sábado, 28 de abril de 2012

INTERNET RETRÔ


Elas são um reflexo do nosso tempo. Mas e se não fossem? A Moma Propaganda desenvolveu anúncios das redes sociais e ferramentas digitais mais famosas – Facebook, Twitter, YouTube e Skype – caso elas tivessem estourado lá pelos anos 50.

As peças foram criadas para o MaxiMídia, maior evento de Comunicação e Marketing da América Latina, que acontece em outubro, em São Paulo. Confira as maiores invenções da Internet:








segunda-feira, 23 de abril de 2012

ANGELO AGOSTINI

Angelo Agostini nasceu em Vercelli, no Piemonte, Itália, em 1843, e passou a infância e a adolescência em Paris, com uma avó francesa. Chegou a São Paulo em 1859, com a mãe, uma viúva, cantora lírica em turnê. Começou a trabalhar como desenhista na revista Diabo Roxo em 1864 e, em 1866, tornou-se colaborador da revista O Cabrião. Em 1867 fez suas primeiras histórias ilustradas, como As Cobranças. 
No mesmo ano de 1867 mudou para o Rio de Janeiro, então capital do Império. No ano seguinte, começou a ilustrar as revistas locais Vida Fluminense e O Mosquito. No dia primeiro de janeiro de 1876 fundou a sua Revista Ilustrada, que dirigiu até 1888. Neste ano, após obter a cidadania brasileira, enamorou-se de uma aluna de desenho, Abigail. Engravidou-a. Ângelo era casado e tinha dois filhos. Um escândalo, à época. A fim de partir para a França, vendeu sua Revista Ilustrada. Em Paris, nasceu sua outra filha, Angelina. 

No Rio, sua primeira historieta com personagem fixo surgiu na Vida Fluminense, no dia 30 de janeiro de 1869. O título era: As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte. Fez nove páginas duplas e depois deixou a revista. 
No número 331 de sua Revista Ilustrada, Angelo Agostini iniciou As Aventuras de Zé Caipora, criando outro personagem seriado, inicialmente no dia 27 de janeiro de 1883, com o subtítulo "Zé é Convidado a Jantar na Casa da Baronesa de...", sempre em duas páginas, mas com muitas interrupções. Publicou até o capítulo 35, quando teve de partir para a Europa em 1888.
De volt, na revista Dom Quixote publica de novo as trinta e cinco páginas duplas, começando em 25 de janeiro de 1895. Quando termina a revista Dom Quixote, trabalha na editora O Malho. Esta editora lança, no dia 11 de outubro de 1905, a revista O Tico-Tico.

Ainda em O Malho, publica outra vez Zé Caipora até o número 75, no dia 15 de dezembro de 1906, quando suas histórias ilustradas desaparecem para sempre. 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

WILHELM BUSCH

Tal como o suíço Töpffer e o francês Colomb, um dos precursores dos quadrinhos. 

JUCA E CHICO ou MAX UND MORITZ no original (1865), de Wilhelm Busch. Foram seus personagens mais populares. 



OS SOBRINHOS DO CAPITÃO, de Dirks, em 1897, são um resultado direto desta criação do poeta, pintor e cartunista alemão nascido em Wiednsahl aos 15 de abril de 1832 e falecido em Mechtshausen em 9 de janeiro de 1908.

 No Brasili, foi traduzido por Olavo Bilac e editado pela Melhoramentos. Os dois garotos travessos e aprontadores foram criticados imediatamente pelos pedagogos, como viriam a ser criticadas todas as posteriores criações dos quadrinhos que mostravam crianças terríveis. 
 Mas as crianças-leitoras consagraram os personagens noir, amarelos, vermelhos, azuis, coloridos do mundo criativo dos comics. 
O crítico de arte do jornal Le Figaro, no obituário do artista, escreveu: "Wilhelm Busch foi um dos maiores inventores da síntese cômica que já existiu... Muitos fazedores de desenhos 'simplificados' se inspiraram nele. Infelizmente, não copiaram sua profundidade de observação". Mas, melhor do que tudo, o desenho de Busch ilustra a opinião de Baudelaire de que a caricatura e o riso são "os signos satânicos do homem".

