvez em épocas ainda mais remotas. Como os primeiros habitantes da área de São Raimundo Nonato - provavelmente caçadores-coletores, nômades e seminômades - se abrigavam ocasionalmente nas grutas da região, a hipótese mais aceita é a de que teriam sido eles os autores das pinturas e gravações ali encontradas.
Os pesquisadores classificaram essas pinturas e gravações em dois grandes grupos: obras com motivos naturalistas e obras com motivos geométricos.
Entre as pinturas com motivos naturalistas, predomina a figura humana, ora isolada, ora em grupo, em movimentadas cenas de caça, guerra e trabalhos coletivos. Ainda nesse grupo, encontram-se figuras de animais, como veados, onças, pássaros, peixes e insetos. Ao lado temos a capivara e seu filhote. Símbolo do Parque Serra da Capivara. Um exemplo de pintura rupestre naturalista e com estilo Várzea Grande. Retrata animais, toda a pintura é feita com a cor vermelha, o interior do corpo é todo pintado e seus membros em traços.
As figuras com motivos geométricos são muito variadas: apresentam linhas paralelas, grupos de pontos, círculos, círculos concêntricos, cruzes, espirais e triângulos.
Com base nos vestígios arqueológicos de São Raimundo Nonato, estudiosos formularam a hipótese da existência de um estilo artístico que nomearam de Várzea Grande. Esse estilo tem como característica "a utilização preferencial da cor vermelha, o predomínio dos motivos naturalistas, a representação de figuras antropomorfas e zoomorfas (com o corpo totalmente preenchido e os membros desenhados com traços) e a abundância de representações animais e humanas de perfil. Nota-se também a freqüente presença de cenas em que participam numerosas personagens, com temas variados e que expressam grande dinamismo.
Vestígios da arte rupestre na Amazônia
Em 2003, a pesquisadora Edith Pereira publicou estudos sobre a arte rupestre na Amazônia, principalmente no Pará, que trouxeram informações sobre as origens mais remotas da cultura de nosso país. Diz ela: "Com o intento de alcançar um equilíbrio no conhecimento dos diferentes vestígios deixados pelos grupos pré-históricos, iniciei, em 1988, a pesquisa sobre as pinturas e gravuras rupestres da Amazônia brasileira, particularmente aquelas localizadas no estado com maior número de áreas de concentração de figuras rupestres, o Pará.
A pesquisadora afirma ainda, chamando-nos a atenção: "Conhecer e proteger o patrimônio deixado por antigos povos amazônicos é preservar uma parte da nossa história e um dever que cabe a todos nós.
Uma nova perspectiva
As pesquisas científicas sobre as antigas culturas que existiram no Brasil abrem um novo panorama tanto para a historiografia como para a arte brasileiras. Por meio delas, podemos ver com mais clareza nossa história inserida em um contexto maior, na história humana. Além disso, podemos constatar que nossas origens antecedem em muito os séculos XV e XVI, período em que se deu o início oficial da "história do Brasil".

capítulo 1, do livro "História da Arte", da autora Graça Proença (ed. Ática, 17ª edição)

BUBBLE - LETRAS - GRAFITI




IMAGENS EM DESTAQUE

FABIANA MENDONÇA


FABIANA MENDONÇA


FABIANA MENDONÇA

FABIANA MENDONÇA




segunda-feira, 28 de junho de 2010

A ARTE NA IDADE DOS METAIS: UM NOVO MATERIAL DÁ FORMA À BELEZA


Na Idade dos Metais, o ser humano já havia dominado a produção do fogo. Graças a isso, o artista pôde começar a trabalhar o metal servindo-se, possivelmente, da técnica com forma de barro ou da técnica da cera perdida, e produzir peças muito bem feitas.


Esculturas de metal como a reproduzida aqui foram encontradas sobretudo na Escandinávia e na Sardenha. Com representações de guerreiros e mulheres, são ricas em detalhes e servem de documento dos costumes do período.


As técnicas usadas nas primeiras esculturas de metal


O primeiro passo para a técnica da forma de barro era fazer uma forma com esse material, dentro da qual era despejado o metal já derretido em um forno. Depois do esfriamento do metal, a forma era quebrada, obtendo-se, então, uma escultura com o formato anteriormente dado ao barro.


