segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

KISS

Vira e mexe alguém descobre esse clip e como conta história de um fotógrafo acabam me mostrando. Romance no estilo japonês, já sabe né, sempre tem uma tragédiazinha para apimentar a trama.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

METAMORFOSE AMBULANTE

O estúdio Taylor James criou essas imagens incrivelmente realísticas que parecem ter sido tiradas de um filme de ficção (quase que tentando ilustrar as frases de Raul Seixas :P), de pessoas rasgando seus corpos para fazer sua metamorfose, ou lutando para sair das suas cascas. A inspiração dos designers, na verdade, foi nas suas próprias vidas e suas diversas etapas e fases.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

CENAS INESQUECÍVEIS DO CINEMA

Eu era fã do Harrison Ford quando era mais nova e existem vários filmes dele que tem algumas passagens memoráveis, apesar dele ter se tornado um ator de papéis fracos na velhice. Este trecho é tirado do excelente filme A TESTEMUNHA. Pra quem não assistiu tá aí a dica.



Infelizmente não achei nenhum trecho do filme traduzido. Então deixo esse que passou no programa do Zoom. Acabei me lembrando, sem querer, de um outro filme muito mais antigo. O musical 7 noivas para 7 irmãos. Para quem não acha estranho que no meio da história as pessoas saiam dançando e cantando (tem de se respeitar a concepção da época) é uma comédia romantica bem leve e divertida. Nela, sete irmãos que vivem nas mais inóspitas montanhas estão atrás de sete noivas e não importam muito os meios para conseguirem obter o que desejam. Segue meio a linha "os brutos também amam". rs. Curiosidade sobre o filme: ao invés de contratar atores famosos, todos os rapazes tirando o irmão mais velho são dançarinos, atores de circo ou atletas que aprenderam a atuar justamente para esse filme. Não se deixe enganar pelas piruetas e rodopios dessa cena. Eles estão, na realidade, brigando. É que na decada de 50 não se podia ter cenas de violência que chocassem a sociedade então era necessário se resolver tudo na coreografia. Os fundos era cenários pintados à mão e as gravações eram feitas em estúdios.



Por último a música que ficou mais famosa no filme. Essa melodia ja foi muito copiada então não estranhe se a achar familiar.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

