quinta-feira, 7 de julho de 2011

CUIDADO, ESTA NÃO É UMA POSTAGEM SÉRIA...

Responda rápido: qual a diferença entre uma pessoa normal e uma anormal? Parece uma resposta fácil. Então que tal outra, o que difere uma pessoa louca de uma pessoa sã? Não vou correr o risco de responder a perguntas tão espinhudas. Apenas vou colocar mais um pouco de lenha na fogueira. Você sabia que existem heróis de verdade, pessoas comuns, andando por aí vestidas de capa e querendo fazer justiça como se fossem super heróis? Acredite se quiser, as pessoas que estão logo abaixo não são apenas pessoas fantasiadas para o próximo carnaval. Todas elas levam, ou tentam levar, uma vida de "herói". Esse movimento que parece ser mais comum aos norte americanos (especialmente, segundo dizem os especialistas, o ocorrido no 11 de Setembro) é real para uma legião de pelo menos 300 pessoas cadastradas no site Super Herói Registry. Conheça alguns desses heróis...
Entomo é um raro exemplo de super-herói europeu, este homem-inseto afirma ter treinamento especial e um poder de persuasão sobrenatural sobre os criminosos. Mas, como bom italiano, parece dedicar mais tempo a procurar amigas no MySpace.

O Olho, da Califórnia, usa invenções suas, como a bengala-câmera, para coletar provas de crimes e ajudar a polícia da cidadezinha de Mountain View. Suas patrulhas noturnas são realizadas com uma fiel escudeira: a esposa e super-heroína Lady Mistério.

Esse aí que ta mais com cara de Lex Luthor do que de Super Homem é o Super-Herói - super criativo (rs). Ex-profissional de luta livre, circula num Corvette Stingray 1975 zelando pela ordem na praia de Clearwater, Flórida - com o apoio da polícia local, que é sua fã. Junto com outros heróis locais, formou o supergrupo Time Justiça, dedicado a fazer caridade.
Patrulha os bares e baladas de Nova York, aconselhando mulheres que passaram da conta e que podem estar à mercê de rapazes mal-intencionados. Seu arqui-inimigo é Fantástico, que frequenta os mesmos lugares e auxilia os tais rapazes.
Superbarrio Gómez é o primo mais sério do Chapolim Colorado e usa sua imagem para organizar comícios, protestos e abaixo-assinados a favor da periferia e contra a corrupção. Atuando na Cidade do México, quando o Superbarrio original se aposentou, outro assumiu o seu lugar, mantendo a tradição.


No Brasil esse movimento não gerou até agora nenhum candidato. É justificado. Fico imaginando esses heróis subindo um morro por aqui à meia noite sem colete a prova de balas...

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