Já a técnica da cera perdida começava com a construção de um modelo em cera que era, depois, revestido de barro e aquecido, tendo-se o cuidado de deixar nele um orifício. Com o calor do barro, a cera derretia e escorria pelo orifício, obtendo-se, assim, um objeto oco. Depois, por esse mesmo orifício, preenchia-se o objeto com metal fundido. Quando este esfriava e endurecia, quebrava-se o molde de barro: dentro dele encontrava-se a escultura em metal, igual à que o artista havia moldado em cera.


MASSA DE TORTA

Esta é fácil e ficou realmente muito boa. O recheio fica por sua conta. É só bater no liquidificador 3 ovos, um pouco mais que a metade de uma xícara de óleo, 1 1/2 xicara de chá de leite, 1 e 1/2 xícara de chá de farinha de trigo, 1 colher sopa de fermento em pó e 1 colher de sopa de queijo ralado. Põe metade na bandeja, coloca o recheio e cobre com a outra metade. Ai põe no forno até espetando um garfo ele sair limpo. Babinha.

IMAGENS EM DESTAQUE - CONTRALUZ







TAYNARA SANTOS

TAYNARA SANTOS

TAYNARA SANTOS

TAYNARA SANTOS


TAYNARA SANTOS



PALLOMA GOMES




PALLOMA GOMES










domingo, 27 de junho de 2010

A ARTE NO NEOLÍTICO: COMEÇA UM NOVO ESTILO

O período Neolítico foi também chamado "Idade da Pedra Polida" porque nele se desenvolveu a técnica de produzir armas e instrumentos com pedras polidas por atrito, que as tornava mais afiadas.

Ainda nesse período deu-se a chamada Revolução Neolítica: o início da agricultura e da domesticação de animais,que permitiu ao homem a substituição da vida nômade, errante, por uma vida mais estável. Esse fato transformou profundamente a história humana, pois, com a fixação dos grupos humanos, houve um rápido aumento populacional e o desenvolvimento dos primeiros núcleos familiares, além da divisão do trabalho nas comunidades.

A partir daí, o ser humano criou técnicas como a da tecelagem e a da cerâmica e construiu as primeiras moradias. Como ele também há havia conseguido produzir fogo pelo uso do atrito, pôde, com o tempo, derreter e trabalhar metais.

Certamente, a arte do Neolítico refletiu todas essas conquistas técnicas. O poder de observação e os aguçados sentidos do caçador-coletor do Paleolítico deram lugar à atividade mental e reflexiva do camponês do Neolítico. Como conseqüência, o estilo naturalista foi substituido por um estilo mais simples e geométrico, com sinais e figuras que mais sugerem do que reproduzem os seres. Eis, aí, a primeira grande transformação na história da arte.

Observe, nessas pinturas do Neolítico que, em vez de uma representação que busca imitar a natureza, temos figuras com poucos traços e poucas cores. As formas são apenas sugeridas.

Não foram, porém, apenas as características das formas representadas que sofreram mudanças. Os temas também mudaram: o ser humano passou a ser representado em suas atividades cotidianas e coletivas. Daí surgiu um novo desafio para o artista: sugerir movimento por meio da imagem fixa. Pinturas com cenas de danças coletivas, talvez ligadas ao trabalho de plantio e colheita, evidenciam que o artista do Neolítico venceu esse desafio de modo eficiente.

Note como há, na cena retratada, uma evidente intenção de transmitir a idéia de movimento pela posição dos braços e das pernas.

Essa preocupação com o movimento levou à criação de figuras cada vez mais leves, ágeis, pequenas, com poucas cores. Com o tempo, tais figuras reduziram-se a traços e linhas muito simples, mas capazes de transmitir sentido a quem as via. Delas surgiria depois a primeira forma de escrita: a escrita pictográfica, na qual os seres e as idéias são representados por desenhos.


sábado, 26 de junho de 2010

A ARTE NO PALEOLÍTICO: O NATURALISMO




Este período foi também chamado de "Idade da Pedra Lascada" porque as armas e os instrumentos de pedra produzidos pelos grupos humanos eram "lascados" para adquirir bordas cortantes.


São do Paleolítico as primeiras manifestações artísticas de que se tem registro, como as pinturas encontradas nas cavernas de Chauvet e Lascaux, na França, e de Altamira, na Espanha.


As primeiras expressões da arte eram muito simples. Consistiam em traços feitos nas paredes das cavernas, ou nas mãos em negativo. Somente muito tempo depois de dominar a técnica das mãos em negativo é que o ser humano da Pré-História começou a desenhar e a pintar animais.


