terça-feira, 31 de julho de 2012

MARC CHAGALL

Sobre uma cidade composta de simples casas e celeiros de madeira, duas figuras fantásticas voam pelo céu. A mão do homem pousa suavemente no seio da mulher. Parecem ser amantes, talvez estejam fugindo. A cidade pitoresca e ingenuamente ordenada, pintada em blocos de cor, com suas graciosas cercas de madeira e tons quentes, mostra o interesse de Chagall (Russia 1887 - França 1985) por contos de fada e fantasia.
Chagall nasceu na Rússia, e grande parte de suas imagens têm raízes no folclore judaico de sua infância. 
Seu estilo é ao mesmo tempo sofisticado e infantil, misturando realidade e sonhos em composições muito coloridas.
Ele foi obrigado a sair da Rússia porque o Estado exigia um certo tipo de arte, e passou a dividir seu tempo entre a União Soviética e a França.
Foi um artista muito prolífico, pintando e desenhando mosaicos, cenários e tapeçarias. Suas obras podem ser vistas em muitos edifícios públicos, inclusive na Ópera de Paris e na sede da ONU em Nova York. 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O TEMPO E OS TEMPOS DA FOTOGRAFIA parte final

Breves considerações finais
Este texto chega ao seu desfecho cheio de lacunas, e não poderia ser diferente. Aos inúmeros fotógrafos não mencionados nos exíguos limites deste artigo pode-se acrescentar um sem número de movimentos artísticos que conspiraram para moldar o olhar contemporâneo. Só para citar um exemplo "nativo", vale registrar a fotografia construtiva, um trabalho experimental desenvolvido por José Oiticica Filho na década de 1950, que dialogou com o concretismo e o neoconcretismo tanto na literatura quanto nas artes plásticas brasileiras. 
Contudo, apesar das inevitáveis omissões, as páginas precedentes têm a pretensão de mostrar como a fotografia, ao longo da sua relativamente curta história, mudou a relação do homem com a cultura do seu tempo. Para tanto, a imagem fotográfica precisou dialogar indistintamente com cientistas e artistas, antes mesmo de se constituir enquanto linguagem autônoma. Depois, ao descobrir seu poder de síntese e a universalidade de sua mensagem, a fotografia ganhou projeção nas mídias globais que, de modo geral, se comunicam com um mundo cada vez mais apressado e propenso à informação fragmentária e telegráfica. E é precisamente aí que reside o principal desafio para o fotógrafo contemporâneo. Se a profissão passou a ser mais requisitada, em função da voracidade com que a cultura de massa exige imagens, o mesmo nível de exigência não se estendeu à formação cultural de quem fotografa.
Sabemos que a fotografia é, efetivamente, uma linguagem de gramática muito simples. Não raro, uma consulta aos manuais das câmeras fotográficas, aliada a uma prática embrionária, é suficiente para garantir os rudimentos da técnica fotográfica; em contrapartida, anos de estudo não são garantia para uma escrita refinada. Talvez isso explique o desdém com que, durante muito tempo, a profissão de fotógrafo foi tratada, transferindo à fotografia o papel de apêndice do texto. Sabemos também que está em curso uma reversão dessa tendência, decorrente da já mencionada valorização que a imagem vem recebendo no âmbito das novas mídias, mas não podemos perder de vista que o grande agente dessa transformação é o aprimoramento cultural do fotógrafo.
Da mesma forma que o domínio de um idioma não garante a um revisor o exercício pleno da literatura, podemos depreender que o diferencial do fotógrafo não é saber escrever com a luz, mas sim utilizar a narrativa fotográfica enquanto suporte para emitir a sua opinião sobre o mundo. Ao destacar os fotógrafos Henri Cartier-Bresson e Sebastião Salgado como referência para ilustrar a fotografia do século XX, o que se pretendeu foi realçar a interdependência entre a formação do fotógrafo e o valor da sua produção. Não parece obra do acaso que a erudição de ambos e a temática humanista, abordada com forte acento autoral, tenham sido responsáveis pela repercussão de seus trabalhos em preto-e-branco, diante de um mundo que caminha a passos largos para a emergência de uma nova estética fotográfica, marcada pela saturação cromática e pelos efeitos digitais. 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O TEMPO E OS TEMPOS NA FOTOGRAFIA parte 5

A fotografia socialmente comprometida
Quem seguiu o caminho pavimentado por Bresson foi o brasileiro Sebastião Salgado, que vem polarizando as atenções da mídia como o mais aclamado fotógrafo em atividade, mormente após a publicação de seus três livros mais conhecidos - Trabalhadores, Terra e Êxodos. 
As semelhanças de percurso entre os dois fotógrafos não são poucas. Basta lembrar que Salgado se projetou internacionalmente integrando o seleto grupo de fotógrafos da Magnum, agência fundada por Bresson, e, tal como o velho mestre, adotou a câmera Leica, os filmes em preto-e-branco e a opção estética pela fotografia dita humanista. Os inúmeros pontos em comum, entretanto, não significam que o estilo fotográfico de ambos se assemelhe. 

Ao contrário, enquanto Bresson coleciona imagens capturadas ao sabor do acaso, Salgado interage com o fotografado e se compromete ideologicamente com as causas que elege para registrar, a exemplo de alguns fotógrafos documentaristas que o precederam, cuja obra foi marcada pelo caráter humanitário. Entre esses pioneiros da fotografia socialmente engajada, três nomes merecem destaque: Lewis Hine, que durante as primeiras décadas do século XX denunciou a exploração do trabalho infantil nos Estados Unidos;

Dorothea Lange, que retratou as devastadoras consequências da Grande Depressão sobre a população rural norte-americana da década de 1930;

e Eugene Smith, que no início da década de 1970 documentou os efeitos da poluição industrial sobre os pescadores da baía de Minamata, no Japão.