AS BOAS MULHERES DA CHINA DE XINRAN

Estou lendo esse livrinho que fala da história real de uma radialista chinesa e das cartas que ela recebeu durante o programa que veiculou no país. Separei aqui o trecho de uma das cartas que ela recebeu. É interessante perceber como é o mundo, por mais estranhas e abomináveis que sejam as relações humanas. Mas todo o livro é composto de depoimentos pesados e este trecho não é diferente. O fato de serem relatos reais torna o tema ainda mais difícil. Então, se não gosta muito de assuntos pesados, recomendo que não leia.
Querida Yulong,
Você vai bem? Desculpe por não ter escrito antes. Não ha muito para isso, é só que tenho muito a dizer e não sei por onde começar. Por favor me desculpe.
Já é tarde demais para lhe implorar que perdoe o meu erro terrível e irreversível, mas eu ainda quero lhe dizer: querida Yulong, eu sinto muito!
Você me fez duas perguntas em sua carta: "por que você não quer ver o seu pai" e "o que a fez pensar em desenhar uma mosca e por que foi que a fez tão bonita".
Querida Yulong, essas duas perguntas são muito, muito dolorosas para mim, mas vou tentar responder:
Qual é a menina que não ama seu pai? Um pai é uma grande árvore abrigando a família, as vigas que sustentam uma casa, o guardião de sua mulher e de seus filhos. Mas não amo meu pai - eu o odeio.
Na véspera de Ano-Novo do ano em que fiz onze anos, levantei bem cedo e, inexplicavelmente, estava sangrando. Fiquei tão assustada que me pus a chorar: A minha mãe, que veio ter comido quando em ouviu, disse: "Hongxue, você cresceu". Ninguém, nem mesmo ela, tinha me falado sobre coisas de mulheres antes. Na escola, ninguém ousava fazer essas perguntas ultrajantes. Naquele dia, mamãe me deu uns conselhos básicos sobre como lidar com o meu sangramento, mas não explicou mais nada. Fiquei entusiasmada: tinha me tornado mulher! Saí correndo pelo quintal, pulando e dançando durante três horas. Até esqueci do almoço.
Um dia, em fevereiro, estava nevando muito e mamãe tinha saído para visitar uma vizinha. Meu pai tinha vindo da base militar, para uma das suas raras visitaas. Ele me disse: "Sua mãe diz que você cresceu. Vamos, tire a roupa para o papai ver se é verdade".
Eu não sabia o que ele queria ver, e estava muito frio - eu não queria tirar a roupa.
"Rápido! O papai ajuda!", disse ele, tirando-me a roupa com destreza. Ele, que normalmente tinha os movimentos lentos, estava totalmente diferente. Começou a passar as mãos pelo meu corpo inteiro, perguntando o tempo todo: "Esses mamilozinhos já incharam? É daqui que o sangue vem? Esses lábios querem beijar o papai? É gostoso quando o papai passa a mão aqui, assim?".
Eu me sentia morta de vergonha. Pelo que me lembrava, nunca tinha estado nua na frente de ninguém, exceto nos banhos públicos separados. Meu pai notou que eu estava tremendo. Disse-me que não tivesse medo e me preveniu para não contar nada à mamãe. "Sua mãe jamais gostou de você", disse. "Se ela descobrir que eu amo você tanto assim, vai querer saber ainda menos de você."
Essa foi a minha primeira "experiência de mulher". Depois, tive uma náuse muito forte.
A partir de então, bastava que minha mãe não estivesse na sala - ainda que estivesse só na cozinha, cozinhando, ou no banheiro - para que meu pai me prensasse atrás da porta e me alisasse inteira. Fui ficando com um medo cada vez maior desse "amor".
Mais tarde ele foi transferido para outra base militar. Minha mãe não podia ir junto por causa do emprego dela. E disse que tinha se esgotado criando a mim e ao meu irmão e que queria que meu pai cumprisse suas responsabilidades por um tempo. Assim, levou-nos para morar com ele.
Eu tinha caído na toca do lobo.
A partir do dia em que minha mãe foi embora, toda tarde meu pai se enfiava na minha cama enquanto eu descansava. Ocupávamos um aposento num dormitório coletivo e ele usava a desculpa de que meu irmãozinho não gostava de cochilar à tarde para trancar a porta e deixá-lo do lado de fora.
Nos primeiros dias, só passava as mãos pelo meu corpo. Depois começou a forçar a língua dentro da minha boca. Aí começou a me cutucar com a coisa dura na parte inferior do seu corpo. Vinha para a minha cama, já sem ligar se era dia ou noite. Usava as mãos para me abrir as pernas e me molestar. Até enfiava os dedos dentro de mim.
Naquela altura tinha parado de fingir que era "amor paterno". Ameaçava-me, dizendo que, se eu contasse para alguém, seria criticada em público e teria de desfilar pelas ruas com palha na cabeça, porque eu já era o chamavam de "um sapato usado".
Meu corpo, que ganhava formas rapidamente, o deixava cada vez mais excitado, enquanto eu me sentia mais e mais aterrorizada. Pus um cadeado na porta do quarto, mas ele não se importava de acordar todos os vizinhos e batia até que eu abrisse. Às vezes enganava as outras pessoas no dormitório e elas o ajudavam a forçar minha porta, ou então dizi que precisava entrar pela janela para pegar alguma coisa porque eu tinha o sono muito pesado. Outras vezes era meu irmão que o ajudava, sem entender o que fazia. Assim, trancasse eu a porta o não, ele entrava no meu quarto, em plena vista de todos.
Quando ouvia as batidas, eu com freqüência ficava paralisada de medo e me enroscava tremendo embaixo do acolchoado. Os vizinhos me diziam: "Você estava dormindo como uma morta. O coitado do seu pai teve que entrar pela janela para pegar as coisas dele!".