quinta-feira, 19 de abril de 2012

KARIN

Faz tempo que não falo de animes. Vou falar de uma história de vampiros que também é uma comédia romântica. A personagem principal é uma jovem família que vive com a sua família vampírica no Japão. Nessa realidade, cada um dos vampiros é atraído por um tipo de sangue. Por exemplo, o irmão mais velho de Maaka, a personagem principal, é atraído pelo sangue de pessoas estressadas.  Maaka, porém, é diferente. Ela é uma vampira "produtora" de sangue. O pior é que esta produção aumenta conforme ela convive com pessoas infelizes. Por sua característica peculiar, a família vive em constante preocupação. Isso porque, tirando o detalhe da produção de sangue, Maaka é normal. Pode andar no sol sem problemas, se alimenta normalmente e não tem nenhum poder extraordinário. Seu grande problema é que, como se recusa a morder um humano para se livrar do excesso de sangue, acaba se metendo em apuros pois ou o sangue praticamente explode para fora na forma de uma intensa hemorragia nasal que a deixa encharcada de sangue ou ela perde o próprio controle e ataca a primeira pessoa infeliz que aparece.
 As coisas se tornam mais complicada quando Usui, filho de uma mulher que vive ficando desempregada por viver atraindo a luxuria de seus empregadores, pobre e constantemente faminto, ou seja, um dos mais infelizes colegas que Maaka poderia conhecer, se muda para a sua classe.
 É assim que tem início um romance leve e divertido, preenchido de vergonhas. Karin está sendo publicada no Brasil e o anime com 24 episódios pode ser encontrado no site  http://www.animes.adv.br/animes/Karin 

terça-feira, 17 de abril de 2012

A HISTÓRIA NO CINEMA

Norte americanos não são exatamente "experts" em história mas se você deseja fazer um passeio por diversas épocas da humanidade através do cinema, pode utilizar esta pequena lista.
PRÉ-HISTÓRIA
Filme sobre a Idade da Pedra, quando os homens aprendem a dominar o fogo e se comunicar com gestos e palavras. 
IDADE MÉDIA
Ótima reconstituição dos costumes das pessoas na época da Inquisição. Além disso, a história é bem agitada, cheia de sustos.

COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA
Aula de história impecável sobre a época das Grandes Navegações. A recriação é perfeita, dos palácios às caravelas, iguais às dos livros.

ABSOLUTISMO E GUERRAS RELIGIOSAS
Fala das lutas entre católicos e protestantes na França do século XVI, antes da Revolução Francesa. Mas atenção: o filme é bem violento.

REVOLUÇÃO RUSSA
Biografia de um jornalista americano que vai com sua mulher à Russia e escreve um livro sobre a Revolução Bolchevique de 1917.

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Quem prefere a situação de guerra pode ficar com Furyo, em nome da Honra ou então com o famoso Resgate do Soldado Ryan. Aqui você tem a história verídica do industrial alemão que salvava judeus dos campos de concentração. O filme mostra a vida no gueto de Varsóvia, onde os judeus foram confinados.

GUERRA DO VIETNÃ
Quem quer ver a guerra pode ficar com Apocalipse Now ou Platoon. Aqui você vê um veterano que volta do Vietnã paraplégico, cabeludo e barbudo, lutando pelo fim da guerra. 

CORRIDA ESPACIAL
Tom Hanks, em plena corrida espacial entre Rússia e Estados Unidos, faz o astronauta Jim Lovell, que em 1970 tenta chegar à Lua com sua equipe. 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