Não obstante, apesar das evidentes diferenças estilísticas, Bresson e Salgado têm em comum algo que vai muito além do equipamento e do interesse humanitário. Ambos perceberam o imenso potencial da fotografia enquanto linguagem e produziram, cada um a seu modo, uma densa narrativa visual da contemporaneidade. Em uma de suas muitas entrevistas, Sebastião Salgado chegou a dizer que as pessoas, de um modo geral, anda não se aperceberam de que a fotografia é uma espécie de linguagem transnacional que se comunica com todos os povos: "Buscamos durante muito tempo uma linguagem universal. Falou-se de esperanto, do inglês, do latim. Finalmente descobrimos uma linguagem universal, que é a imagem. A fotografia que faço aqui no Brasil vai ser difundida em dez, doze países, sem uma linha de tradução. Qualquer um que ler a minha imagem no Japão vai compreender, quem ler minha imagem na Índia vai compreender. A imagem é realmente uma escrita, uma linguagem universal".
Entretanto, foi necessário um longo percurso até que esse economista, com doutorado cursado na Universidade de Paris, chegasse a tal conclusão. Ainda criança, Sebastião Salgado costumava acompanhar seu pai em longas viagens de trem entre Aimorés, sua cidade natal no interior de Minas Gerais, e a capital, Belo Horizonte. A paisagem que admirava à janela do vagão, composta pelos fornos e trabalhadores das indústrias do Vale do Aço, marcaria o fotógrafo para sempre. As imagens que o menino registrou em suas retinas reaparecem em Trabalhadores (1993), livro de fotografias que documenta os estertores de um tempo em que o trabalho manual de homens e mulheres constituía o eixo do mundo, progressivamente eclipsado pelo acelerado processo de informatização da produção. "Fotografo com meus amigos, minha cidade, toda a minha história. Fotografo com a minha ideologia", declarou Salgado à BBC de Londres, quando do lançamento do livro.


Em 1994, após a repercussão internacional obtida por Trabalhadores, Sebastião Salgado resolveu sair da Magnum para trabalhar por conta própria, e criou a Amazonas Images, agência sediada na França, país onde o fotógrafo reside desde o exílio decorrente do Golpe Militar de 1964. Três anos depois publicava Terra (1997), um trabalho que trouxe à tona a face mais aguerrida da militância política de Salgado. O livro foi projetado às pressas e nasceu por conta do massacre de 19 trabalhadores sem-terra em Eldorado dos Carajás, no dia 17 de abril de 1996. Informado do ocorrido, Salgado deslocou-se até o Pará a tempo de fotografar o velório e denunciar o descaso com que vinha sendo conduzida a questão agrária brasileira. Menos de um ano depois do livro, com prefácio de José Saramago e um CD encartado contendo quatro canções compostas e interpretadas por Chico Buarque de Hollanda, era lançado no Brasil, com os direitos integralmente doados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, o MST.


O economista-fotógrafo dedicou-se então a registrar a lógica perversa da globalização, cujo aspecto mais sombrio é constituído pelos gigantescos fluxos populacionais que perambulam em trânsito por todos os continentes. Em alguns casos, esses refugiados do nosso tempo migram para fugir de conflitos políticos, étnicos e religiosos; outras vezes se deslocam em busca de melhores oportunidades de vida nas cidades, contribuindo para intensificar o surgimento de megalópoles com níveis de violência e miséria até então insuspeitados. O mundo não se encontrava mais diante de um êxodo bíblico, como aquele que em outros tempos conduziu os judeus à terra prometida através do Mar Vermelho. A migração agora era planetária e o êxodo vinha no plural. Com o sugestivo título de Êxodos (2000), o ensaio fotográfico daí resultante foi publicado simultaneamente em sete países e deu origem à maior mostra individual da história da fotografia.


terça-feira, 24 de julho de 2012

PASTA


Faz tempo que não posto uma minissérie asiática, então vou falar dessa. Imperdível para quem gosta daqueles romances inocentes que parecem ser uma marca da produção coreana e japonesa. O atrativo a mais dessa série é para os amantes da boa gastronomia, em especial, da culinária italiana, já que a série retrata o cotidiano de chefs de cozinha em um conceituado restaurante, seus conflitos e suas dificuldades. 

"Pasta" conta a história da garota Seo Yoo Kyung (Gong Hyo Jin) que sonha em se tornar uma chef do restaurante "La Sfera". Ela começa a trabalhar como assistente de cozinha até conseguir se tornar uma chef. A cozinha é comandada por Choi Hyun Wook (Lee Sun Gyun), um Chef grosseiro que estudou na Itália e trata todos com um lixo.
Uma recomendação que eu faço é ter um bom macarrão em casa ou pelo menos um miojo porque eles comem cada prato de massa que é impossível não ficar com vontade. Senão vá para um restaurante e curta um pouco a vida. rs. Esta série você pode assistir direto na net no site http://kdrama.com.br/site2/novelas/index2.php?cat_id=&cat_menu=173 sem nem precisar baixar. Mais mordomia que isso só se tiver um cozinheiro na sua cozinha. Bon apetit!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

FELICIDADE, ENFIM por Gustavo Ranieri

É noite quando você volta para casa. Abre a porta, vê quem ama e é tomado por um sentimento breve e intenso. Em sua mente surge a afirmação: "Felicidade é isso". Depois, meio que por impulso, reflete melhor: "Felicidade não pode ser tão simples assim". Certo é que não há filósofo que responda precisamente essa questão. Todavia, basta nosso mais simples impulso de tentar compreender quem somos e o que nos faz felizes para outra vez nos ligarmos ao que a filosofia muito já tentou elucidar. "Em cada época entendemos a felicidade de forma diversa", lembra Vásquez. Assim, todos dependem apenas de si para encontrar o caminho. Você pode ser feliz quando tem uma vida realizada, ou com coisas triviais, como tomar sorvete, assistir TV ou levar o cachorro para passear. "A felicidade é proporcional ao nosso modo de viver". 
Portanto, seja qual for o seu caso, a filosofia está aí para ajudar a pensar e a refletir sobre o mundo e sobre si mesmo. E, para aquele que precisar de apoio, vale tomar como lema e seguir a frase do célebre filósofo alemão Friedrich Nietzche (1844-1900): "Torna-te aquilo que és". Boa sorte. 