Para fazer pinturas como essa, primeiramente o artista do Paleolítico obtinha um pó colorido a partir da trituração de rochas. Depois, por um canudo, soprava esse pó sobre a mão encostada na parede da caverna: a área em volta da mão ficava colorida; a parte coberta, não. Assim, ele obtinha uma silhueta da mão, como no negativo de uma fotografia.



A principal característica dos desenhos e pinturas do período é o naturalismo: o artista do Paleolítico representava os seres do modo como os via de determinada perspectiva, isto é, reproduzia a natureza tal qual sua visão captava.


Ao olharmos para essas pinturas, chamadas rupestres (do latim rupes, rocha), é inevitável nos perguntarmos sobre as razões que levaram o ser humano pré-histórico a fazê-las, muitas vezes em lugares de difícil acesso.


Uma das explicações mais freqüentes é que seriam obra de caçadores, como parte de rituais de magia. Talvez o pintor-caçador acreditasse aque, "aprisionando" a imagem do animal, teria poder sobre ele. Assim, se o representasse mortalmente ferido no desenho, conseguiria abatê-lo na vida real. É claro que essa é apenas uma hipótese, pois não há como comprová-la.


Outro aspecto que chama a atenção nas pinturas rupestres é a capacidade do artista de interprestar a natureza. Assim, ele utilizava imagens carregadas de traços fortes que expressam a idéia de vigor para representar os animais que temia, ou os grandes animais que caçava, como o bisão.


Em pinturas como essa, o ser humano das cavernas utilizava óxidos minerais, ossos carbonizados, carvão, vegetais e sangue de animais. Os elementos sólidos eram esmagados e dissolvidos na gordura dos animais caçados. Como pincel, ele utilizava inicialmente o dedo, mas há indícios também do emprego de pincéis feitos com penas e pêlos.


O artista do Paleolítico fez também esculturas. Nela, nota-se o predomínio de figuras femininas e a ausência de figuras masculinas. Entre esses trabalhos, destaca-se a Vênus de Willendorf. Essa pequena escultura de pedra foi encontrada pelo arqueólogo Josef Szombathy, em 1908, perto de Willendorf, na Áustria, e data de aproximadamente 24 mil anos atrás. Observe alguns de seus aspectos: a cabeça sem diferenciação evidente em relação ao pescoço, os seios volumosos, o ventre saliente, as grandes nádegas.



MUSASHI

Escrito por Eiji Yoshikawa (1892-1962), um dos escritores populares mais prolíferos e apreciados do Japão, é um longo romance histórico publicado inicialmente em forma de folhetim entre 1935 e 1939 no maior e mais prestigioso jornal japonês, o Ashi Shimbun. Em forma de livro teve catorze edições e, mais recentemente, foi publicado em quatro volumes pela editora Kodansha, integrando a coleção de 53 volumes das obras completas de Yoshikawa. Tema de produção cinematográfica cerca de sete vezes, foi levado ao placo continuamente e transformado em minisséries televisionadas por pelo menos três grandes redes de alcance nacional.
Miyamoto Musashi é um personagem histórico verdadeiro, mas através do romance de Yoshikawa ele e diversos personagens principais passaram a integrar o folclore vivo do Japão. Tornaram-se tão familiares ao público que pessoas começaram a ser comparadas a eles com freqüência, como gente que todo mundo conhece. Para o leitor estrangeiro esse fato contribui para tornar o romance ainda mais interessante, pois não só fornece uam porção romantizada da história japonesa, como também uma perspectiva de como os japoneses vêem a si mesmos e ao seu passado. Basicamente, no entanto, o romance será apreciado como uma audaciosa aventura do tipo capa-e-espada, que tem como pano de fundo uma história de amor reprimido, em estilo japonês.
Para dar uma "palhinha" aos que ficaram curiosos segue abaixo a transcrição da primeira página do livro que é gigante. No Brasil a editora Estação Liberdade o publicou em 2 livros com uma média de 900 páginas em cada tomo. Para quem gosta de ler e gosta de animes é diversão garantida.
Livro da Terra
O guizo
I
"E depois de tudo, céu e terra aí estão, como se nada tivesse acontecido. A esta altura, a vida e as ações de um homem têm o peso de uma folha seca no meio da ventania... Ora, que vá tudo para o inferno!", pensou Takezo.
Estirado imóvel entre os mortos, ele próprio mais parecendo um cadáver, resignava-se com o destino.
"É inútil tentar mover-me agora..."
Na realidade, estava exausto. Takezo ainda não se dera conta, mas devia ter algumas balas alojadas no corpo.
Desde a noite anterior, ou mais precisamente desde a noite de 14 de setembro do ano V do período Keicho (1600) até essa madrugada, uma chuva torrencial castigara a região de Sekigahara, e agora, já passado o meio-dia, as densas e baixas camadas de nuvens ainda não se haviam dissipado. Da massa escura que vagava pela encosta do monte Ibuki e pela serra de Mine, a chuva caía intermitente e branca, cobrindo uma área de quase quinze quilômetros, lavando as marcas da violenta batalha.
E essa chuva desabava ruidosa sobre o rosto de Takezo e os corpos ao redor. Como uma carpa esfaimada, Takezo abria a boca aparando com a língua a água que lhe escorria pelas abas da narina.
"Água para um moribundo..." O pensamento veio-lhe à mente entorpecida.
A coalizão ocidental, da qual fizera parte o seu exército, fora derrotada. A fragorosa queda tivera início no momento em que Kobayakawa Hideaki traíra os seus até então aliados e, em ousada manobra, juntara seu exército aos orientais, retornando em seguida sobre os próprios passos e avançando contra os postos de seus antigos alidados, Ishida Mitsunari, Ukita, Shimazu e Konishi.
Em apenas meio dia definiu-se o detentor do poder no país. Aquela batalha havia decidido o destino não só de milhares de combatentes, cujos paradeiros era ignorados, como também o das futuras gerações de filhos e netos daqueles homens.
" E também o meu..." pensou Takezo. De súbito, vieram-lhe à mente as imagens da sua única irmã e dos anciãos que havia deixado em sua terra. Por que não sentia nada, nem mesmo tristeza? Morrer seria isso?, perguntou-se. Naquele instante, a dez passos de distância, uma forma em tudo semelhante a um cadáver ergueu repentinamente a cabeça entre os corpos de soldados aliados e gritou:
- Take-yaaan!

