sábado, 4 de junho de 2011

ELLIOTT ERWITT

Para quem estuda Fotografia, o nome da agência Magnum e seus ilustres fundadores são velhos conhecidos por sua importância na história. Hoje vamos falar a respeito de Elliott Erwitt, conhecido por suas fotos irônicas e absurdas que retratavam o cotidiano humano sempre com muito bom humor. Elliott nasceu em Paris em 1928 e passou a infância na Italia. Em 1938 foi levado pelos pais russos para os EUA. Naturalizou-se norte americano em 1947. Entrou na agência Magnum convidado por um de seus fundadores, Robert Capa (iremos ver mais a respeito dele numa próxima aula) em 1953. Em 1960 perdeu todas os negativos em um incêndio.


Califórnia, 1955

Por influência de Henri Cartier-Bresson, seu contemporâneo, Elliot tinha


uma preocupação com a harmonia das formas.




A presença de cães e outros animais é uma constante nas fotos de

Elliott.

Os animais se apresentam mais como observadores indiscretos
do comportamento banal dos seres humanos.




Foi fotógrafo da Casa Branca tendo registrado um período

memorável da história dos EUA, como essa foto que

mostra Jackeline Kennedy no funeral do presidente assassinado.


O humor de Elliott é aquele que busca por momentos indiscretos como

esse batido em um campo de nudismo.




Ele busca as dúvidas no meio das verdades estabelecidas, como nesta

foto que mostra bem o racisto existente na época nos EUA, onde

até o uso dos bebedouros era segregado.



Acredite ou não as patas da esquerda pertencem a um outro cão.



Viajou por todo mundo e chegou a visitar o Brasil em 1961.



O profano dentro daquilo que é solene é algo sempre trabalhado.





O nome real de Elliot era Elio Romano Ervitz, um judeu de origem russa.









Ele procurava a graça dentro do proibido.





Suas fotografias em série, herança de sua formação também como cineasta,

geraram várias imagens memoráveis. Marylin Monroe foi uma

das pessoas famosas capturada por suas lentes.






Colorado, EUA, 1955




Elliott entra para a história da fotografia como um dos poucos interessados em buscar o sorriso na fotografia.






“Quando uma foto é boa eu sou de acordo mas quando ela é muito boa, ela escapa à razão, é quase uma magia nada semelhante aquilo que o fotógrafo vê ou deseja conscientemente.
Quando a foto chega, ela vem facilmente como um presente, sem que se precise de análise. Como Napoleão dizia: - IREMOS, DEPOIS VEREMOS... ”.
Elliott Erwitt

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