Eu não ousava dormir no meu quarto, não ousava ficar sozinha de maneira alguma. Meu pai percebeu que eu estava sempre encontrando pretextos para sair e criou a regra de que eu tinha de estar de volta na hora do almoço, todo dia. Mas era comum eu adormecer antes mesmo de terminar de comer: ele estava pondo remédio para dormir na minha comida. Eu não tinha como me proteger.
Muitas vezes pensei em me matar, mas não tive coragem de abandonar o meu irmãozinho, que não teria ninguém a quem se voltar. Comecei a ficar cada vez mais magra, até que adoeci gravemente.
Na primeira vez que fui internada no hospital militar, a enfermeira de plantão disse ao médico, dr. Zhong, que eu tinha o sono muito perturbado. Acordava assutada ao mais leve ruído. O dr. Zhong, que não conhecia os fatos, disse que era por causa da minha febre alta.
Mas, mesmo enquanto eu estava assim doente, meu pai vinha ao hospital e se aproveitava de mim, que estava com um tubo na veia e sem poder me mexer: Uma vez, quando o vi entrando no meu quarto, comecei a gritar descontroladamente, mas meu pai simplesmente disse à enfermeira - que viera correndo - que eu tinha muito mau gênio. Naquela primeira vez só passei duas semanas no hospital. Quando voltei para casa, encontrei meu irmão com um machucado na cabeça e manchas de sangue no casaco. Contou que o papai estivera de péssimo humor enquanto estive no hospital e o surrava ao menor pretexto. Naquele dia o animal doentio que era o meu pai apertou-se enlouquecido contra o meu corpo, ainda desesperadamente frágil e fraco, sussurrando que tinha morrido de saudade de mim!
Não pude conter o choro. Aquele era meu pai? Tinha tido filhos só pra satisfaer seus desejos animalescos? Dera-me a vida para quê?
Minha experiência no hospital tinha me mostrado um jeito de continuar vivendo. Injeções, comprimidos e exames de sangue eram preferíveis a viver com meu pai. Assim, comecei a me ferir repetidamente. No inverno, encharcava-me de água fria e saía para o gelo e a neve. No outono, comia comida estragada. Uma vez, em desespero, estendi o braço embaixo de um pedaço de ferro que estava caindo, para cortar a mão esquerda na altura do pulso. (Não fosse por um pedaço de madeira macia embaixo, eu certamente teria perdido a mão). Nessa ocasião, ganhei sessenta noites inteiras de segurança. Entre ferimentos que eu mesma me causava e os remédios, fui ficando aflitivamente magra.
Mais de dois anos mais tarde, minha mãe conseguiu uma transferência no emprego e veio morar conosco. A sua chegada não afetou o desejo obsceno que meu pai sentia por mim. Disse que o corpo dela estava velho e murcho e que eu era a concubina dele. Minha mãe não parecia notar a situação, até que um dia, no final de fevereiro, quando meu pai estava me batendo porque eu não tinha lhe levado alguma coisa que ele queria, gritei com ele pela primeira vez na vida, dividida entre a mágoa e a raiva: "O que você é? Bate em todo mundo quando tem vontade, molesta qualquer um quando quer!".
Minha mãe, que assistia à cena, pergunto o que eu queria dizer com aquilo. Assim que abri a boca, meu pai, encarando-me furioso, disse: "Não diaga absurdos!".
Eu não agüentava mais e contei a verdade à minha mãe. Vi que ela ficou terrivelmente perturbada. Mas, poucas horas depois, a minha "sensata" mãe me disse: "Pela segurança da família toda, você vai ter que suportar isso. Caso contrário, o que é que nós todos vamos fazer?".
Minhas esperanças foram completamente destruídas. Minha própria mãe me dizia que tolerasse os abusos de meu pai, marido dela. Onde estava a justiça disso?
Naquela noite minha temperatura chegou a quarenta graus. Fui novamente trazida para o hospital, onde continuo até agora. Desta vez não tive que fazer nada para provocar a doença. Simplesmente desmaiei, porque tinha tido um colapso cardíaco. Não tenho intenção alguma de voltar para aquele suposto lar:
Querida Yulong, é por isso que não quero ver meu pai. Que espécie de pai é ele? Não digo nada por causa do meu irmãozinho e da minha mãe (ainda que ela não goste de mim). Sem mim, eles ainda são uma família como antes.
Por que foi que desenhei uma mosca e por que foi que a fiz tão bonita?
Porque anseio por uma mãe e um pai de verdade; uma família de verdade, ounde eu possa ser uma criança e chorar nos braços dos meus pais; onde eu possa dormir em segurança na minha cama, em casa; onde mãos carinhosas me afaguem a cabeça para me consolar depois de um pesadelo. Desde a infância mais tenra, nunca tive esse amor. Esperei e ansiei por ele, mas nunca o tive, e agora jamais o terei, pois só se tem uma mãe e um pai.
Uma mosquinha me mostrou um dia o toque de mãos carinhosas.
Querida Yulong, não sei o que vou fazer depois disto. Talvez eu a procure para ajudá-la de alguma forma. Posso fazer muitas coisas e não tenho medo de dificuldades, desde que possa dormir em paz. Você se importa se eu for? Escreva e me diga, por favor.
Eu gostaria mesmo de saber como você vai. Continua praticando o seu russo? Você tem remédios? O inverno está chegando de novo, você precisa se cuidar bem.
Espero que me dê uma oportunidade de remediar o mal que causei e fazer alguma coisa por você. Não tenho família, mas espero poder ser uma irmã mais nova para você.
Desejo-lhe felicidade e boa saúde!
Sinto saudade de você.