domingo, 22 de julho de 2012

ESCREVER... GERANDO APELO DE LEITURA


Prosseguindo do último texto, já teremos, se não um argumento, ao menos uma lista daquilo que gostamos. Como meus grupos geralmente são compostos de adolescentes, é um fato que pelo menos Futebol, Comida ou Dormir irá aparecer nessa lista. É, essa é uma geração meio acomodada. Rs. Então, pegando esse exemplo, o argumento pode ser simplesmente a história de um jogador preguiçoso que se vê diante do drama de perder o emprego porque engordou demais. Algo trivial. Como trabalhamos lá na oficina com Desenho Animado estamos mais abertos a criações mais malucas como uma bola de futebol que gosta de dormir e que quando é abusada pelos jogadores os devora. Um tipo de bola monstro. A literatura possui a mesma flexibilidade ilimitada do desenho animado já que não depende de conhecimentos técnicos mais apurados para se tornar viável como é o caso do cinema, então, não tenha medo de escrever argumentos loucos. Pode ser que desse exercício surja uma ideia genial e divertida. 
Tendo o argumento vamos discutir um pouco sobre o apelo. É um fato que a venda de um produto - e o seu livro, por menos interessante que este título pareça, é um produto - precisa encontrar-se com uma necessidade presente no público alvo. Por mais criativos e evoluídos que possamos parecer, a humanidade, como todo animal, guarda uma gamas de comportamentos que são propulsionados por seus instintos. O fato de muita gente não se dar conta de sua condição de grande primata com alguma inteligência (ultimamente estou em dúvida quanto a esta última) é o que facilita a vida dos comunicadores em massa (políticos e propagandistas, entre outros). 
Estes nossos comportamentos instintivos podem ser divididos em três eixos principais. Verifique em qual desses eixos eu argumento se encaixa predominantemente e tente criar um link, como se fosse um subtema, para os outros dois. Com certeza, você estará aumentando a potencialidade de sua história agradar, apesar de que outras coisas podem influenciar no meio do caminho.
Os três eixos são: reprodução, sobrevivência e curiosidade.
Reprodução envolve todos os gamas de relacionamento humanos como o já extremamente popular sexo, romance, nudez, moda, etc (tudo aquilo que de uma forma ou de outra acaba servindo para seduzir o outro direta o ou indiretamente). Dentro deste eixo, você pode trabalhar tanto os temas de reprodução aceitos (o mais usado e, por isso mesmo, o que corre mais risco de gerar o "clichê", histórias que todo mundo consegue prever qual o final como acontece com algumas novelas e geralmente não é uma boa ideia quando se fala de livros) como os tabus, como por exemplo, pedofilia, sadismo, masoquismo, homossexualismo (histórias de risco que podem ser o propulsor de um grande sucesso ou cair na contramão e gerar o mais completo repúdio). 
Sobrevivência é um dos mais abrangentes pois geralmente está presente nas relações de poder que estabelecemos em nosso meio e também nas formas de suprir o corpo daquilo que é necessário para a sua sobrevivência. Então, relações onde existe um subordinado, onde o outro tem mais posses e por isso mais poder, onde existe o mais forte, o mais inteligente, ou seja, onde existe um mais apto para exercer a liderança em algum aspecto são estruturas frequentes em qualquer história. Conforme a humanidade foi evoluindo em suas narrativas universais, o mais forte não significa o mais perfeito indo justamente na contramão dessa ideia, que que os protagonistas geralmente possuem um grupo de defeitos e apesar disso, ainda permanecessem como o "Alfa" em algum aspecto de sua vida. Relações com coisas que podem nos matar como comida, drogas, manias, rotinas também fazem parte desse eixo.
Curiosidade é o eixo que trabalha os grandes mistérios e as grandes questões humanas que, geralmente, podem ser resumidas ao batido "de onde vim" e "pra onde vou". Questões relacionadas ao nascimento, à morte, à questões que não encontram explicação viável dentro da ciência, como a religião, a coincidência, a sorte, o destino, se encaixam dentro deste que é o eixo mais difícil de trabalhar já que também está ligado à cultura do público alvo. 
Então vamos pegar um exemplo bem básico. As propagandas de cerveja. As estruturas de propaganda de cerveja, no Brasil, geralmente estão pautadas em Reprodução e Sobrevivência e eventualmente, em alguns momentos, esbarram no eixo curiosidade. O que se vende na cerveja é o fato de, com ela, você se tornar uma pessoa mais interessante e ter acesso fácil aos relacionamentos; você sempre está em uma situação de poder privilegiada já que todos os outros mortais estão se matando trabalhando enquanto os protagonistas estão em uma bela praia. Nesta propaganda específica, a curiosidade surge como a "invisibilidade", algo almejado porém ainda não obtido por nossa ciência apesar de estar presente em nosso imaginário desde quando Hades recebeu dos Cíclopes o seu elmo de invisibilidade, lá nos primórdios da mitologia grega.   
Pense então, quando tiver o seu argumento, qual é o eixo central e como você consegue fazer os links com os outros dois subeixos. Provavelmente isso aumenta as chances de sua história agradar a um público maior pois os eixos nada mais são do que slots onde as pessoas tentam encaixar suas perspectivas de vida para encontrar um padrão de normalidade, pois "ser normal e aceito" é algo que está culturalmente arraigado dentro de nosso processo civilizatório. 