POR QUE O JOVEM NÃO DEVE LER


Por que o jovem não deve ler

Reproduzimos abaixo artigo de Ulisses Tavares publicado no Observatório da Imprensa. Um texto que nos faz refletir sobre leitura e comportamento. Atitudes e mudanças de pessoas conscientes e cidadãos críticos que fazem toda a diferença! Ao final do artigo compartilhamos um vídeo que achamos que tem a ver com essas reflexões. Esperamos que ele sirva de estímulo a um bom debate entre você e seus alunos!!! Boa leitura!
Por Ulisses Tavares (*) em 10/04/2012 na edição 689 do Observatório da Imprensa
Calma, prezado leitor, nem você leu errado, nem eu pirei de vez. Este artigo pretende isso mesmo: dar novos motivos para que os moços e moças de nosso Brasil continuem lendo apenas o suficiente para não bombar na escola.
Continuem, jovens, vendo a leitura como algo completamente estapafúrdio, irrelevante, anacrônico, e permaneçam habitando o universo ágrafo dos hedonistas incensados nos reality shows.
(Epa, acho que exagerei. Afinal, quem não lê, muito dificilmente vai conseguir compreender essa última frase. Desculpem aí, manos: eu quis dizer que os carinhas, hoje, precisam de dicionário pra entender gibi da Mônica, na onda dos sarados e popozudas que veem na telinha, e que vou dar uma força pra essa parada aí, porra.)
Explico mais ainda: é que, aproveitando o gancho do Salão do Livro InfantoJuvenil, no Parque do Ibirapuera, Sampa, pensei em escrever sobre a importância da leitura. Algo leve mas suficiente para despertar em meia dúzia de jovens o gosto pela leitura (de quê? De tudo! De jornais a livros de filosofia; de bulas de remédio a conselhos religiosos; de revistas a tratados de física quântica; de autores clássicos a paulos coelhos).
Daí aconteceram três coisas que me fizeram mudar de rumo e de ideia.
Primeiro, eu li que fizeram, alguns meses atrás, um teste de leitura com estudantes do ensino fundamental de uma dezena de países. Era para avaliar se eles entendiam de verdade o que estavam lendo. Adivinhem quem tirou o último lugar, até mesmo atrás de paizinhos miseráveis e perdidos no mapa- múndi? Acertou, bródi: o nosso Brasil.
Saída única
Logo depois, li uma notícia boa, que, na verdade, é ruim: o (des)governo de São Paulo anuncia maior número de crianças na escola, mas adotou a política da não reprovação. Traduzindo: neguinho passa de ano, sim, mas continua tecnicamente analfabeto. Porque ler sem raciocinar é como preencher um cheque sem saber quanto se tem no banco.
E, por último, li, em pesquisa publicada recentemente nos jornais, que, para 56% dos brasileiros entre 18 e 25 anos, comprar mais significa mais felicidade, pouco se importando com problemas ambientais e sociais do consumo desenfreado. Ou seja, o jovem brasileirinho gosta de comprar muitas latinhas de cerveja, mas toma todas e joga todas nas ruas ou nas estradas, sem remorso.
Viram como ler atrapalha? A gente fica sabendo de fatos que, se não soubesse, teria mais tempo para curtir o próprio umbigo numa boa, sem ficar indignado e preocupado com a situação atual de boa parte de nossa juventude.
E também faz o tico e o teco (nossos dois neurônios que ainda funcionam, já que, se dividirmos o quociente de inteligência nacional pelo número de habitantes, não deve sobrar mais que isso per capita) malharem e suarem, em vez de ficarmos admirando o crescimento do bumbum e do muque no espelho das academias de musculação.
Por isso que, num momento de desalento, decidi que de agora em diante, como escritor e professor, nunca mais vou recomendar a ninguém que leia mais, que abra livros para abrir a cabeça.
A realidade é brutal e desmentiria em seguida qualquer motivo que eu desse para um jovem tupiniquim trocar a alienação pela leitura.
Reconheço: a maioria está certa em não ler. E tem, no mínimo, cinco razões poderosas, maiores e melhores que meus frágeis argumentos ao contrário:
1. Se ler, vai querer participar como cidadão dos destinos do país. Não vale a pena o esforço. Como disse Lula (que não teve muita escola, mas sempre leu pra caramba), a juventude não gosta de política, mas os políticos adoram. Por isso que eles mandam e desmandam há séculos;
2. Se ler, vai saber que estão mentindo e matando montes de jovens todos os dias em todos os lugares do Brasil, impunemente; principalmente, porque esses jovens não percebem nem têm como saber (a não ser lendo) a tremenda cilada que é acreditar que bacana é mentir e matar também;
3. Se ler, vai acordar um dia e se perguntar que diabo é isso que anda acontecendo neste lugar, onde só ladrões, corruptos, prostitutas e ignorantes aparecem na mídia;
4. Se ler, vai ficar mais humano e, horror dos horrores, é até capaz de sentir vontade de se engajar num trabalho comunitário, voluntário e parar de ser egoísta;
5. Se ler, vai comparar opiniões, acontecimentos, impressões e emoções e acabar descobrindo que sua vida andava meio torta, meio gado feliz.
O espaço está acabando e me deu vontade de lembrar que ninguém – nem mesmo alguém que não vê utilidade na leitura – pode achar que há um belo futuro aguardando uma juventude que vai de revólver pra escola e, lá, absorve não conhecimentos mas um baseado ou uma carreirinha maneira. Sim, é outra pesquisa que li, esta dando conta de que sete entre dez estudantes brasileiros andam armados, três entre dez se drogam na escola, sete entre dez bebem regularmente.
Mas paro por aqui, já que, apesar desses tristes tempos verdes e amarelos (as cores do vômito, papito), lembro também de tantos poetas, jornalistas e escritores que, ao longo de minha vida de leitor apaixonado, me deram toques de esperança, força e fé na mudança.
De um especialmente – o poeta Thiago de Melo –, com seu verso comovido e repleto de coragem: “Faz escuro, mas eu canto!”
Talvez meu pequeno cantar sirva de guia do homem (e mulher) de amanhã. E que, lendo mais, ele/ela evite ter como única alternativa para mudar de vida dar a bunda (e a alma) ou engolir baratas (e a dignidade) diante das câmeras.
[Ulisses Tavares é poeta, jornalista, publicitário, roteirista de televisão e professor]

quarta-feira, 11 de abril de 2012

PROJECT GLASS

Você já imaginou um dia poder usar a tela do seu computador nas lentes dos seus óculos?