Hongxue, 23 de agosto de 1975.


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E ARDE O OLHO...

Tudo bem. É brega. Se tornou ícone de tosquice depois do Big Brother. Mas a verdade é que para quem viveu a época, esse foi um evento memorável. Pela primeira vez, lá estavam todos os grandes nomes da música unidos por uma causa comum, salvar a África da miséria. E melhor, todos nós podiamos participar: bastava comprar um cd, lp ou fita cassete, não lembro mais o que era que uma parte seria revertida para aquelas crianças subnutridas que chocavam em ensaios fotográficos. Não vou discutir aqui o mérito desse grande golpe publicitário da indústria musical. Afinal, o continente africano continua mergulhado na miséria. Muitos dos cantores do grupo já viraram fumaça na memória ou passaram dessa para melhor (falando de Michael Jackson). E nós, os ingênuos da década de oitenta, tivemos uma oportunidade de sentir um gostinho de união global que hoje em dia é um sentimento patético para toda uma geração que cresceu no mundo da internet e das relações globalizadas. Das pessoas que fizeram parte desse grupo, algumas poucas se tornaram referencia musical por muitos anos. E desde então o agrupamento de astros por causas se tornou uma prática comum e sempre muito lucrativa.

PAUL MCCARTNEY E A GUERRA

Falei de um e me lembrei de outro que gostava muito. Para brasileiros que não estão acostumados com a guerra propriamente dita e sim com eventos de violência fica dificil de entender essa herança bélica dos europeus e norte americanos. No entanto, para os que nasceram na minha geração a pressão da guerra fria foi um fantasma que tirou o sossego de muita gente. Por isso, era frequente que nas artes a guerra sempre fosse mencionada de alguma forma. Este foi o primeiro video em que vi um tratamento mais humano dos soldados que sempre vira aparecer nos filmes e seriados como "máquinas de matar". Talvez por isso tenha ficado guardado em minha memória.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

PAUL MCCARTNEY E A ANIMAÇÃO

Já que andaram pedindo clipes de música eu comecei a me lembrar de alguns clipes antigos. Esse chegou por aqui pelo antigo programa TRIP que passava na TV Gazeta muito antes da MTV dar as caras por aqui. Essa fase do Paul McCartney com músicas mais delicadas foi a minha predileta. Por enquanto deixo essa aqui que eu adorava especialmente a animação. Esse desenho do Rupert agora esta sendo veiculado pela TV Cultura mas na época em que foi exibido nós nem tínhamos idéia do que se tratava.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

PROJETORES PARA DECORAR A CASA?