terça-feira, 22 de junho de 2010

100 OLHOS DO MANGÁ

ANIMAÇÃO 2D - DESENHO ANIMADO

Horário: 8:00 – 10:00
Início: 16/07/2010 – Sexta-feira
Término previsto: 12/08/2010
6 vagas
Programa:
• O que é Persistência Visual
• Desenvolvendo a matriz a ser animada
• Animatic e mesa de luz
• Digitalização e arte-final
• Edição e fechamento de vídeo

A EXPRESSÃO DA FOTOGRAFIA: COR

Horário: 10:00 – 12:00
Início: 01/07/2010 – Quinta-feira
Término previsto: 11/08/2010
6 vagas
Programa:
• As teorias da cor no século XIX;
• Os primeiros fotógrafos e a influência da Pintura;
• Composição cromática
• A fotografia colorida X a fotografia preto e branco
• A cor conceitual na Fotografia
• A cor contemporânea na fotografia

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A EXPRESSÃO DA FOTOGRAFIA: COR

Horário: 13:30 – 15:30
Início: 22/06/2010
Término previsto: 03/08/2010
Programa:
• As teorias da cor no século XIX;
• Os primeiros fotógrafos e a influência da Pintura;
• Composição cromática
• A fotografia colorida X a fotografia preto e branco
• A cor conceitual na Fotografia
• A cor contemporânea na fotografia

A FOTOGRAFIA E O SONHO








A influência do sonho na construção criativa do ser humano começou a se manifestar através de um movimento chamado Surrealismo. Apesar da interpretação dos sonhos sempre ter tido um grande impacto da vida dos orientais, no ocidente o sonho não tinha nenhuma importância maior para o cotidiano das pessoas antes de Freud iniciar um estudo sobre o assunto. O psiquiatra Sigmund Freud estudou o simbolismo dos sonhos e descobriu que grande parte deles se relaciona com a realização de desejos. Ele acreditava que refletem nossas vontades mais íntimas, geralmente enraizadas na infância, e entreviu aspectos sexuais ou eróticos em muitos deles. Seu discípulo Carl Jung julgava que seu simbolismo era mais profundo que a simples sexualidade, e incluía uma dimensão espiritual. Ou seja, concluiu que certas imagens aparecem como símbolos universais, constituindo parte do que ele chamou de inconsciente coletivo, construído sobre experiências culturais e memórias de nossos ancestrais.






Cena de Spellbound (Quando fala o coração) - Hitchcock


Imagens oníricas como a de ser perseguido por um monstro ou ameaçado por perigos na escuridão são comuns em todas as partes do mundo.