O Google está trabalhando em um projeto de construir um óculos tecnológico - integrado aos seus serviços e produtos – dentro de seu laboratório do Google X.

“Acreditamos que a tecnologia poderá trabalhar para você e estar lá quando você precisar dela e sair de seu caminho quando você não a precisa”, mencionou a empresa sem seu perfil no Google+.
“Nós do Google X começamos o Project Glass para construir este tipo de tecnologia, que ajuda você a explorar e compartilhar o seu mundo. Estamos compartilhando essas informações agora porque queremos iniciar uma conversa e aprender com sua valiosa contribuição”.

No entanto, de acordo com o buscador, o projeto ainda está em desenvolvimento, tanto no design quanto em seu funcionamento. Para demonstrar um conceito do que o Google espera obter, assista o vídeo abaixo:


terça-feira, 10 de abril de 2012

FOTOGRAFIA SOCIAL

Acontece este mês, de 21 a 26 de Abril, em São Paulo o Wedding Brasil, encontro obrigatório para quem se interessa pela fotografia social ou fotografia de casamentos. Trago as fotos que foram premiadas no ano de 2010.
 Mônica Camargo ficou com o décimo lugar com esta noiva introspectiva. 
 Foto de Jivago Sales, 2º colocado. 
 Registro em cor de Alexandre Gontijo, 4º colocado. 
 Foto vencedora do concurso representou um desafio para o carioca João Salamonde.
 Esta divertida cena garantiu o sexto lugar a Adriana Silveira.
 Marco Costa capturou o noivo em pleno voo num casamento judaico. 
 Helena Leão, nona colocada, fotografou as crianças de modo mais singelo. 
 Retrato bem-humorado que rendeu o terceiro lugar a Gustavo Benke. 
 As caras e bocas dessas crianças deram o oitavo lugar a Carmello Júnior.
 Eleito pelo júri popular, Almir Soares contou a favor com o lobby particular junto aos amigos. 
Carolina Pires clicou a festa e figurou em quinto lugar no concurso. 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

CONSTANTIN BRANCUSI

Brancusi (Romênia 1876 - Paris 1956) reduzia suas esculturas ao mais básico, ao mais abstrato, conferindo-lhes uma vitalidade primordial. Abstendo-se de qualquer decoração de superfície, limita-se à pura forma. Brancusi teve imensa importância para a escultura e a arte em geral do século XX.
Estreitamente enlaçados, dois amantes abraçam num beijo apaixonado. O poder essencial desta obra é expresso pela massa da pedra das quais as formas emergem apenas em esboço, como que elevantando-se de sono eterno. 
 A grandiosidade simples de sua escultura evoca uma sensação de liberdade e força. Em 1904, ele ando da Romênia (sua terra natal) até Paris, um feito que lhe rendeu admiração geral. 

 Mais tarde, sua celebridade cresceu com o processo que moveu contra a alfândega americana, que quis taxar a importação de uma escultura de bronze sua, considerando-a apenas como matéria-prima, portanto sujeita a taxação. 


sexta-feira, 6 de abril de 2012

JUCA E CHICO

Max und Moritz no original (1865), de Wilhelm Busch. Tal como o suíço Töpfer e o francês Colomb, um dos precursores dos quadrinhos.
Os sobrinhos do Capitão, de Dirks, em 1897, são um resultado direto desta criação do poeta, pintor e cartunista alemão nascido em Wiedensahl aos 15 de abril de 1832 e falecido em Mechtshausen em 9 de janeiro de 1908. 
 No Brasil, foi traduzido por Olavo Bilac e editado pela Melhoramentos. Os dois garotos travessos e aprontadores foram criticados imediatamente pelos pedagogos, como viriam a ser criticadas todas as posteriores criações dos quadrinhos que mostravam crianças terríveis. 
Mas as crianças-leitoras consagraram os personagens noir, amarelos, vermelhos, azuis, coloridos do mundo criativo dos comics.