Um homem chamado Mr. Beam (não, não é o comediante) teve a brilhante idéia de usar projetores para decorar os ambientes de sua casa, seus móveis ficam com capas brancas, e ao ligar o projetor ele muda quando quiser a decoração de seu quarto ou sala. Idéia bem bacana, né? :P

Olhando apenas a imagem acima não dá pra se ter muita noção da transformação que o projetor provoca no ambiente, portanto, aqui vai o vídeo:


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

GEORGE, O CURIOSO

"George, o curioso", é um filme infantil de um macaquinho que adora investigar tudo o que o rodeia. Sua curiosidade insaciável acaba lhe trazendo problemas, mas ele sempre consegue se sair bem. O filme fez tanto sucesso que acabou virando uma série. É uma série animada educativa que passa no canal americano PBS Kids. No Brasil, é transmitido pelo Discovery Kids e já foi transmitido pela Rede Record. A trilha sonora do filme foi cantada pelo cantor havaiano Jack Johnson, fã do desenho. Sou suspeita pra falar, mas a meu ver, Jack Johnson é um cantor que não tem como não gostar. O clipe é fofíssimo, pra quem nunca viu, espero que goste:


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

PASSAGENS MEMORÁVEIS DO CINEMA

Existem alguns trechos de filmes que acabam ficando guardados na memória por um ou outro motivo. Este pedaço do filme Os fantasmas se divertem fez a alegria de muitos na década de oitenta e depois pelas sessões da tarde afora.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

PAVÊ DE CHOCOLATE


Essa é pra quem adora o sabor do chocolate. Acabei de fazer e é facil e rápido. Como estava sem creme de leite e com poucos ovos, acabei fazendo uma receita experimental e deu muito certo. Você pode usar qualquer bolacha doce que tiver em casa. No meu caso eu tinha uma caixa daquelas bolachas amanteigadas de natal que todo supermercado vende a troco de banana no final do ano. Esmigalhe a bolacha de modo a ter um prato raso cheio. Pegue uma travessa de vidro e coloque metade da bolacha. Se ficar muito seco, misture um copo de chocolate e leite e molhe a bolacha esmigalhada. Coloque em uma panela metade de uma lata de leite moça, meia lata de leite, 1 gema, 1 colher de maizena e 1 de manteiga. Mexa em fogo baixo até engrossar. Coloque esse creme por cima das bolachas. Jogue o que sobrou da bolacha esmigalhada. Agora faça a segunda parte do creme. Misture dessa vez a meia lata que sobrou de leite moça, meia lata de leite, 4 colheres de chocolate em pó e 1 colher de maisena. Fogo baixo de novo mexa até engrossar. Jogue por cima de tudo essa última camada. Leve para a geladeira e em 2 horas está pronto.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

MAHATMA GANDHI


O líder pacifista hindu e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como Mahatma Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Inglaterra. Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus. A trajetória desse homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos: 1) a infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia - casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos; 2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito; 3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época); e 4) O retorno à terra natal em 1915. Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não-violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas, sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindo que vivia lá. De volta à Índia, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não-cooperação com o governo britânico. De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde - tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa toler^nacia, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindo que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideias de Gandhi foram imortalizadas e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.

SUAS CINCO PRINCIPAIS LIÇÕES
  • Princípio da não violência, ou ahimsa. Inclui a violência física e a provocada por meio das palavras e pensamentos. Não importa quem começou o conflito. Importa quem vai parar.
  • Eqüidade entre homens e mulheres. Sem ela perpetua-se o conflito. O homem maltrata a mulher, que maltrata o filho e assim o ciclo de violência ganha impulso e se perpetua.
  • Diálogo entre as religiões. Disse Gandhi: "Há tantas religiões quanto indivíduos". Ele fala de tolerância e reconhecimento. Nos ensina a acolher o diferente e colocá-lo em um estatuto tão legítimo como o nosso.
  • Simplicidade. O excesso de consumo era para Gandhi a principal causa da escassez dos recursos naturais do planeta. Evitar o desperdício, em todos os níveis, era uma de suas bandeiras.
  • Amor à verdade. É o único meio de nos tornarmos confiáveis aos olhos dos outros. Se não tenho um compromisso com ela e atendo apenas aos meus interesses não sou digno de confiança. Sem credibilidade, não há tecido social saudável e não há pacto coletivo.