Influenciados por estes estudo as artes acabaram sendo influenciadas gerando imagens que mais tarde se fundiram à fotografia e chegaram aos cinemas. Dentre os mais famosos temos Hitchcock que fez uma parceria com Salvador Dali para fazer a composição visual do filme Spellbound, Luis Bunuel e Rene Magritte. Para poder fixar alguns conceitos vamos estudar duas obras específicas. A primeira é o quadro O Dorminhoco Inquieto de René Magritte. Utilize o minidicionário abaixo e tente analisar qual o real significado dessa imagem analisando os objetos com os quais o dorminhoco sonha.


Vamos dificultar um pouco mais. Agora vamos analisar a fotografia criada por Salvador Dali para o filme Spellbound de Hitchcock. O trecho a seguir mostra a descrição do sonho que o personagem principal está tendo. Como ele está tentando recuperar sua memória, vai relatando o sonho para os dois psicanalistas para que estes o ajudem a compreender seu significado. Qual seria a sua interpretação?

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MINIDICIONÁRIO DE SÍMBOLOS
ABISMO – Algo sem fundo ou sem forma que foge à imaginação consciente, como o princípio do Mundo ou o seu fim. Símbolo relacionado ao inconsciente coletivo.
ÁRVORE – Na psicanálise é símbolo da mãe, do desenvolvimento psíquico espiritual, da morte e do renascimento.
BEIJO – Inicia como símbolo do sopro através da alma (que dá vida), transmissor de força e de vida possui relevância sagrada. O beijo de Judas é símbolo do abuso.
CHAPÉU – Símbolo do pensamento. Trocar de chapéu significa mudar de idéia.
CHAMINÉ – Nas lendas, superstições, aparecem na comunicação dos demônios e espíritos. Servem de passagem para bruxas e espíritos dos falecidos. Sua forma assemelha-se à caverna com duas aberturas.
ESCURIDÃO – Símbolo do caos, das forças do mal.
ESPELHO – Simbologia bastante difundida entre os povos; é símbolo da imaginação, do conhecimento, da consciência, da verdade, da clareza, da criação, do sol, da luz, da pureza perfeita da alma, da lua. Nas artes da idade Média e Renascença é símbolo da vaidade e da luxúria. Na Arte Medieval é símbolo da virgindade de Maria. Deus refletiu a sua imagem na forma de seu filho.
JOGO – Presente desde a antiguidade (cerca de 2000 a.C.), o jogo é um fenômeno primordial da vida. De forma variada, simples, mental e fisicamente mais desenvolvida, de estratégias, o jogo permeia a linguagem, o culto, a cultura e a vida social e política. Símbolo da luta contra homens ou obstáculos a serem vencidos de acordo com regras.
LAÇO – Símbolo do envolvimento, da ligação.
MAÇÃ – Símbolo da eternidade, da totalidade, da fecundidade, do amor. Na Tradição celta simboliza o conhecimento espiritual. As maçãs de ouro (Hespérides) simbolizam a imortalidade. No simbolismo cristão a maçã simboliza a Terra, as seduções do mundo, do primeiro pecado. A maçã na mão de cristo simboliza a redenção da culpa pelo primeiro pecado. Na árvore de Natal, significa a volta da humanidade ao paraíso realizada por Cristo. Maçã Real, símbolo da Terra é um símbolo da soberania mundial. Um dos primeiros frutos de coleta do homem.
OLHO – Símbolo da visão espiritual, é relacionado com a luz, com o espírito, espelho da alma. Na Bíblia o olho é símbolo de Deus. O olho na mão de Deus simboliza a sabedoria criadora. O olho dentro de um triângulo simboliza Deus Pai na Trindade.
PÁSSARO – Simbolismo antigo imemorial considerado parente do céu (vôo); símbolos do espiritual, do imaterial, da alma. No taoísmo simbolizam os imortais; símbolo da alma dos mortos para várias civilizações. No Corão simbolizam a imortalidade e o destino. No Ocidente e Índia são seres intermediários, alma do mundo. Um texto do Upanixades cita dois pássaros: um come os frutos da árvore do mundo (símbolo da alma individual ativa), o outro apenas contempla (símbolo do espírito absoluto e do conhecimento puro). O imaginário da ligação dos pássaros com poderes divinos baseia-se em Roma na crença do poder profético do vôo dos pássaros. Na arte cristã simbolizavam a alma salva. Nos antigos hieróglifos egípcios a alma voa do corpo após a morte. Na Psicanálise o pássaro é símbolo do sonhador.
RODA – Muito difundida como objeto de ornamentação no simbolismo de várias culturas; a roda é símbolo solar, é um dos principais símbolos do budismo, representa existências que precisam de redenção e a doutrina do Buda; símbolo do cosmo associada aos seus ciclos de renovação; símbolo de Deus e da eternidade (presente na sepultura de cristãos). Na Psicanálise simboliza a unidade na multiplicidade.
ROSTO – Simboliza a manifestação da vida espiritual.
SOMBRA – Para Jung pode ser a incorporação de sentimentos de culpa ou medo, em especial com relação a desejos ocultos e inconscientes.
VELA – Símbolo da luz, da alma individual; símbolo da relação entre espírito e matéria. Nas lendas a vela acesa representa uma vida humana. Os romanos faziam uso de velas nos cultos. No cristianismo a vela simboliza a luz e a fé. É usada na missa, festas, enterros e procissões.