terça-feira, 17 de julho de 2012

O TEMPO E OS TEMPOS DA FOTOGRAFIA parte 4

A FOTOGRAFIA NO MOMENTO DECISIVO
A concepção da fotografia enquanto síntese era a marca registrada do lendário fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson, cuja morte em agosto de 2004, prestes a completar 96 anos, mereceu as manchetes de praticamente todas as mídias ao redor do mundo. Bresson, que havia estudado pintura dos 13 aos 21 anos e que voltou a pintar nos últimos 25 anos de sua vida, sabia como ninguém que a fotografia e o tempo tinham uma relação totalmente peculiar. Ele costumava dizer que enquanto a pintura era uma meditação, a fotografia era ação, e ao fotógrafo competia entrar em sintonia plena com o assunto fotografado para capturar aquele momento único em que todas as variáveis em jogo conspiravam par a grande fotografia. Um momento em que a informação contida na cena, aliada ao rigor plástico da composição e ao clímax da ação em curso se orquestrassem diante dos olhos do fotógrafo e exigissem quase instintivamente, que o botão disparador fosse acionado. Enfim, o "momento decisivo". Em uma de suas frases mais célebres, Cartier-Bresson disse que "fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração". E complementou: "com o olho que está fechado, olha-se para dentro, com o outro olha-se para fora", como que ratificando a metáfora da janela e do espelho proposta por Szarkowski.
Mais do que um fotógrafo com apurada noção de composição, Bresson sempre intuiu o imenso potencial de comunicação da imagem fotográfica, capaz, inclusive, de transformá-lo, a sua revelia, em um dos ícones do século XX. A carreira do jovem pintor foi precocemente interrompida quando ele conheceu a Leica, uma pequena câmera alemã de 35mm que lhe permitia aproximar-se de seus "alvos" sem ser notado e capturar o tão cobiçado "momento decisivo". Aos 22 anos foi para a Costa do Marfim, onde passou um ano fotografando o ofício dos caçadores. Quando do seu regresso a Paris, publicou a história na prestigiosa revista Vu e, na esteira do sucesso obtido, iniciou uma série de alentados ensaio sobre a condição humana nas mais recônditas regiões do planeta, que se estendeu pelas décadas seguintes. Ainda nos anos de 1930 desafiou o moralismo vigente fotografando prostitutas e travestis no México, foi à Espanha registrar a guerra civil e iniciou a cobertura fotográfica da Segunda Guerra Mundial, uma aventura que lhe custou quase três anos em um campo de concentração nazista, de onde fugiu para trabalhar na resistência francesa.
Em 1947, Cartier-Bresson funda em Paris a Magnum Photos, uma agência de fotógrafos independentes que acaba se constituindo em um autêntico divisor de águas na história da fotografia documental. Em última instância, a Magnum possibilitava aos fotógrafos uma dedicação exclusiva aos seus projetos autorais, amparados por uma estrutura comercial que lhes permitia viver com os recursos arrecadados a partir da veiculação de suas fotos na grande imprensa ou entre clientes independentes. Respaldado pela estrutura que ajudou a consolidar, Bresson mergulhou seu olhar no mundo do pós-guerra e acabou sendo o primeiro ocidental a fotografar a então União Soviética, a registrar o funeral de Gandhi na Índia e a fotografar a China durante a Revolução Cultural promovida por Mao Tsé-Tung.
 Ao lamentar a morte de Cartier-Bresson, o presidente da França, Jacques Chirac, classificou-o como "o mais talentoso fotógrafo da sua geração", e enfatizou que o mundo acabava de perder um gênio, cujo mérito tinha sido o de realizar o mais contundente e apaixonado retrato do século XX. 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

ESCREVER...POR ONDE COMEÇAR


Quando alguém entra em um curso de artes visuais provavelmente a primeira coisa que terá de aprender é sobre como construir a história. Aí tem início aquele momento assustador em que se está diante daquela tela branca. Geralmente, quem lê muito, acaba vendo ali uma oportunidade de despejar um amalgama de todas aquelas narrativas acumuladas. Alguns escrevem demais. Outros de menos. Outros se perdem durante a narrativa começando com um pato e terminando com um cachorro sem entender precisamente onde foi que o pato virou cachorro. Ah quem mal escreva. Por conta disso, acabei criando em minhas oficinas um sistema de passo a passo na escrita narrativa que tem o objetivo de ajudar os participantes a evoluir pouco a pouco nesse trajeto perene que é a escrita. Apesar de ser um processo pensado para a escrita de Roteiros, pensei que talvez seja interessante apresentar o processo aqui. Vocês me dizem. 
O normal na primeira aula é sondar se a pessoa já possui um argumento também conhecido como enredo. As pessoas geralmente chamam de ideia. É aquilo que aparece numa conversa entre amigos: "Eu tive uma ideia que daria uma ótima história!"
Existem aqueles que tem a "ideia" e aqueles que não tem. Se você já a tem então já possui a base para a construção da sua história. Pode ser algo bobo como uma velhinha descongelando o marido depois de muitos anos para ele ir comprar um carro. Geralmente a ideia nem chega a tanto. Os comerciais e os videoclips costumam ser as representações visuais mais próximas dessa ideia. Geralmente você vê a junção produto + ideia = publico alvo em todos os comerciais. Nesse "+" geralmente  ficam as construções arquetípicas e a linguagem semiótica, mas nisso vamos chegar mais adiante. 
Obviamente, se você ainda nunca teve essa ideia genial que gostamos de jogar no meio das conversar para ver as reações dos amigos, ainda resta como ferramenta a enumeração. Na verdade nas artes visuais ainda resta a opção de pegar a criação de texto de outros, mas como estamos aplicando isso para a escrita, vamos no ater à enumeração.
Enumere coisas das quais você gosta. Uma lista das dez coisas que você gosta ou acha interessante. Depois tente junta-las em um argumento ou ideia. 
Só isso? Claro que não. A ideia original é apenas o começo. É necessário depois pensar no público alvo. Eu falho miseravelmente nesse quesito quando escrevo. Invariavelmente só vou pensar no público alvo depois que a história é concluída. Aí eu vou relendo e reescrevendo. Relendo e reescrevendo. Por isso se quiser deixar o público alvo para depois, isso não chega a ser um grande problema. Apenas não se esqueça de que  uma vez que a obra estiver terminada ela terá de ser encaixada em um dos eixos de interesse para gerar a necessidade que o leitor deve sentir por uma obra. Sobre esses eixos vou conversar na próxima semana. 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