Você pode baixar a obra completa de Gandhi em pdf no site: http://www.distefanoconsultoria.com/ebookgratis.htm

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

UMA PAUSA PARA OS COMERCIAIS

O comercial do Leite Parmalat foi um estrondoso sucesso na década de noventa e fez as vendas da empresa subirem 20%. A campanha dos bebês vestidos de mamíferos foi criada pela DM9, com a direção de criação do publicitário Ehr Ray e co-criação de Nizan Guanaes. A estratégia de marketing foi complementada com a distribuição de impressionantes 15 milhões de bichos de pelúcia, um recorde em distribuição de brindes.

Esse comercial fez tanto sucesso que virou fórmula de venda utilizada em vários países. Olha só como ficou a versão chinesa.

Em 2007, tentando reeditar o sucesso ocorrido onze anos antes, Nizan Guanaes, agora na Agência Africa, reuniu novamente os atores, já bem crescidinhos, para um novo comercial.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

LEONARDO DA VINCI E O CAVALO


Leonardo da Vinci, em seus incontáveis estudos sobre o mundo, sempre considerou o cavalo como a máquina mais perfeita que a natureza foi capaz de gerar.

O talento artístico de Leonardo já é de reconhecimento universal, porém, o que pouca gente sabe é que Leonardo era também um excelente empresário.

Foram poucos projetos seus que ficaram inacabados se comparados aos demais pintores da época.

Talvez um dos maiores "fracassos" de Leonardo seja a obra de um imenso monumento equestre e para Francesco Sforza.

Ele iniciou seus estudos sobre cavalos que resultaram nos esboços que ainda hoje são admirados por sua precisão e simetria. Setenta toneladas de bronze foram separadas para a sua confeção. O monumento permaneceu inacabado por muitos anos.

Em 1492 ele conseguiu terminar o modelo de argila, duas vezes maior que as duas únicas estátuas equestres do Renascimento, a estátua de Gattemelata, em Pádua, e a de Bartolomeo Colleoni, de Verrocchio, em Veneza. Foi dado o nome temporário de "Gran Cavallo".

Leonardo começou a fazer os projetos detalhados para a fundição. Michelangelo, no entanto, afirmou que Leonardo seria incapaz de fazê-lo, já que era uma tarefa difícil para a tecnologia da época um monumento em tais proporções.
Antes porém que ele pudesse dar cabo de seus projetos a guerra estourou em 1494. Para defender a cidade, Ludovico usou o bronze da obra para fabricar canhões. Os moldes de argila foram usados como alvo para praticar tiro. A Leonardo restou fugir da cidade. Para a humanidade, ficaram os esboços que até hoje são referenciados por sua precisão e simetria.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

RAINBOW OF LOVE

Eu sou um tanto quanto desinformada demais em se tratando de música eletrônica, house, dance music e derivados. Não gosto, logo não sei nada do que rola por aí. Maaaas, como tudo nessa vida tem uma exceção... Ontem entrei em um site (nessa altura já nem lembro qual era), e vi a chamada do clipe "Rainbow of Love". Não lembro nem de já ter ouvido falar no nome do cara, então fui lá dar uma pesquisada antes de pré-julgar algo, (sigam meu exemplo sempre :P) e descobri que o tal do Bob Sinclar tá com o pé na estrada faz tempo. Bob Sinclar é um pseudônimo retirado do filme francês de espionagem chamado "Le Magnifique", o real nome do DJ e produtor francês é Christophe Le Friant. O tal do Bob não tem videoclipes com teor apelativo e em quase todos existem crianças cantando, bacana isso. E a animação é bem bonitinha, confiram:

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ARTE DE BANHEIRO 1

Você nunca pensou que aquele rolinho de papelão que sempre sobra após o uso do papel higiênico tivesse alguma função além de servir de suporte, certo? Pois pra provar que a imaginação humana não tem limites, veja só o que andam fazendo com o tal rolo de papel higiênico.






domingo, 6 de fevereiro de 2011

RIO

Eis-me aqui no Brasil, terra de florestas, onde se dança e canta o dia inteiro ao som dos atabaques. Será que eu estou morando no país errado?