quinta-feira, 10 de junho de 2010

JORGE, O REI DA FLORESTA (GEORGE OF THE JUNGLE)


Muita gente boa já meteu a mão na lenda do Tarzan de Rice Burroughs, mas um dos melhores foi Jay Ward. Em 1967 ele criou a sátira Jorge da Floresta que era exibido pela rede ABC dos Estados Unidos. Jorge era um perfeito canastrão: uma montanha de músculos, bonitão e burro como uma pantufa. Aqui, Jorge dava seus gritos desafinados na Record. Além de farrear com todos os clichês do Tarzan, uma das partes mais engraçadas eram as paródias dos personagens. Jane era uma ruiva curvilínea chamada Ursula; um gorila que estudou em Oxford fazia o papel de Chita. Havia ainda o elefante-mascote Shep, o pássaro Tuc-Tuc e Leon, o leão que treinava luta-livre todos os dias com Jorge. A tribo dos Umbwebwe, perto da casa-árvore de Jorge, ao invés de negros, eram caucasianos. O chefe e o médico da aldeia eram as caricaturas de Ward e seu co-produtor Bill Scott: uma babilônia. Apesar da popularidade de Jorge (o pior e melhor homem-macaco da TV), o programa acabou em 1970. Foram produzidos apenas 16 episódios curtos, mas suficientes para bagunçar o "Tarzan perfeito" de cabo a rabo. Na década de 90 o rei da floresta foi ressuscitado em um longa metragem que depois deu um novo fôlego para o bom e velho Jorge voltar com uma nova série animada.

video

terça-feira, 8 de junho de 2010

A LINGUAGEM DO CORPO


Dominar a construção visual é, antes de tudo, dominar a simbologia que permeia as relações humanas. Essa construção é anterior mesmo à escrita e faz parte de nossa memória ancestral que começou a ser cultivada ainda nas cavernas. Estudos recentes verificaram que antes de falar o homem já era capaz de uma comunicação refinada através de sinais que não perdem em nada para a linguagem de surdos-mudos que vemos hoje em dia.

Para se tornar mais eficiente na hora de lidar com os clientes e construir imagens de pessoas é interessante se aprofundar no estudo desta linguagem que foi sendo criada ao longo dos séculos.

Para facilitar o processo, vamos dividir o corpo humano em partes para podermos melhor analisá-lo, usando a figura da Esfinge como referência. Tais correspondências psicológicas já foram amplamente estudadas.

Esfinge, para quem não sabe, era um monstro mitológico que resultou no antigo Egito na construção desse monumento visto logo acima. Tinha as patas de leão, corpo de boi, asas de águia e rosto de ser humano. Era irmã de outros monstros como a Hidra de Lerna, o Leão de Neméia, Cérberos e a Quimera. Diz a lenda que ela abordava viajantes com enigmas finalizando a este com a frase: Decifra-me ou devoro-te. Como nunca ninguém adivinhava, ela se tornou um terror na região por banquetear-se com os itinerantes incultos. No fim, acabou sendo derrotada por Édipo que, ao ser questionado por ela:

- Qual o animal que de manhã tem 4 patas, de tarde tem 2 patas e de noite tem 3 patas?

Respondeu:

- O homem. Por que na manhã de sua vida engatinha, na vida adulta caminha e na velhice se apoia em uma bengala para se locomover.

Ao ouvir isso a Esfinge se suicidou atirando-se em um precipício.

