domingo, 6 de março de 2011

BANSKY E A ARTE DE RUA






PULA! PULA! PULA!



Ele tinha 16 anos quando invadiu, pela primeira vez, uma pista ferroviária e escreveu as iniciais de seu grupo de grafite - do qual era o único membro - em uma parede. Não aconteceu absolutamente nada, nem a própria mãe percebeu que ele havia saído de casa. E esse foi o dia em que ele viu que podia escapar impunemente. Ele, no caso, é Bansky, o famoso artista de arte de rua britânico. E esta história é apenas uma das muitas presentes no livro TRESPASS - HISTÓRIA DA ARTE URBANA NÃO ENCOMENDADA pela fortuna de R$ 129,90 (acho que pensam que artistas no Brasil ganham bem), em que obras de mais de 150 artistas permitem uma análise de alcance mundial da arte de rua, traçando peças importantes dessa cultura, além de eventos e movimentos no espaço social das cidades. Afinal, o grafite, considerado vandalismo ou não, é uma das formas mais antigas de expressão artística e passou ilesa ao longo dos tempos. Como arte, ela se expressa nos espaços públicos, mas não é autorizada e, acima de tudo, não tem clientes. Banksy completa a história dizendo que a arte de rua é uma resposta à sociedade obcecada pelo status e pela infâmia. E nós devemos entrar sem medo nessa grande galeria ao ar livre. (reportagem tirada da revista Galileu e escrita por Érika Kokay)

2 comentários:

  1. Arte de rua é uma arte triste porque ela nunca fica para a posteridade. Ainda bem que vão-se as imagens porém ficam-se as fotos.

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