OS 100 FOTÓGRAFOS MAIS INFLUENTES NO MUNDO


1. Richard Avedon americana 1923-2004

Avedon foi o epítome do fotógrafo moderno - um charmoso, sofisticado homem sobre a cidade e um fotógrafo que foi capaz de atravessar gêneros fotográficos.Não importa onde ele estava, qual o formato que ele escolheu para trabalhar com seu tema ou que foi, a imagem seria uma imagem Avedon. Teria que elegância inconfundível ea confiança que marcou-o para fora, não apenas como um grande fotógrafo, mas como um fotógrafo de grande sucesso comercial, que foi capaz de criar imagens icônicas e instantaneamente memorável. Então, qual é a sua influência? Seu estilo retrato de grande formato com o fundo completamente branco, o uso de duas imagens para contar uma história retrato, seu uso de luzes estroboscópicas na moda, o livro In The American West? É claro que é tudo isso e more.Avedon é um fotógrafo que cada fotógrafo deve conhecer através de seus livros. Elas cobrem toda a sua carreira e não apenas traçar o seu próprio desenvolvimento fotográfico e pessoal, mas também, o de fotografia comercial durante a última metade do século XX. Simplesmente ele é o nosso número 1.www.richardavedon.com


2. W. Eugene Smith americana 1918-1978

Intensa e, às vezes obcecados com o seu trabalho. Ele ajudou a estabelecer a história fotográfica eo poder da impressão a preto e branco. www.smithfund.org


3. Helmut Newton alemão 1920-2004
Newton criou imagens erótica e poderosa das mulheres, e desenvolveu o uso de flash anelar em imagens de moda. www.helmutnewton.com


4. Irving Penn Americana 1917 - 2009
Cada retrato tiro no canto de uma sala ou a vida simbólica simples ainda deve algo a Penn. Ele é o gênio estabelecida da revista Vogue americana.www.irvingpenn.com


5. Guy Bourdin francês 1928-1991

Ninguém foi mais imitado ao longo dos últimos anos na moda e fotografia de arte que Bourdin. Erótica, surreal e controverso. www.guybourdin.org


6. Henri Cartier-Bresson francês 1908-2004
O criador de "O momento decisivo". Ele nunca cortada suas imagens e só filmado em preto e branco. Uma lenda Leica-wielding.


7. Diane Arbus americana 1923-1971
Freaks, solitários e pessoas nas bordas das normas da sociedade foram temas de Arbus. Seu estilo direto e simples retrato eo assunto tem inspirado desde então.www.diane-Arbus-photography.com


8.Elliott Erwitt francês 1928 -
Membro Magnum e observador bem-humorado da vida cotidiana. Seus justaposições de forma e imagens de cães mostram a arte é o lugar onde encontrá-lo. www.elliotterwitt.com


9. Walker Evans americana 1903-1975
O cronista da vida americana que trouxe o olho de um observador desapegado de todas as suas imagens. Ele criou a ordem ea beleza através da composição, onde não havia nenhum.


10. Martin Parr britânico 1952 -
Parr uso de cores intensas e sua capacidade de elevar o instantâneo ao nível de arte tem o levou a ser reconhecido como o cronista do mestre cada dia.www.martinparr.com


11. Juergen TellerGerman 1964 -
O mestre da "fotografia não", imagens de Teller são anti-técnica e explodir vista o estabelecimento de fotografia.


12. Nick Knight britânico 1958 -
O fotógrafo de moda mais influente do mundo e um dos mais procurados. Abertura Knight para novas formas, técnicas e processos continua na vanguarda.


13. David Bailey britânico 1938 -
Para os retratos, a moda, as esposas, as sábias fissuras, os anúncios da Olympus nos anos oitenta, Blow-up, há apenas um Bailey. www.david bailey.co.uk-


14. Cindy Sherman americano 1954 -
O último auto-retratista, o uso de Sherman de si mesma como o modelo estava na vanguarda da fotografia a ser reconhecida como arte.


15. Andreas Gursky alemão 1955 -
O conceito de documentário / fotografia paisagem sendo aceito como arte contemporânea decorre a partir de imagens de Gursky. www.artnet.com


16. Edward Weston americana 1886-1958
Experimentos de Weston com a forma, forma e luz, as formas femininas nuas e natural influenciou todo um século de fotógrafos que o seguiam. www.edward-weston.com


17. Garry Winogrand americana 1928-1984
Um pioneiro da fotografia de rua, a abordagem Winogrand de não olhar pelo visor se tornou sua marca registrada, o que levou ao seu fluido e composições inovadoras.


18. Bruce Weber Americana 1946 -
Weber é tão influente no mundo da moda e retratos que as marcas da empresa são baseados no mundo que ele cria com suas imagens:. O Ideal All-Americanwww.bruceweber.com


19. Man Ray americano 1890-1976
Surrealista e pintor. Lee Miller foi sua musa, mas foi com a sua experimentação câmara escura que a sua influência foi mais forte, criando seus 'rayograms' e imagens solarizadas.


20. Paolo Rovers italiano 1947 -
O mestre italiano da imagem de moda 10x8in Polaroid. Sua utilização de luz baixa e foco suave combinada com a cor intensa sem som é muitas vezes imitado mas nunca superado. www.paoloroversi.com


21. Herb Ritts americana 1952-2002

O príncipe da década de oitenta glamour californiano e celebridade. Seu trabalho inspirou Madonna em seus vídeos e revistas cheias de há mais de uma década.