<a href="http://video.br.msn.com/?mkt=pt-br&vid=4a7ba263-3042-4e53-b150-cb4faaa6ba91&from=pt-br&fg=dest" target="_new" title="Clipe musical de &#39;Rio&#39;">Vídeo: Clipe musical de &#39;Rio&#39;</a>

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

PIET MONDRIAN E AS CORES PRIMÁRIAS

Para o olhar humano, as cores primárias trazem uma sensação de vivacidade.
Atraem o olhar por serem em sua maioria, cores raras de se encontrar na natureza.
Apesar do vermelho, o azul e o amarelo serem as cores que dão origem a todsas as outras (daí serem chamadas de primárias, ou seja, as primeiras), elas quase não existem em estado puro. Estão todas misturadas.
O pintor holandês Piet Mondrian (1872-1944), um dos mais importantes artistas abstratos, se destacou pelo uso das cores primárias.
Ele buscava usar apenas as cores essenciais para se distanciar da pintura acadêmica, que retratava a natureza exatamente como ela é.
A partir de Mondrian e de sua busca pelo essencial, há a tendência de pensar na simplicidade que essas cores trazem.

Estão nos códigos de sinalização justamente por isso. Transmitem a informação de maneira simples e eficaz.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

AUTUMN STORY

Mais uma animação bacana em stop motion com giz e quadro negro, dessa vez para a banda australiana Firekites.
“Autumn Story” (História do Outono) foi dirigida por Lucinda Shreiber e Yanni Kronenberg. Foram feitas cerca de 2.000 ilustrações individuais para acompanhar a melodia e seis meses de dedicação. O resultado é esse:

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

LIXO EXTRAORDINÁRIO







Eu sempre fico incomodada quando vejo a grande mídia explorando a miséria humana "em nome da arte". Não sei se acho memorável ou deplorável. Isso eu vou deixar para a consciência de cada um avaliar. No entanto, esta é no mínimo, uma iniciativa que deve ser discutida. O Jardim Gamacho, no Rio de Janeiro, é considerado o maior lixão a céu aberto do mundo. Ali, são despejadas 7 mil toneladas de lixo todos os dias - 70% de todo o detrito produzido na cidade. De seus resíduos sobrevivem muitos catadores, que dali tiram seu sustento - e até sua alimentação. Disposto a retratar essas pessoas usando o próprio lixo, o artista plástico brasileiro Vik Muniz passou uma temporada no Gramacho. O que era para ser apenas mais um de seus trabalhos se transformou, segundo ele, em um legítimo envolvimento do artista com a comunidade. As fotos que fez dos catadores foram vendidas em leilões de arte e revertidas para a recuperação do local. Toda essa história é relatada no documentário Wateland. Exploração mercadológica ou iniciativa humanizadora?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

STRAWBERRY SWING



O belo videoclipe de Strawberry Swing foi inspirado pelo trabalho do animador norte-americano Winsor McCay, do clássico Little Nemo e responsável pela primeira animação da história do cinema. Nele, Chris Martin, vocalista do Coldplay, se transforma em um super-herói em uma jornada para salvar a mocinha aprisionada por um esquilo gigante.

O vídeo é todo feito em animação stop motion com desenhos de giz no asfalto. O resultado é estonteante e casa muito bem com a música. Os últimos 35 segundos desmistificam a animação e, ao ver as pessoas caminhando sobre os desenhos, não dá para não sentir a efemeridade do processo de animação, na qual todos os planos, após capturados, tinham de ser apagados para novos serem desenhados. Pelo menos, temos o videoclipe como registro dessa obra de arte. Que é linda, por sinal. Sim, sou bem suspeita pra falar de Coldplay, mas espero que gostem! :-)