Voltando à nossa análise, na Psicologia é comum se fazer a seguinte analogia entre a Esfinge e o ser humano:

  • Boi - abdômen - Vida instintiva e Vegetativa
  • Leão - Tórax - Vida emocional
  • Águia - Cabeça - Vida Mental (Intelectual e espiritual)
  • Homem - Conjunto - Consciência e domínio dos três inconscientes anteriores

Usando estas partes em nosso estudo podemos criar um mini dicionário referente à linguagem do corpo.

BOI

O instintivo humano se manifesta então existe a projeção do abdomen, o requebrar das cinturas, os dedos enganchados nos cintos, etc. De uma forma geral é nesta área do corpo humano que se manifestam os interesses sexuais que são reforçados por outras áreas do corpo. No entanto é ali também que temos as manifestações instintivas de medo irracional, fome, etc.

LEÃO

É na área do leão que está o coração, em nosso imaginário, fonte de todas as emoções. Os especialistas em expressão corporal, no entanto, o consideram o centro do EU. Ou seja, uma pessoa com o torax projetado são pessoas que querem exibir o seu EU para o mundo. Aqueles que tem o torax encolhido tem um EU diminuído, como acontece com as pessoas tímidas e inseguras. Do emocional podemos coletar dados como uma respiração aumentada (tensão, forte emoção), suspiros (ansiedade, angústia), etc. A respiração, porém, pode representar apenas questões fisológicas como excesso de gas carbonico no sangue, por exemplo, então convém ficar atento a outros sinais.

ÁGUIA

Representada pela cabeça (já que o homem não tem asas, rs) ela indica o estado de controle do corpo pela mente. Assim sendo uma cabeça erguida indica uma tendencia de controlar o externo. A cabeça baixa indica o contrário, ou seja, que o individuo é controlado pelos estímulos externos.


Bibliografia:

  • O corpo fala de Pierre Weil e Roland Tompakow, 29ª edição, Editora Vozes.

  • Esfinge, estrutura e Mistério do Homem de Pierre Weil; Editora Vozes, Petrópolis.

LINGUAGEM CORPORAL

Estudar a linguagem corporal ajuda tanto na hora de interagir com os clientes quanto na hora de compor imagens. A folha de referência que costuma ser entregue aos jovens para que sejam analisados alguns clientes que foram gravados em vídeo após a explicação teórica é esta:

Sinais de que:
ESTÁ ABERTO A SUGESTÕES E IDÉIAS: mãos abertas, tirar o casaco, aproximar-se, inclinar-se para a frente, descruzar as pernas, braços cruzados suavemente sobre as pernas.
ESTÁ EM ALERTA: inclinar-se para a frente, colocar as mãos sobre as coxas, corpo relaxado mas rosto alerta, ficar em pé com mãos na cintura, pés levemente separados.
ESTÁ AVALIANDO O AMBIENTE OU A PESSOA: cabeça levemente inclinada para o lado, sentar na ponta da cadeira e inclinar-se para a frente, mãos na parte da frente do queixo ou na bochecha, coçar o queixo ou a barba.
ESTÁ CHATEADO, INDIFERENTE: mão segurando a cabeça, olhos sonolentos, postura relaxada demais (largada), ficar mexendo com pés, mãos, dedos, balançar as pernas, olhar vazio, pouco contato visual, boca mole.
ESTÁ CONFIANTE OU ACHA QUE TEM AUTORIDADE SOBRE O INTERLOCUTOR: jogar-se para trás na cadeira com mãos atrás da cabeça, postura orgulhosa, cabeça alta, queixo levantado, contato visual firme, sem piscar.
ESTÁ NA DEFENSIVA: corpo rígido, braços ou pernas cruzados fortemente, contato visual reduzido, lábios contraídos, cabeça baixa com queixo sobre o peito, punhos cerrados, dedos entrelaçados sobre braços cruzados, jogar-se para trás na cadeira.
ESTÁ ENTUSIASMADO: pequenos sorrisos ou risadas; corpo firme e ereto; mãos abertas; braços estendidos; olhos alertas.
ESTÁ FRUSTRADO: mãos apertadas firmemente, balançar punhos fechados, respiração curta porém controlada, olha através de você, passar as mãos no cabelo, bater os pés no chão.
ESTÁ NERVOSO: limpar a garganta, morder os lábios, unha, dedo, etc, cobrir a boca quando fala, puxar o lóbulo da orelha, abrir os olhos, caretas, contorcer mãos ou lábios, boca entreaberta, brincar com objetos, ficar trocando o peso de uma perna para a outra (quando de pé), tamborilar dedos, ficar mexendo o pé, assobiar.
ESTÁ PRECISANDO SER RECONFORTADO: fica beliscando as mãos, esfregando gentilmente um objeto pessoal (anel, relógio, etc), roer unhas, examinar cutículas.
ESTÁ COM RAIVA: corpo rígido, punhos cerrados, lábios fechados com força, contato visual continuado, pupilas dilatadas, cenho franzido, respiração rápida.
ESTÁ REJEITANDO O QUE ESTÁ SENDO DITO OU ESTÁ EM DÚVIDA: coçar o nariz, coçar os olhos, franzir o cenho, pernas e braços cruzados, corpo em posição de fuga, limpar a garganta, esfregar as mãos, levantar as sobrancelhas.
ESTÁ SUSPEITANDO OU DESCONFIANDO DO QUE ESTÁ SENDO DITO: pouco contato visual, resistência no olhar olho no olho, ficar olhando para os lados ou por sobre o ombro, coçar o nariz, ficar olhando por sobre os óculos.
Lembro sempre que não é um gesto isolado que faz o comportamento e que também é preciso compreender a situação em que se encontra o cliente para não ter impressões erradas. Aprender a observar é fundamental, então pratique!