22. Annie Leibovitz Americana 1949 -
Ela começou como o fotógrafo pessoal da Rolling Stone e está agora na Vanity Fair.Ela disparou e todos seus retratos definir nossos tempos.


23. Ansel Adams americana 1902-1984
O rei da fotografia de paisagem selvagem e idealizador do "sistema de zona" para medição e exposição. www.anseladams.com


24. David LaChapelle Americana 1963 -
LaChapelle utiliza pós-produção de técnicas combinadas com uma capacidade de criar imagens "fotografia pop 'fantástico. www.lachapellestudio.com


25. William Klein Americana 1928 -
O rebelde anárquico de reportagem, moda e cinema. Sua grande angular "na sua abordagem face 'vidas, assim como sua atitude.


26. Bill Brandt alemão 1904-1983
O mestre do retrato feminino distorcida nua e surrealista. Mundo Brandt era um escuro cheio de ameaça. www.billbrandt.com


27. Ralph Gibson Americana 1939 -
Gibson era um herói para estudantes de fotografia nos anos setenta e seus nus e imagens gráficas foram muito imitado. www.ralphgibson.com


28. Stephen Shore Americana 1947 -
Trabalho Shore é um registro visual de uma viagem interminável americano. Suas imagens parecem incrivelmente fácil de reproduzir, o que levou a muitos fotógrafos que tentam. www.billcharles.com


29. Robert FrankSwiss 1924 -
Um dos verdadeiros inovadores no cross over entre fotos e filmes. Frank seriam incluídos nesta lista apenas por seu livro Os norte-americanos. www.npr.org


30. Andre Kertesz Húngaro 1894-1985
Kertesz trouxe um olhar reflexivo para fotografia de rua e mostrou como o retrato pode ser uma extensão da reportagem.


31. Chuck Close-americano 1940 -
Fechar é tudo sobre detalhes e do todo maior. Suas imagens enormes ter influenciado muitos apresentam grande. www.chuckclose.coe.uh.edu


32. Robert Mapplethorpe americana 1946-1989
Suas imagens eróticas de nus masculinos causou polêmica, mas foi o seu retrato e still-life trabalho que fez o maior impacto. www.mapplethorpe.org


33. Steven Meisel Americana 1954 -
O queridinho do mundo da moda e do grande estilista americano. Suas imagens de referência da história da fotografia e estilo. www.artandcommerce.com


34. Alemão Peter Lindbergh 1944 -
Lindbergh, ajudou a criar o conceito de supermodelo com imagens de moda para seus Bazaar Harper e Vogue italiana. www.peterlindbergh.com


35. August Sander alemão 1876-1964
Ambição de Sander a usar a fotografia para documentar não só criou um arquivo incrível de retratos, ele também trouxe uma abordagem científica para a arte da fotografia.


36. Nan Goldin Americana 1953 -
A rainha do grunge, Goldin virou a lente em seu uso de drogas e os amigos travestis para criar imagens chocantes que vi reportagem pessoal re-nascido.www.artnet.com


37. Weegee 1899-1968 austríaco
Ele tinha um rádio da polícia em seu carro e tem a cena do crime antes que eles fizeram, criando a imagem arquetípica de um fotógrafo de imprensa.


38. Don McCullin britânico 1935 -
McCullin imagens de guerra e sofrimento, não apenas teve um pesado tributo sobre ele, que também ajudou a influenciar as decisões políticas.www.markgeorge.com


39. Aarons slim americanas 1916-2006
Reportagem Aarons dos social da glamourosa, rica e famosa dos anos cinqüenta e sessenta, tornaram-se documentos históricos e pontos de contato estilísticos.www.staleywise.com


40. William Eggleston Americana 1939 -
Eggleston uso de cores intensas, a composição desconfortável e desconcertante assunto comprou-lhe destaque e ganhou aceitação para fotografia a cores como a arte.


41. Joel-Peter WitkinAmerican 1939 -
O mestre do macabro, Witkin de vida ainda quadros são algumas das imagens mais chocantes fotográficas alguma vez criados. www.edelmangallery.com


42. Holandês Anton Corbijn 1955 -
Imagens Corbijn de Joy Division e U2 ter influenciado a abordagem dos fotógrafos de rock de mais de 20 anos com seus cross-process cores e preto e brancos atmosféricas.


43. Brassai francês 1899-1984
Imagens de Brassai de Paris à noite e seu uso experimental de iluminação local definido da arte da fotografia da noite.


44. Erwin Blumenfeld alemão 1897-1969
Blumenfeld trabalho em moda e beleza focado em técnicas como a solarização, seda molhada, e as sombras elaborada inventados e ângulos. Ele estava à frente de seu tempo.


45.Duane Michals Americana 1932 -
Michals uso de texto e colagem em suas imagens trouxe uma dimensão intelectual ao seu trabalho. Um fotógrafo e comunicador.


46. Peruano Mario Testino 1954 -
Imagens Mario Testino são o epítome do glamour e alta costura. Ele vive a vida e fotografa-lo. O sonho de todo fotógrafo de moda.


47. Mary Ellen Mark Americana 1940 -
Mary Ellen Mark começou a fotografar as ruas em que viveu na e se desenvolveu em um dos melhores fotógrafos do mundo reportagem principais.


48. Larry Clark Americana 1943 -
Seguindo um caminho semelhante ao Nan Goldin, Larry Clark levou suas experiências em Tulsa para criar imagens surpreendentes que influenciaram a geração grunge. www.larryclarkofficialwebsite.com


49. Mert & Marcus turca e britânica de 1971 -
Baseado em Londres esta parceria fotográfica abraçou totalmente a relação fotográfica digital com pós-produção e levou o mundo da moda pela tempestade.www.mertandmarcus.com


50. Corinne Day britânico 1965 -
Influenciado por Goldin e Clark e um amigo próximo de Kate Moss, imagens Corinne Day de moda e de reportagem pessoal criar polêmica e louvor comercial.www.corinneday.co.uk


51. Cecil BeatonBritish 1904-1980
O fotógrafo social final, diarista e amigo para a moda, social e aristocracia do rock n 'roll. Ele trouxe elegância para todos. www.staleywise.com


52. Eric Boman Americana 1938 -
Boman tiro os dois primeiros Roxy Music abrange e incorpora seu estilo de vida glamouroso em tudo que ele atira para a Vogue. http://images.google.com


53. Patrick Demarchelier francês 1943 -
Onde Testino traz glamour à moda, Demarchelier traz sofisticação e glamour discreto para todas as suas imagens.


54. Bert Hardy britânico 1913-1995
No pós-guerra britânico, Hardy documentado o país no trabalho e no jogo com olhos de um repórter. www.photographersgallery.com


55. Tim Walker britânico 1970 -
Ao longo dos últimos anos, Walker conseguiu um sucesso incrível com seus altamente inovadoras, imagens estilizadas e apoiado tanto para editorial e clientes comerciais. www.timwalkerphotography.com


56. Terry Richardson Americana 1965 -
Richardson moda e imagens de retrato empurrar as fronteiras sexuais e gosto desafio conservador com uma estética trash americano. www.terryrichardson.com


57. Norman Parkinson britânico 1913-1990
O cavalheiro da fotografia britânico que trouxe uma afável, um pouco grosseiro, talento para tudo o que ele fotografou. www.normanparkinson.com


58. Snowdon britânico 1930 -
Retratos de Snowdon e reportagem para o The Sunday Times Revista rompeu fronteiras e perguntas da sociedade. www.npg.org.uk


59. Horst P. Horst alemão 1906-1999

Abordagem clássica Horst de nus, retratos e moda é menos influente do que agora era uma vez, mas sua obra ainda oferece muito em iluminação formal e composição. www.horstphorst.com


60. Philip Jones Griffiths britânico 1936-2008

Jones Griffiths imagens horripilantes e convincente do Vietnã inspirados fotógrafos de guerra inúmeras e mostrou-lhes como deveria ser feito.www.magnumphotos.com


61. Jeanloup SieffFrench 1933 - 2000
O francês David Bailey, Sieff modelado para Avedon, dividiu um estúdio com Horvat e aperfeiçoou sua abordagem fotográfica com uma luz, uma câmera Nikon e um pano de fundo cinza.


62. Bob Carlos Clarke britânico 1950-2006
Carlos Clarke levou mulher Helmut Newton dominatrix super poderoso e acrescentou uma abordagem gráfica erótica criar imagens icônicas em preto e branco látex. www.bobcarlosclarke.com


63. Mick rock britânico 1949 -
O fotógrafo de rock do rock, fotógrafo Mick Rocha sai na década de setenta com Bowie, Lou Reed e Iggy Pop e criou imagens seminais que resumiu a época.www.mickrock.com


64. Sebastião Salgado Brasileiro 1944 -
Fotografia de Salgado reportagem preto e branco social traz à tona a injustiça social e desastres ecológicos. www.magnumphotos.com


65. David Loftus britânico 1963 -
Abordagem natural Loftus à alimentação tiroteio levou uma revolução na fotografia de alimentos com a nova ênfase na honestidade e ser ingredientes mais perfeição e irrealidade. www.davidloftus.com


66. Brian Duffy britânico 1933 -
Um dos 'Cockney Three' junto com Bailey e Donovan Terry. Duffy deu a fotografia a restaurar móveis, mas seu legado é poderoso.


67. Simon Norfolk britânico 1963 -
Um fotógrafo da paisagem auto-descrito, o uso de Norfolk da câmera de grande formato em áreas devastadas pela guerra viu um ressurgimento do grande formato. www.simonnorfolk.com


68. Araki japonês 1940 -
Imagens controversas Araki de mulheres ligadas, flores e alimentos criaram uma sequência em todo o mundo para este fotógrafo driven.


69. Ellen Von Unwerth alemão 1954 -
Modelo virou fotógrafo, trabalho de Von Unwerth trouxe uma nova abordagem para moda feminina de tiro, com uma sexualidade feminina trouxe à tona.www.artandcommerce.com


70. Leni Riefenstahl alemão 1902-2003
O fotógrafo e controverso cineasta cujas imagens a partir de 1936 Jogos Olímpicos de Berlim nazista tem inspirado fotógrafos em todo lugar


71. Edward Steichen Luxemburguês 1879-1973
Um pioneiro da fotografia e do fotógrafo sensível. Ele ajudou a criar fotografia comercial no século XX


72. Alfred Stieglitz Americana 1864-1946
Outro pioneiro fotográfico, mas Stieglitz também foi um artesão que usou elementos naturais para informar suas impressões de platina. www.masters-de-photography.com


73. Roger Fenton britânico 1819-1869
Imagens Fenton criados durante a Guerra da Criméia marcá-lo fora como um dos primeiros fotógrafos de guerra verdadeiros grandes. http://www.geh.org


74. George Hoyningen-Huene russo 1900-1968
A partir de uma aristocrata russa, tornou-se uma moda Huene seminal e fotógrafo de retratos para Vogue e Harper Bazaar na América. www.staleywise.com


75. Sarah Moon britânico 1940 -
Moda Lua e imagens pessoais têm influenciado cada fotógrafo que viu o seu trabalho e ficou maravilhado com o seu uso de cores.