A VIAGEM DE CHIHIRO


Tido como a versão japonesa para Alice no País das Maravilhas, é exibido no primeiro módulo como vídeo de referência tanto para construção de personagem como para idéias de roteiro já que trabalha muito do folclore japonês e o que se pretende nas oficinas de mangá é trabalhar o folclore brasileiro. Maiores informações sobre o vídeo podem ser encontradas no endereço
http://www.adorocinema.com/filmes/spirited-away sendo que ainda é possível baixar o vídeo na íntegra no
http://www.hinata.xpg.com.br/paginas/index2.php?page=movies/viagem_de_chihiro.html

IMAGENS EM DESTAQUE

Algumas imagens, acidentalmente ou não, acabam ficando realmente muito interessantes, apesar de não estarem dentro das propostas dos exercícios. São aquelas fotografias que por suas formas, cores ou composição acabam exigindo uma segunda olhada, ou seja, provocam de alguma forma o olhar.









segunda-feira, 7 de junho de 2010

MITO DA CAVERNA

A alegoria foi um recurso efetivado pelo filósofo Platão através do popular Mito da Caverna. Dentro das construções simbólicas, a alegoria tem um papel fundamental em toda construção artística, incluindo-se aí a fotografia. Por isso, nesta aula o tema abordado foi a alegoria através do Mito da Caverna. Como a faixa etária dos grupos varia entre 12 e 18 anos, para os que nunca tiveram um contato direto com o mito ele é apresentado inicialmente através de uma história em quadrinhos do Maurício de Souza.

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O segundo passo é explicar o que seria a alegoria e qual a função dela na fotografia. Alguns trechos de Matrix onde a fotografia foi trabalhada como uma alegoria são mostradas para os jovens. Matrix é uma boa referência pois ele é uma releitura do Mito da Caverna então trás vários elementos visuais muito aproveitáveis.











Por último, antes de entrar no conteúdo de contraluz, é exibido um outro vídeo tirado da internet para fazer-mos uma discussão:

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Compreender que a realidade é uma construção individual é fundamental para compreender a capacidade de manipulação ideológica que a fotografia trás. Uma foto pode servir sim para congelar um instante do tempo. Mas diferente do que se dizia logo no momento de sua criação, o chamado "lápis da natureza" não é imparcial. Ele carrega consigo valores que na sociedade contemporânea tem fins mercadológicos que exaltam algumas formas e abominam outras em função das lógicas de consumo. O impacto de uma imagem com algo valor simbólico pode ser ainda mais poderoso, especialmente, quando se pensa que 70% da percepção de realidade que processamos é visual. Este é o tipo de pensamento que se pretende com esta aula. Por estarmos falando do mundo das "sombras" de Platão, trabalhamos também o conceito técnico de luz, sombra e contraluz. A segunda parte desta aula é dedicada à um passeio até a praça da matriz onde o objetivo principal é a captura de imagens em contraluz.
EXERCÍCIO DE CONTRALUZ
Contraluz, como o próprio nome diz, significa para o fotógrafo se posicionar em frente ao objeto fotografado sendo que este estará tapando de alguma forma a fonte de luz principal do ambiente. Eu costumo orientar aos jovens que observer a sombra do objeto e se posicionarem, se possível, sobre ela. Importante: não se esqueça de desativar o flash da câmera para obter o resultado desejado! O que você irá ver abaixo são os melhores resultados obtidos neste tipo de exercício.