76. Frank HorvatItalian 1928 -
Horvat dividiu um estúdio com William Klein em Nova York e passou a criar algumas das imagens mais icônicas da moda dos anos cinquenta e sessenta.www.horvatland.com


77. Alexander Rodchenko russo 1891-1956
Rodchenko foi um dos fundadores do construtivismo e trouxe as artes da montagem da foto, documentário analítico e ângulos inovadores ao seu trabalho.www.masters-de-photography.com


78. Julia Margaret Cameron britânico 1815-1879
Uma das poucas mulheres pioneiros fotográficas, Cameron fotografou sua família com muito pouco conhecimento técnico e criou soulful retratos sépia que ainda inspiram hoje.


79. Angus McBean britânico 1904-1990
O surrealista que fez o registro fotográfico dos atores seu domínio pessoal.Sagacidade fotográfica McBean e encanto pessoal está em cada imagem.www.npg.org.uk


80. Deborah Turbeville Americana 1938 -
Turbeville comprou uma qualidade mágica a sua moda e trabalho interiores e popularizou o uso de grãos para criar atmosfera. www.deborahturbeville.com


81. Tim Page britânico 1944 -
Sua obra e imagens forjadas na guerra do Vietnã teria inspirado personagem de Dennis Hopper, em Apocalypse Now. www.timpageimage.com.au


82. Harri Peccinotti britânico 1938 -
O lendário diretor de arte da revista Nova virou fotógrafo de moda que usou formas gráficas para definir a fotografia. http://images.google.com


83. Eve Arnold Americana 1912 -
Como membro da Magnum, Arnold usou sua maneira suave para criar imagens icônicas dos melhores filmes do século passado. www.magnumphotos.com


84. Jane Bown britânico 1925 -
O fotógrafo do jornal The Observer tranquilo para quem utiliza apenas uma câmera e faz leituras de exposição ao largo das costas de sua mão. Uma inspiração e ainda tiro hoje.


85. Michael Thompson americana
Thompson é o arquétipo de moda de Nova York e fotógrafo beleza. Suas linhas limpas e atenção aos detalhes fazem dele o fotógrafo comercial para assistir.www.jedroot.com


86. Oliviero ToscaniItalian 1942 -
Toscani criou a imagem de marca Benetton e tem trabalhado para incluir uma mensagem política em imagens comerciais desde então.


87. Pierre et Gilles francês 1950 - & 1953
Este trabalho duo francês, antes do advento do Photoshop, tomou fotomontagem e retoque a novos níveis de perfeição acampamento.


88. Francês Robert Doisneau 1912-1994
Doisneau fui a pé e tirou fotos todos os dias do cotidiano em sua amada Paris, França. O fotógrafo de rua.


89. Joel Sternfeld Americana 1944 -
Sternfeld uso de uma câmera de grande formato para criar imagens documentais de paisagens aparentemente normais é um dos campos mais imitados da fotografia hoje. www.joelsternfeld.com


90. Richard Billingham britânico 1970 -
Billingham estourou na cena de arte contemporânea de fotografia com o seu projeto da faculdade de imagens familiares intitulado Ray é uma piada. Seu sucesso seguinte inspira todos os estudantes de hoje. www.tate.org.uk


91. Paul Strand americana 1890-1976
Não só era um pioneiro fotográfico Strand viu também a conexão entre a imagem fixa e em movimento ao longo de sua longa carreira. www.metmuseum.org


92. Chris Killip britânico 1946 -
Killip trabalha fotografando as comunidades rurais, a classe operária e do nordeste de Inglaterra. Ele era uma das figuras principais na reportagem britânica revitalização na década de oitenta. www.chriskillip.com


93. Tony Ray-Jones britânico 1941-1972
Ray Jones é um fotógrafo de outro fotógrafo, apesar de sua curta vida e de saída mínimo ele é regularmente observado como uma influência por fotógrafos em todos os gêneros.


94. Helen Levitt americana 1913-2009
Levitt só trabalhou como fotógrafo durante um curto período de tempo em dois períodos especificamente intensas. As imagens que ela criou, em seguida, de crianças brincando ea vida nas ruas de Nova York são atemporais. www.npr.org


95. Robert Capa húngaro 1913-1954
Potável duro e vivo, não só Capa ajudou a fundar a agência Magnum, ele também capturou as imagens mais comoventes da Segunda Guerra Mundial.


96. George Hurrell americana 1904-1992
Hurrell foi o mestre indiscutível do retrato estrela de Hollywood. Iluminação, composição e impressão todos foram perfeitos em seu mundo.www.hurrellphotography.com


97. Jacques Henri Lartigue francês 1894-1986
Um fotógrafo amador que começou como um jovem garoto, imagens Lartigue do cotidiano da vida aristocrática francesa faz dele o fotógrafo social final.www.lartigue.org


98. Bert Stern Americana 1929 -
Stern é um grande fotógrafo comercial, mas é para imagens seus contatos de Marilyn Monroe com cabelos babados, lenço de seda e selvagem que ele faz abandonar a lista. www.bertstern.com


99. Peter Beard Americana 1938 -
Com seu amor pela África, os leões, mulheres bonitas e colagem, Barba criou um corpo único de trabalho que inspira através da sua energia e paixão.www.peterbeard.com


100. Rankin britânico 1966 -
Controverso que seja, mas com a sua persona de mídia para o primeiro plano, a sua influência sobre os jovens fotógrafos e reconhecimento público, definitivamente, ganhar-lhe o último lugar no nosso 100. www.rankin.co.uk

quinta-feira, 5 de julho de 2012

OS SIMPSONS

Criados por Matt Groening, esta família que vive na cidade provinciana de Springfield (satirizando o estilo de vida americano) no final dos anos 80. Tem 5 protagonistas (Bart, Lisa, Homer, Maggie e Marge). 
Mas existem outros personagens como o Vovô Simpson,

as irmãs da Margie e o Ajudante de Papai  Noel - cachorro do Bart, Krusty o palhaço, Comichão e Coçadinha (astros do desenho animado favorito de Bart), Montgomery Burns, o empresario milionário que administra a usina nuclear onde Homer é um mero empregado do setor de fiscalização.